Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

Cerca de 168890 frases e pensamentos: Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

A MUDANÇA DEVE COMEÇAR DENTRO DE NÓS.

Somos humanos, cheios de virtudes e defeitos, por isso mesmo é que somos seres em constante transformação. Todas as nossas ações devem ser qualificadas pelo que produzem. É pelo fruto que conhecemos a árvore e se nossas atitudes não estão coerentes com os nossos propósitos , devemos mudar, lembrando que toda mudança deve, necessariamente, começar de dentro pra fora, para que a transformação seja real.
Quando cuidamos bem de nossas necessidades e realizamos os nossos desejos, ficamos satisfeitos com nós mesmos, o prazer de ter alcançado é algo inevitável e a mudança quando se faz necessária em nós e esta quando acontece de fato, deve ser algo que nos dá prazer, porque foi a soma das nossas decisões.
Não é que tenhamos que fazer isso. Queremos fazer para nos tornar pessoas melhores e nos sentir bem, fazendo para o nosso crescimento enquanto seres humanos.
Vale lembrar o pensamento de Albert Einstein “ Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência”.
Lembre-se: Antes de criticar o outro, olhe para dentro de si mesmo e comece a mudar, reconhecendo seus próprios erros. Quando você apontar o outro com um dedo, os quatro estão lhe apontando, por isso a mudança deve começar em nós, de dentro para fora.

É por ter o que amamos que somos felízes e não por ter o que os outros acham amável!"

⁠Em cada um de nós existem três pessoas: a que nós achamos que somos; a que os outros pensam que somos; e a que Deus sabe que somos.

"Aqui estamos nós não vire as costas agora
Nós somos os guerreiros que construíram esta cidade
Aqui estamos nós não vire as costas agora
Nós somos os guerreiros que construíram esta cidade
Da poeira!"

Somos apenas mentira, duplicidade, contradição, e a nós próprios nos disfarçamos e ocultamos.

Nós somos homens, Filipe, e vivemos quase como máquinas. Essa ânsia de progredir, de acumular dinheiro, de construir, faz a gente esquecer o que tem de humano.

(Olhai os Lírios do Campo)

Não somos heróis, apenas mais humanos que muitos humanos.

As vezes somos livres mas não sabemos usar a liberdade, e mesmo com a gaiola aberta decidimos não sair, não voar... Até que alguém te mostra que voar é a melhor sensação de vida que existe!!!
Voe bem alto, para longe, bem baixo, onde e quando quiser, sempre que puder!!!

Para alguns somos a sombra, para outros a luz. Às vezes como vilão, outras como um herói. Durante um tempo somos um anjo, depois, um demônio. Não há um lado correto, há escolhas. O mal e o bem são nossos e a justiça e o amor são as únicas armas que mantem tudo em equilíbrio.

Nós somos manipulados, enganados, desde que nascemos!

Fisicamente,
habitamos um espaço,
mas, sentimentalmente,
somos habitados por
uma memória. Memória
que é a de um espaço e
de um tempo, memória
no interior da qual
vivemos, como uma ilha
entre dois mares: um que
dizemos passado, outro
que dizemos futuro.
Podemos navegar no
mar do passado próximo
graças à memória
pessoal que conservou
a lembrança das suas
rotas, mas para navegar
no mar do passado
remoto teremos de
usar as memórias que
o tempo acumulou, as
memórias de um espaço
continuamente
transformado, tão fugidio
como o próprio tempo.

José Saramago
O Caderno. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

A Soma de Todos os Afetos

Somos instantes

Somos instantes... e as escolhas que temos à nossa disposição não estarão disponíveis para sempre.

Outro dia, navegando na internet, vi a imagem de um muro pichado com a frase: “Somos instantes”. A frase ficou na minha cabeça, e hoje, dias depois, conferindo as fotos no celular (com aquele efeito incrível de captar o momento em que a foto foi tirada acompanhada de som e movimento), me lembrei da frase no muro.

Somos instantes… e por mais que desejemos acreditar que a vida é uma jornada longa, onde sempre haverá tempo de amar mais, nos entregar mais, resolver nossas pendências, conceder aquele perdão… esse momento não existirá em nenhum outro lugar senão no agora.

Somos instantes… e as escolhas que temos à nossa disposição não estarão disponíveis para sempre. Por isso é primordial não deixar as oportunidades passarem, os sonhos arquivarem, os projetos desandarem. O tempo não pára, ele corre depressa sem esperar retardatários. O bilhete não pode ser remarcado, e seu lugar não pode ficar vago.

Somos instantes… e por isso há de se comemorar as datas especiais, soprar as velinhas nos dias festivos, encher de balões a sala de estar, cantar versos de Vinícius, dançar um tango emocionado, reunir a família em torno da mesa de jantar.

Somos instantes… e assim não pode haver economia de roupa de cama nova, taças brilhantes da cristaleira, lingerie especial, sapato lustroso e vestido colorido.

Somos instantes… e aquela viagem tem que deixar de ser um sonho para virar disposição de malas prontas e voo alto. Economize, pesquise, viabilize. Vá conhecer um novo lugar, se envolver com outras culturas, experimentar novos sabores. Torne real os planos de seu coração e experimente a concretização de sua emoção.

Somos instantes… e por isso não se pode deixar para depois qualquer pendência ligada ao coração. Decepções ocorrem a todo instante, e por mais difícil que pareça, é nos momentos difíceis que a gente aprende a se curar. Então abra a janela e refresque o ar. Borrife perfume nos seus pulsos e solte os cabelos sem medo de embaraçar. Lembre-se de que tudo muda a todo momento, e que as mágoas só permanecem se a gente deixar.

Somos instantes… e assim todo momento vivido é um momento de crescimento e aprimoramento. Que a gente aprenda com os erros e acertos, e que permaneça o que nos faz bem. Entendendo que a sabedoria é resultado do que passou, mas é no presente que ela mostra o que a gente já conquistou. Abrace a alegria, dê as mãos à sabedoria. Dance em ritmo acelerado com a fantasia e respeite a calmaria. Não tenha medo de arriscar desejos, desenvolver projetos e sonhar fora do ninho.

Somos amor, sonhos, conquistas. Somos medos, decepções, mágoas. Somos mistério, alegria, fantasia. Somos força e vulnerabilidade; solidão e multidão. Somos tudo e nada, grandiosidade e pequenez, busca e encontro.

Porém, acima de tudo, somos instantes…

"Nossa personalidade, enquanto somos jovens, é semelhante à pedra preciosa por lapidar. Mas o tempo, dia a dia, nos desgasta e transforma, até que um novo entendimento da vida nos faça brilhar o coração."
Emmanuel

(Ave, Cristo! / pelo espírito Emmanuel; [Psicografado por] Francisco Cândido Xavier. Brasília: FEB.)

Aceitação

"Aceitar que somos eternamente diferentes é o primeiro passo para construir a unidade. Harmonia entre iguais é tarefa fácil, entre opostos, um desafio. Opiniões diferentes podem criar discórdia ou enriquecer o produto final, depende da visão e do nível de altruísmo. Sustentar a unidade é apreciar o valor do conjunto e a singular contribuição de cada um, permanecendo leal, não apenas uns com os outros, mas também à meta estabelecida".

Por mais que tente, a gente não pode se proteger do mundo. As pessoas nos amam pelo que somos e nos odeiam pelo mesmo motivo, não podemos fazer nada a respeito, a não ser continuar vivendo e dar qualidade aos nossos dias.

Somos todos passageiros da mesma nave espacial chamada Terra. No entanto, como nas caravelas dos colonizadores e nos aviões transatlânticos, viajamos em condições desiguais.

⁠Assim que nascemos, somos livres. Por mais fortes que sejam aqueles que nos privam dessa liberdade... Água flamejante... Terra congelada... Não importa o que seja! Quem puder ver essas coisas é a pessoa mais livre do mundo! Lute... Estou disposto a dar minha vida por isso! Por mais assustador que o mundo seja. Por mais cruel que ele seja! Lute... Lute!

E esse é o segredo da felicidade e da virtude: amarmos o que somos obrigados a fazer.

Sam: Você mesmo disse que não somos de julgar.
Dean: É. Só que isso é pura bobagem. Todo mundo julga o tempo todo. Ouça, eu tenho que ignorar o que o caro fez?

Não é o tempo nem a distância que dirão se vai dar certo. Somos nós mesmos ao tomarmos a decisão de lutar ou não por isso.