Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
E para encontrar você
Eu abri mão dos clichês
Elas são todas iguais
Nenhuma eu quis Revê
Elas preferem a mim
Mas eu prefiro você
Meu coração é seletivo
E pra você é privê
Não temos todas as respostas da vida, mas nossas incertezas são maiores que a vontade de desistir de buscá-las...
Mudanças
Tantos pensamentos,
Que passam por minha mente,
São diversos os momentos,
Que varam o que se sente.
Tantos acontecimentos,
Tantas novidades,
Uma mistura de sentimentos,
Inúmeras possibilidades.
É uma mistura de ruim com bom,
É impressionante a mudança,
Hora de seguir o som,
Seguir o fluxo dessa esperança.
As coisas tendem a melhorar,
Fugir não é mais opção,
Não agora, não podemos parar,
Deixe se levar por essa emoção.
Separados
Separados pelo tempo,
Separados pela distância,
Choros são deixados ao vendo,
Viram uma simples lembrança.
Há uma pedra no caminho,
Um muro que nos separa,
Sinto-me aqui sozinho,
E a esse sentimento nada se compara.
Caí no desespero,
Com a dor da despedida,
De duas pessoas envolvidas,
Que se consideravam amigas.
A Batalha das Árvores
Publicado por Rowena em 12/1/2013 (2522 leituras)
Estas são as estrofes que foram cantadas na Batalha das Árvores, ou como outros a chamam, a Batalha de Achren, que foi por causa de uma corça branca e de um cachorro; e eles vieram do Inferno e Amaethon ap Don os trouxe.
E, portanto, Amaethon ap Don e Arawn, Rei de Annwn, lutaram. E havia um homem nessa batalha: a menos que seu nome fosse conhecido, ele não poderia ser vencido. E e havia uma mulher chamada Achren no outro lado e, a menos que seu nome fosse descoberto, seu exército não poderia ser vencido. E Gwydion adivinhou o nome do homem e cantou as duas estrofes seguintes:
De cascos firmes é meu corcel impelido pelas esporas;
Os altos galhos do amieiro estão em teu escudo;
Bran és chamado, dos ramos brilhantes.
E assim:
De cascos firmes é meu corcel no dia da batalha:
os altos ramos do amieiro estão em tua mão:
Bran, pelo ramo que carregas,
Amaethon, o bom, prevaleceu.
Numa multiplicidade de formas estive
Antes de assumir aspecto consistente.
Uma espada fui, estreita, matizada:
Acreditarei quando for manifesto.
Uma lágrima fui no ar,
Fui a mais sombria das estrelas.
Uma palavra fui entre letras,
Fui um livro na origem.
Dos faróis fui a luz
Um ano e meio.
Fui uma ponte que se prolonga
Sobre três vintenas de fozes.
Fui um percurso, uma águia fui.
Um barco fui nos mares.
Fui um complacente no banquete.
Uma gota fui num aguaceiro.
Fui uma espada no aperto da mão,
Um escudo fui em batalha.
Fui uma corda numa harpa,
Disfarçado por nove anos
Na água, na espuma.
Fui uma esponja no fogo,
Fui madeira na moita.
Não sou aquele que não cantará
Um combate, embora pequeno.
O conflito na batalha das árvores dos ramos.
Contra o Guledig de Prydein
Passaram ali cavalos principais,
Esquadras cheias de riquezas.
Ali passou um animal com grandes mandíbulas,
Nele havia uma centena de cabeças.
E uma batalha foi lutada
Sob a raiz de sua língua
E há uma outra batalha
No orifício de seu olho.
Um negro sapo desajeitado
Com uma centena de garras.
Uma cobra salpicada com crista.
Por causa do pecado, uma centena de almas
Atormentada será em sua carne.
Estive em Caer Fefenir,
De lá se apressaram pastos e árvores.
Menestréis cantavam,
Bandos de guerreiros perambulavam
Na exaltação dos britanos
Que Gwydyon realizara.
Havia um apelo ao Criador,
A Cristo por interesses,
Até o momento em que o Eterno
Libertasse aqueles a quem fizera.
O Senhor respondeu-lhes
Pela linguagem e elementos:
Tomai a forma das árvores principais,
Arranjai-vos em ordem de batalha
E refreai o público
Inexperiente na batalha mão a mão.
Quando as árvores foram encantadas,
Na expectativa de não serem árvores,
As árvores sussurraram suas vozes
De cordas de harmonia,
As disputas cessaram.
Interrompamos dias tristes,
Uma mulher refreou a grande desordem.
Ela chegou totalmente encantadora.
O cabeça da fileira, o cabeça era uma mulher.
A vantagem de uma vaca insone
Não nos faria ceder o caminho.
O sangue dos homens até nossas coxas,
Os maiores dos esforços mentais importunos
Realizados no mundo.
E acabou-se
Por refletir sobre o dilúvio
E sobre o Cristo crucificado
E sobre o dia do julgamento iminente
Os Amieiros, cabeça da fileira,
Formaram a vanguarda.
Os Salgueiros e Sorveiras
Chegaram tarde para o exército.
Ameixeiras, que são raras,
Indesejadas pelos homens,
As esmeradas Nespereiras,
Verdadeiros objetos de disputas.
Os espinhentos arbustos de Rosas
Contra uma multidão de gigantes.
A Framboesa refreou,
O que é melhor falhou
Para a segurança da vida.
A Alfena e a Madressilva
E a Hera na sua frente.
Como o Tojo, para o combate
A Cerejeira foi provocada.
A Bétula, apesar de sua mente elevada,
Atrasou-se antes que ele fosse enfileirado.
Não por causa de sua covardia,
Mas por causa de sua grandeza.
O Liburno tinha em mente
Que tua natureza selvagem era estranha.
Pinheiros no pórtico,
A sede da controvérsia,
Por mim grandemente exaltados
Na presença dos reis,
Os Olmos, com seu cortejo,
Não se afastavam um pé.
Ele lutaria com o centro
E com os flancos e a retaguarda.
Aveleiras, julgou-se
Que amplo era vosso empenho mental.
A Alfena, feliz a sua parte,
O touro da batalha, o senhor do mundo,
Morawg e Morydd
Tornaram-se prósperos em Pinheiros.
Azevinho, ele estava matizado de verde,
Ele era o herói.
O Espinheiro, cercado de ferrões,
Com a dor em sua mão.
O Álamo foi coberto,
Ele foi coberto na batalha.
A Samambaia, que foi saqueada,
A Giesta, na vanguarda do exército, nas trincheiras foi ela ferida.
O Tojo não se saiu bem,
Porém o deixou estendido.
A Urze foi vitoriosa, afastando em todos os lados.
O povo comum ficou encantado
Durante o tempo originando-se dos homens.
O Carvalho, movendo-se rapidamente,
Diante dele estremecem céu e terra.
Um valente porteiro contra um inimigo
Seu nome é considerado.
As Campânulas Azuis combinaram-se
E provocaram uma consternação.
Ao rejeitar, foram rejeitadas
Outras, que foram perfuradas.
As Pereiras, as melhores invasoras
Em tempo de conflito na planície.
Uma lenha muito colérica,
O Castanheiro é acanhado,
O opositor da felicidade.
O jato tornou-se negro,
A montanha tornou-se curvada,
As florestas tornaram-se um forno
Existente outrora nos grandes mares
Desde que foi ouvido o grito:
Os cimos da Bétula cobriram-nos com folhas
E transformaram-nos e mudaram nosso estado enfraquecido.
Os ramos do carvalho apanharam-nos numa armadilha
Do Gwarchan de Maelderw.
Rindo no lado do rochedo,
O senhor não é de uma natureza ardente.
Não de mãe, nem de pai,
Quando eu fui feito
Criou-me o meu Criador
De poderes nove vezes formados,
Do fruto dos frutos,
Do fruto do deus primordial,
De prímulas e florações da colina,
Das flores de árvores e arbustos.
Da terra, de uma trajetória terrena,
Quando eu fui formado
Da giesta e da urtiga,
Da água da nona onda.
Fui encantado por Math
Antes de me tornar imortal,
Fui encantado por Gwydion,
O grande purificador dos britanos,
De Eurwys, de Euron,
De Euron, de Modron,
De cinco vezes cinqüenta homens de ciência,
Mestres, filhos de Math.
Quando a remoção ocorreu,
Eu fui encantado pelo Guledig.
Quando ele estava meio queimado,
Fui encantado pelo sábio
Dos sábios, no mundo primitivo.
Quando tive um ser,
Quando a multidão do mundo estava em dignidade,
O bardo ficou acostumado aos benefícios.
À canção de louvor estou inclinado, que a língua recita.
Eu toquei no poente,
Dormi em púrpura.
Verdadeiramente estava no encantamento
Com Dylan, o filho da onda.
Na circunferência, no meio,
Entre os joelhos de reis,
Dispersando lanças não afiadas
Do firmamento quando vieram
À grande profundeza, dilúvios.
Na batalha haverá
Quatro vintenas de centenas
Que dividirão de acordo com sua vontade.
Eles não são mais velhos nem mais jovens
Do que eu mesmo em suas divisões.
Um milagre, Canhwr nasceu, cada um de novecentos.
Ele estava comigo também,
Com minha espada manchada de sangue.
Foi-me atribuída honra
Pelo Senhor e a proteção estava onde ele estava.
Se eu for aonde o javali foi morto,
Ele comporá, ele se decomporá,
Ele formará linguagens.
O radiante de mão forte, seu nome,
Com um raio ele governa seus números.
Eles se espalhariam numa chama
Quando eu tivesse de ascender.
Fui uma cobra malhada na colina,
Fui uma víbora no Llyn.
Fui um bico encurvado cortante,
Fui uma lança furiosa.
Com minha casula e tigela,
Profetizarei não erroneamente
Quatro vintenas de fumigações
Sobre cada um o que trarão.
Cinco batalhões de braços
Serão apanhados por minha faca.
Seis corcéis de matiz amarelado,
Uma centena de vezes melhor é
Meu corcel amarelo claro,
Rápido como a gaivota marinha,
A qual não passará
Entre o mar e a margem.
Não sou eu proeminente no campo do sangue?
Sobre ele está uma centena de capitães.
Carmim a pedra do meu cinto,
De ouro é a borda do meu escudo.
Não houve ninguém nascido na brecha
Que tenha estado a visitar-me,
Exceto Goronwy
Dos vales de Edrywy.
Compridos e brancos os meus dedos,
Faz muito tempo que fui um pastor.
Viajei na terra
Antes que eu fosse versado no conhecimento.
Viajei, fiz um circuito,
Dormi numa centena de ilhas,
Numa centena de fortalezas habitei.
Vós, inteligentes Druidas,
Declarai a Arthur
O que há mais antigo
Do que eu para eles cantarem.
E um veio
Da reflexão sobre o dilúvio
E do Cristo crucificado
E do dia do julgamento futuro.
Uma gema dourada numa jóia dourada.
Sou esplêndido
E ficarei livre
Da opressão dos ferreiros.
"As três velas que iluminam a escuridão:
Verdade, Natureza e Conhecimento." Tríade irlandesa.
Nome: Mirla Cecilia, 24, São Luís - Ma
É poeta, cantora e compositora.
Decende de família artística. Desde criança entrelaçou-se com a música, apresentando-se em shows, adquirindo experiências práticas e profissionais. Recentemente foi pré-lançada pela mostra multicultural "Confraterna de Couto '16" que precederá o lançamento do CD "Destituição" de trabalho autoral da artista. Participou do Palco 42 e em festivais temáticos. Suas composições transitam em torno da universalidade, incluindo o Jazz, o Blues, o Pop, o Samba, o Reggae e a Bossa-Nova, estilos dos quais recebeu influências. A cantora compõe sobre os sentimentos e os sentidos, dando luz a metáforas e imagens poéticas. Sua música tem requinte e valores transcendentais.
Não são as declarações de amor em si que as tornam clichês e sim as respostas, as dissoluções.
As perguntas... Elas são as mesmas, embora refeitas em mil formas.
A resposta é sempre o que difere.
Sempre é a chave que nos leva em algum lugar. As trancas não são e não devem ser iguais. Há uma causa para que sejamos rodeados de tantos mistérios.
Parece as vezes que dentro de nós há um infinito labirinto de cadeados. Porque não é possível entrar e sair em dois passos. Temos que passar por cada um deles até encontrar o cadeado que finalmente nos dá uma opção fundamental.
De forma indeterminável somos as pessoas que podem mudar um ponto de vista por ter a aptidão de decidir sobre qualquer ascensão perante aos nossos próprios olhos.
Obviamente que essa é uma missão de uma vida eterna.
Digo ironicamente...algo assim lhe parece simples?
Em exemplo como uma de nossas respostas...é! somos nós que construímos prédios e destruímos a natureza.
E é a natureza que nos dá extensão de vida. Faz sentido?
E o mais irônico é que o nome do nosso planeta é terra. Deveria ser Cimento e Cal.
Clichê é o desabitado e a lacuna diante do afluente e do preenchido.
As muralhas do lado de fora são envolvidas por estacas e espinhos. Do lado de dentro são erguidas por tulipas.
@POETICAINTERSTELAR
Os deslocamentos mais deslumbrantes em nós não resultam pela quietude.
São as correntezas e as tempestades mais irreprimíveis que nos transformam.
Lá está... arremessando de forma harmoniosa tudo que parecia permanente.
Depois disso nada está no lugar de antes.
O âmago, o eixo, a essência e toda essa profundidade, também não estarão no lugar de costume.
Será a ocupação de novos espaços...até a próxima tempestade.
O céu nublado nos ilumina.
Apesar de tudo podemos ter certeza que no momento exato através do caos nascerá um novo paraíso.
Então eu desejo a você uma bela ventania, e que esses ventos possam te levar a ser alguém melhor.
E lembre-se ...Os deslocamentos mais deslumbrantes em nós não resultam pela quietude.
PODERES VITAIS DA ALMA HUMANA
Os poderes vitais da Alma são aqueles que determinam se a Alma está ou não presente no Corpo. São quatro, nomeadamente, o Sentir, a Atenção, a Percepção e o Movimento.
Além dos poderes vitais, a Alma Humana tem outros poderes tais como a Imaginação, o Apego, a Identificação, a Reflexão e a Criatividade.
Estar Ciente destes poderes e exercita-los de forma regular e equitativa, sobretudo na Natureza interna e externa do Organismo, é das nobres formas de estar Ciente!
CONSCIÊNCIA E MENTE
A Consciência é a Mente e a Mente é a Consciência, porque ambas são Conteúdos ou Informações ou Pensamentos que Direcionam a Alma!
Todavia, é possível alguma distinção, caso seja necessária!
A distinção baseia-se no facto de que os Pensamentos do Cérebro quando se impregnam cumulativamente na Alma constituem a Personalidade.
A Personalidade é o conjunto dos Pensamentos padronizados acumulados na Alma ao longo das suas várias existências.
Com esse facto, pode-se dizer que a Consciência é o Conteúdo Específico da Alma ou a Mente da Alma ou a Mente Álmica, enquanto, a Mente é o Conteúdo Específico do Cérebro ou a Consciência do Cérebro ou a Mente Cerebral.
Assim, a Consciência Álmica ou a Mente Álmica é a Personalidade e a Consciência Cerebral ou a Mente Cerebral é o Pensamento, apesar da localização diferente no Organismo, ambas são Conteúdos ou Informações da Alma na medida em que Direcionam a Alma!
A RELAÇÃO MENTE-ALMA: Uma das propriedades do Cérebro e da Alma!
A Mente são informações gravadas e fluentes no Cérebro que determinam o comportamento da Alma.
Uma das propriedades do Cérebro é de ruminar em forma de pensamentos ou imagens as informações gravadas em si mesmo!
E uma das propriedades da Alma é de se apegar e se identificar com esses pensamentos ou imagens tornando-se os próprios pensamentos ou imagens!
As informações gravadas no Cérebro são ruminadas, ou seja, os pensamentos ou imagens aparecem à superfície no Cérebro, para se libertarem do Cérebro!
Contudo, em vez da Alma simplesmente observa-los e deixá-los se libertarem do Cérebro, ela se apega a esses pensamentos ou imagens e prende-os fazendo com que fiquem cada vez mais ampliados e estagnados no Cérebro o que culmina no cansaço mental que prejudica o estado emocional e físico do Organismo!
Uma Alma Consciente já consegue estabelecer uma distância entre ela e esses pensamentos ou imagens, isto é, já consegue simplesmente observar esses pensamentos ou imagens passando no Cérebro, como nuvens passando no Céu, e descarta-los, permanecendo assim no estado de plena Paz!
Porém, uma Alma Inconsciente não consegue e, deste modo, permanece no pleno estado de Preocupação que conduz à deterioração emocional e física do Organismo!
A Alma torna-se qualquer coisa com a qual se apega e se identifica, seja coisa boa ou ruim! Seja pensamento, imagem, emoção, Corpo ou qualquer objecto e situação externa ao Organismo!
ENTENDA ISSO! E TENHA A PAZ VERDADEIRA!
Frutos que se tornam Maduros pelo contacto com o Etileno libertado por outros Frutos já Maduros são aqueles que tem mínimas condições para se tornarem Maduros!
Pessoas que se tornam Sábias pelo contacto com o Saber publicado por outras Pessoas já Sábias são aquelas que tem mínimas condições para se tornarem Sábias!
COMPARAÇÃO ENTRE A MENTE E A CONSCIÊNCIA DA ALMA HUMANA
A Mente e a Consciência da Alma são conceitos semelhantes quanto a função mas são conceitos diferentes quanto a localização no Organismo Humano!
1. SEMELHANÇA ENTRE A MENTE E A CONSCIÊNCIA
A Mente e a Consciência são conceitos semelhantes, porque, ambas são Informações que determinam as Atitudes da Alma.
2. DIFERENÇA ENTRE A MENTE E A CONSCIÊNCIA
A Mente e a Consciência são conceitos diferentes, porque, a Mente propriamente dita são Informações gravadas no Cérebro que determinam o comportamento cotidiano, enquanto, a Consciência propriamente dita são Informações impregnadas na própria Alma que determinam a personalidade com que se nasce.
Entretanto, a informação gravada no Cérebro designa-se Cerebral independentemente de ser considerada como Mente ou como Consciência, enquanto, a informação impregnada na própria Alma designa-se Álmica independentemente de ser considerada como Mente ou como Consciência!
A Alma é a Entidade Gestora do Corpo diferentemente do Espírito que é a Entidade Construtora do Corpo.
SÃO OS HOMENS QUE NÃO QUEREM DEUS POR PERTO!
Os Adolescentes não querem os pais por perto, porque querem estar à vontade nas suas acções incorrectas!
Não é Deus que não quer os Homens por perto!
São os Homens que não querem Deus por perto, porque querem estar à vontade nas suas acções incorrectas!
E, devido ao Livre-Arbítrio, os Homens são deixados à vontade nas suas acções incorrectas!
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