Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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"Deus é justo: Ele nos dá a liberdade de plantar o que quisermos, mas a colheita dos nossos atos é um princípio que ninguém pode evitar."

"Diante de Deus, as nossas palavras de ofensa pesarão mais do que os nossos silêncios. Nunca maltrate ninguém, pois você não sabe qual ferida aquela pessoa está tentando curar enquanto sorri para o mundo."

Talvez a única boa notícia que eu e você tenhamos hoje é que nossos familiares e parentes estão bem, pois o que se pode esperar de bondade em um mundo que rejeita o Filho de Deus?

Nossos corpos podem estar distantes, mas nossos espíritos permanecem entrelaçados.

Nada será como antes — nem mesmo os nossos pensamentos. A cada piscar de olhos, surge uma nova perspectiva, um novo cenário, uma nova emoção.

No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.


A imprensa sempre foi opinativa e parcial; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, ela apenas se reinventou.


Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.


Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, elas apenas se reinventaram.


Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.


Resta-nos perceber que o acesso às notícias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilégio dos que investigam.

⁠O mau-caratismo dos nossos parlamentares-influencers é tamanho que já nem se constrangem em tentar confundir ainda mais a boa e caprichosa parcela de confusos que os sustentam.


Temem reformar ou criar leis para não serem alcançados por elas.


E, nesse medo, moldam discursos, distorcem fatos e vendem narrativas como quem vende alívio imediato — ainda que o preço seja a lucidez coletiva.


Se algo cobra proteção, certamente está sendo agredido.


Não há urgência sem ferida, não há clamor sem dor.


A necessidade de amparo denuncia, por si só, a existência de um desequilíbrio que alguém insiste em ignorar — ou pior, em manter.


O absurdo é ter que criminalizar algo que nem era para existir.


É reconhecer, em forma de lei, a falha ética que já deveria ter sido superada pela consciência.


Quando o óbvio precisa virar norma, é porque o básico deixou de ser princípio.


E talvez o mais perigoso disso tudo já não seja a ação dos que distorcem, mas a passividade dos que, confusos, já não conseguem distinguir proteção de privilégio, justiça de conveniência, liberdade de expressão de discurso de ódio e verdade de espetáculo.

⁠Desde que a FIFA passou a pensar com os pés, a torcida com as cabeças dos outros, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a cabeça.


Talvez o problema nunca tenha sido exatamente o futebol, mas o que fizemos dele.


Um jogo que nasceu como expressão espontânea de corpo, inteligência e improviso foi sendo lentamente capturado por interesses que preferem o automático ao criativo, o previsível ao genial.


Pensar com os pés, nesse contexto, deixou de ser metáfora poética da habilidade e virou sintoma de uma inversão: decisões tomadas longe do campo, desconectadas da essência do jogo.


A torcida, por sua vez, que antes era extensão pulsante da arquibancada, passou a reproduzir discursos prontos, terceirizando até suas próprias emoções.


Já não se vibra apenas pelo que se vê, mas pelo que se manda sentir.


E quando a emoção deixa de ser autêntica, ela facilmente se transforma em massa de manobra — barulhenta, intensa, mas pouco consciente.


E os jogadores?


Esses parecem cada vez mais pressionados a cumprir roteiros invisíveis.


Entre contratos, estatísticas e expectativas infladas, o improviso — que sempre foi a alma do futebol — vai sendo sufocado.


Jogar com a cabeça, no sentido mais nobre, exige liberdade para pensar, arriscar e errar.


Mas, em um ambiente onde o erro custa caro demais, a criatividade se torna um luxo perigoso.


No fim, talvez estejamos todos participando de um jogo que já não reconhecemos completamente.


Um jogo onde se corre muito, fala-se demais e pensa-se de menos.


E aí, ironicamente, aquilo que sempre nos encantou — a inteligência que nasce do corpo em movimento — vai sendo substituído por uma coreografia previsível, eficiente… e cada vez menos humana.

Quando Deus não é o centro da oração, nossos desejos deixam de refletir a vontade d’Ele.

Em Sua infinita bondade, Deus nos protege até daquilo que nossos olhos não veem. Sejamos sempre gratos por tanto amor e cuidado recebidos.

“Encantei-me com a beleza de tua
alma, quando nossos olhares se encontraram um no outro.”


Trecho do livro-Cecília D'Avilla

— Carregamos para sempre os nossos traumas, Dudu.
— Eles só permanecem em nossa vida, quando não os superamos. Enquanto não se curar daquilo que te machucou, a ferida continuará sangrando dentro de você.
Miguel ficou pensativo quanto ao que acabara de ouvir. Estava preso aos fantasmas do passado que tanto o atormentavam. Enquanto não se libertasse de toda aquela dor, iria passar o resto da vida preso no vazio da sua alma, e nunca seria completamente feliz.
(livro - Escolhida para me Amar/romance-ficção)

É fácil apontar os erros dos outros, mas difícil é reconhecer e lidar com os nossos próprios erros.
A culpa pode nos fazer sentir presos no passado, mas o perdão (de si mesmo e dos outros) é um passo importante para seguir em frente.
Mesmo nas dificuldades, há força para recomeçar.


Parar de julgar e fazer a diferença.

O amor é uma forma de traduzir o código de nossos pensamentos,nem todos podem decifrar os códigos do amor,requer uma senha que está guardada no coração ,quando voce dispõe da sua senha a alguém,pode ser bem ou mal usado,as consequências da confiança muitas vezes sao amargas

Inserida por viniciusdoreggae

.. A gente se entende,
mesmo com as nossas diferenças, com nossos desentendimentos, mas a gente se entende..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

Enquanto estivermos vivos na memória de nossos amigos, viva estará nossa amizade.

Inserida por tucafriba

Nossos pensamentos por vezes direcionam o nosso destinO!

Inserida por hermoislove