Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
Todos nós somos iguais.
Mas cada um escolhe sua "armadura"
Tem gente que prefere mostrar-se sensível, ser frágil...
Há pessoas que prefere vesti-se de bravura, e não demonstrar seus medos...
Tem pessoas que preferem exalar frieza e indiferença...
Mas no fim somos todos iguais, não importa a face que mostramos.
Cada um se protege do jeito que acha conveniente, do modo que se sente mais seguro.
Embora todos tenhamos medos, inseguranças...
#TodosTemosSentimentos
Até mesmo aquelas pessoas que demonstra frieza e indiferença...
A chave de tudo isso, é o "respeito"
#RespeiteEViva
Sobretudo o desdém da alienação.
No declínio austero somos sensatos.
Na verdade absoluta somos vendidos.
Pelos mesmos intempéries somos servos apesar dos pesares pecamos.
Tantas desculpas para apenas um pouco de atenção.
Os mortos nada sabem.
Sua memória foi entregue ao esquecimento —
diz a Escritura.
E quem somos nós para discordar?
No silêncio do cosmos, onde as galáxias se afastam uma das outras como ilhas que se recusam a olhar para trás, há algo mais do que matemática.
Há o rastro invisível dos que partiram,
não como almas flutuando em paz,
mas como o frio que fica depois do fogo.
A energia escura — essa força que ninguém vê, mas que empurra o universo para além de si —
não é viva, nem pensante.
Ela é o testemunho do que foi.
É o lamento que não se ouve.
É a sombra do esquecimento.
Nada nela pulsa.
Nada nela deseja.
Ela apenas está.
Como os mortos.
E por mais que pensemos que o universo cresce,
na verdade ele se afasta.
Foge.
Se alonga para escapar daquilo que não consegue mais sustentar:
a presença da ausência.
O fim da memória é mais pesado que qualquer buraco negro.
E é esse peso,
esse nada,
que faz tudo se mover.
No fim, talvez o universo inteiro seja só isso:
um grande cemitério de luzes antigas,
sendo empurradas pelos mortos que já não sabem de si,
mas ainda forçam o espaço a nunca mais ser o mesmo."**
Vivemos as nossas vidas em busca de algo que nunca somos capazes de encontrar, porque não sabemos, com clareza, o que seja e como encontrá-la.
Brancos, amarelos, negros: somos todos arco-íris, a consciência negra é importante para lembrarmos que alma é o encontro de todas as cores.
Nascemos sem consentimento, herdamos uma dívida que nunca contraímos e somos obrigados a pagá-la com sofrimento. Odeio a vida como um prisioneiro odeia sua cela — mas até meu ódio é parte da sentença, pois prova que ainda me iludo achando que a liberdade seria possível.
Somos iguais na essência, mas as diferenças mudam o paladar para cada fruto. O que te oprime é o que te preocupa. Amar pela metade ocupa um lugar vazio onde deveria estar o amor.
na vida descobrirmos quem somos através de nossa experiências.
Quando ainda criança não sabemos o valor de uma pessoa idosa ,pois ali está o conselhos sábios de um ancião.
Onde muitos não dão valor.
Aprendi que por trás dos cabelos branco, e suas mãos cheias de calos ,também a há sábios conselhos para vida .
Nós, romancistas, somos pessoas que não amadurecemos totalmente do ponto de vista cerebral. Descobri que, na infância, todos os nossos neurônios se conectam e, na adolescência, há uma poda de algumas conexões. Em 20% da população, essa poda não é feita totalmente: são as pessoas com transtornos mentais e os artistas.
Nós somos apenas um instante neste vasto Universo e na vasta multidão!
Como queres ser lembrado quando já não estiveres entre os vivos ou entre os teus hoje?
Nós somos aquela geração que não vai voltar.
Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado.
não para olhar para uma tela,
mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua — onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos.
Nós éramos os que voltávamos da escola a pé.
falando alto ou sonhando em silêncio,
com a mente já no próximo jogo, na próxima aventura,
entre um buraco na areia e um segredo sussurrado atrás de um canto.
Um pau podia ser uma espada.
uma poça virava um mar para conquistar.
Nossos tesouros eram berlindes, cromos, barquinhos de papel.
E o céu, nosso único limite.
Não tínhamos backups, apenas memórias na mente e nos rolos fotográficos.
As fotos eram tocadas, cheiradas, guardadas em gavetas —
junto a cartas escritas à mão,
postais dos avós,
e desenhos coloridos que os pais guardavam como jóias.
Nós chamávamos de "mãe" a quem curava nossas febres.
e "pai" que nos ensinou a andar de bicicleta.
Não era preciso mais.
À noite, sob os cobertores,
conversamos baixinho com o irmão na cama ao lado,
rindo por besteira,
com medo que algum adulto ouvisse e desligue esse pequeno mundo de cumplicidade.
Essa geração está indo, pouco a pouco,
como uma fotografia que perde a cor,
mas ninguém quer jogar fora.
Nós nos afastamos silenciosamente, levando uma mala invisível:
o eco do riso na rua,
o cheiro de pão acabado de fazer,
corridas sem sentido
e aquela liberdade que eu não conhecia notificações.
Nós éramos crianças quando ainda se podia ser.
E talvez essa seja a nossa maior fortuna.
Somos folhas, água, vapor e memória. Somos corpo que pede colo e alma que encontra sentido em rituais simples.
Somos equipados com um coração para conduzir e expressar uma consciência superior de existência e isto pode ser feito vivendo a vida com a mente aberta para a aprendizagem.
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