Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
A Teia
Toda a história da generosidade falsa dos nossos opressores
Não vale um dia de luz da solidariedade dos povos oprimidos.
A mão estendida nada mais receberá
Senão outra mão estendida
Para construir o que se quer.
Toda a história da generosidade falsa dos nossos opressores
Não vale um dia de luz da solidariedade dos povos oprimidos.
Os passos corridos não caminharão para as pedras
Será a terra justa nosso caminho.
O alimento dado aos que tem fome será negado
Senão o alimento da partilha, o alimento da vida.
A vida para os que aprenderam a amar vivendo
Será alimento para os que têm fome não só de comida.
Toda a história da generosidade falsa dos nossos opressores
Não vale um dia de luz da solidariedade dos povos oprimidos.
Os sonhos estéreis dos opressores serão de nós recolhidos
Sonharemos com o mundo no qual as palavras
Sejam coloridas com a tinta que transmuta
Toda luta em sonho
Todo sonho em luta.
“Olhar nos teus olhos e sentir as constelações dos nossos destinos se encaixando foi umas das coisas mais bonitas que já admirei na vida. Logo eu, que não prezava pelo afeto, muito menos adornava o amor, estava parada na esquina da tua casa tentando barganhar um puxado de carinho. Sem sucesso. Percebo então que você consultou os astros, mudou a rota e passa bem sem mim. Então chego em casa e sinto a nostalgia do desamor. Vasculho gavetas, prateleiras e vasos de porcelana, procurando a tua angústia tão perfeita que quero sentir também. Pra te mostrar que somos iguais, pra segurar teu coração em minhas mãos como quem pudesse quebrá-lo, fazendo de mim a vilã do acaso. Abro a geladeira, os embrulhos de inocência e sigo procurando nos cantos do porta-jóias um motivo que faça desistir de ti. Mas peco pelo excesso, vivo pelo pecado, confesso, de te querer só pra mim. Eu desdobro as roupas, mudo os móveis de lugar e tua essência não sai dali. Jogo fora o meu baú de premissas erradas, viro o lado do disco e o teu falso amor ainda cisma em me assombrar. Fico inquieta, abraço os joelhos, trago um cigarro que traz os teus gritos de histeria. A madrugada vira uma sinfonia de histórias de terror e eu assisto aos filmes me lamentando pelos erros que você cometeu. Rabisco as paredes do quarto, durmo no sofá da sala, tomo banho gelado no frio e evito qualquer lembrança das cores que só você tem. Substituo o café forte pelo chá gelado poupando a minha saliva de sentir o teu gosto. Perco-me nas ruas quando te encontro no céu azul, que adoravelmente aceitaria bordá-lo com o meu sangue para me esquivar de uma dor maior. E na metade da tarde me envolvo no impasse de recitar ao vento mil poesias desejando que, ao menos, uma delas sussurre no seu ouvido a falta que você me faz. Mas como num ciclo, elas voltam chorando pela tua distração com o caminho reto. E ao final do dia, sigo suspirando a cada hora em que os nossos segundos não se esbarram. Descubro no meu lapso o teu próprio tempo e o meu relógio batendo os pés, impacientes, aguardando tua melhor piada. Porque, ao final das contas, qualquer atenção tua regenera a minha alma cansada. À noite, entrava em casa na ponta dos pés desejando que a tristeza não despertasse. Tarde demais. A porta rangia, o assoalho acusava e o escuro me engolia com o cheiro da ausência. Eu cedia para matar a sede da saudade que só cumprimento por fotografia. Engano o jardim florido declamando baixinho que só estou ali passando para dizer à tempestade que as nuvens pretas no céu escondem o meu infinito de tristeza, e a chuva que cai, transborda as minhas lágrimas tão incertas. Esconderia o nome do culpado das noites de vendaval e até pecaria em dizer que o sol aparece quando ele caminha em minha direção com um sorriso no rosto. Benzinho, eu vou jogar você da janela do sexto andar pra te mostrar a dor que é ficar um dia sem notícias tua. A cada três passos que dou, sinto que um teu está entre eles. Só não me olhe sorrindo enquanto diz que nunca mais vai voltar. Você falou das notas dó nas poças d’água das ruas e eu pego carona nos dias de chuva só pra te ouvir de novo.”
O apocalipse está próximo!
O fim do mundo está tão próximo como nossos cílios.
O fim do meu mundo, do meu mundo, meu...
Tão meu e tão seu, sem que você soubesse.
O fim está próximo.
Mais um final de semana e BUM!
Minha falta de otimismo é a dinamite principal.
Espalhará estilhaços de ilusões por todo espaço que restar.
Não quero de novo ter juntar caquinho por caquinho,
Fingir estar tudo bem, pra todos de bem que me orbitam.
Não tá nada bem.
Eu nem sei o que fazer, acho que tenho ser mais de palavra...
De uma palavra só como diriam os antigos.
Não vou mais amar ninguém.
Ou melhor, gostaria de não amar assim.
Ser amado é um segredo gigante, mas ninguém nunca me contou.
A riqueza da existência está em nossos olhos. Com eles descortinamos a beleza da vida na consciência de existir.
Nós nos preocupamos muito para o que vão dizer
Escondemos nossos sentimentos para sermos mais felizes, Porém só acumularemos Pesos em nosso Coração, até explodirmos e parar para pensar que vale a pena Expressar-se com o Coração.!
coração sobre alma cativa
em sono infinito,
alem dos nossos sentimentos
ainda vivemos,
em processo de debilitação,
somos a poeira,
alem disso que somos nessa verdade,
joguetes do alem,
bem pouco compreendo,
o sei o que sou,
o real é o infinito,
abraçado em desejos de grandeza,
do qual somos apenas poeira,
jogada ao vento,
esperando que vida demostre,
o amor dessa vida,
seja liberdade da alma,
numa despedida,
eterna nessa minha alma perdida.
por celso roberto nadilo
eu não consigo nem olhar nos seus olhos,
mas o melhor de está ao seu lado é quando
nossos corpos se tocam sem querer ..
Não podemos ter uma visão ingênua, pensando que Deus não se importa com os nossos pecados, Deus recrimina o pecado, mas Ele ama o pecador.
O mundo externo entra em nossa mente através dos filtros de nossos paradigmas, e eles nem sempre estão corretos.
Discordo que existam pessoas inesquecíveis. Diria apenas que algumas permanecem em nossos pensamentos tempos maior do que estabelecemos.
Somo frutos de nossos pensamentos, misturado ao som de uma visão sem destino, entrelaçado pelo medo da própria sombra que anda conosco ao longo da vida!
E a vida bruscamente passa ao nossos olhos sem que se perceba a tamanha ilusão permanente do Passado, Presente e Futuro!
Meu amor
Estarei nos teus braços.
Sentirei de novo o teu calor.
Dos nossos abraços e beijos.
O aroma e gosto do teu cheiro
sabor doce e amargo do teu amor....
Retiraste os meus cabelos...
dos meus olhos.......e beijaste-os...
com as tuas mãos macias acariciaste-me.....
os teus olhos ficaram transparentes.....
Percorreste com eles todo o meu corpo......
e as tuas mãos prendi-as às minhas.......
pelos nossos corpos numa perdição.....
de amor que acabou no chão....
dos nossos corações que em fúria desmedida,
se fundiam num só querer....
nos amamos e saciamos os nossos desejos.
O teu corpo seduz-me com o cheiro de jasmim
num dia raro.... que nem a chuva nos separa....
Sentirmos o cheiro perfumado do.....nosso amor.!
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