Nos somos Culpados pelos nossos Sofrimentos
“O tempo”
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O tempo corre demais
Ontem crianças, hoje pais
E do nada somos avós
O tempo constrói novos trilhos
E quando olhamos nossos filhos
Já eles seguem sem nós
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A realidade é mais que certa
Já temos a porta aberta
À nossa espera - quem já partiu.
E a nostalgia nos aperta
Numa saudade que nos desperta
Dum tempo que nos FUGIU.
Amor nem sempre é Amor!
Muitas vezes costumamos confundir alguns sentimentos. Nós somos seres ainda muito primitivos, é normal que haja mesmo essa confusão quando chegamos na parte emocional. Naquele plano onde não vemos, onde não podemos tocar, mas, apenas sentir. Dominamos mais a parte racional da vida.
E para aprendermos a lidar com a parte emocional exige bastante treino mesmo. E um dos maiores treinos é o autoconhecimento. É o olhar pra dentro, nos conhecermos, identificarmos o que estamos sentindo e o que achamos que estamos sentindo. Sim! Muitas vezes achamos que estamos sentindo determinado sentimento, mas na verdade é bem outro. Tem muita gente colocando nome errado nos sentimentos.
Amor nem sempre é Amor;
Amor pode ser Carência;
Amor pode ser Apego;
Amor pode ser Falta de Amor Próprio;
Amor pode ser Vaidade;
Amor pode ser Interesse;
Amor pode ser Paixão;
Amor pode ser Solidão;
Amor pode ser Medo;
Precisamos analisar o quanto de outros sentimentos está camuflado, maquiado, escondido em nome desse Tal do Amor. Se não, vamos continuar transformando uma coisa tão bonita em algo feio. Precisamos saber diferençar uma coisa de outra. Porque o que vemos por aí são coisas totalmente diferentes, contrárias, algo totalmente distorcido e as pessoas colocando tudo isso em nome do tal do amor.
A gente não se dá conta do quanto somos agraciados. Claro que nem tudo é perfeito, mas só o fato de termos sido abençoados com sentidos perfeitos já é um motivo para sermos felizes. Ver, ouvir, falar, andar é um milagre que nem todos podem desfrutar. Ter uma família que nos ama, teto pra morar, água limpa, comida na mesa e um cobertor quentinho é outro. Sejamos gratos por tudo isso, porque o que realmente faz uma pessoa feliz são essas pequenas preciosidades que e geralmente passa despercebido perante o nosso olhar ingrato.
FAÇA O BEM.
Não é fácil retribuir com o bem quando somos tratados com hostilidade; porém, mesmo ferido, procure sempre desejar com o que há de melhor no seu coração.
Somos barcos navegando nesse grande oceano que a vida e a nossa fé são as velas que mesmo com os ventos contra, jamais nos deixa à deriva.
Inocência é achar que somos capazes de andar pela vida sem esbarrar em alguma dor, sem colidir com a ingratidão, sem tropeçar na deslealdade e em alguns desafetos.
Bobagem é crer que não seremos alvo do egoísmo, da inveja e da maldade humana.
Infantil é acreditar que hora ou outra não vamos ser atingidos por palavras com calibre suficiente para fazer sangrar o coração, ferir a nossa alma e até matar algum sonho frágil.
Ingenuidade é esperar que a vida pare para passar a mão na nossa cabeça, para vir curar nossas feridas. Não, ela não vai! Você é quem vai ter que fazer isso sozinho. A vida não é um paraíso e quanto mais cedo aprendermos isso, menor será o sofrimento que é inerente à própria vida.
Somos como brasa e carvão. O ser humano é assim. Quando sai do fogo, vira carvão. Quando colocado outra vez no fogo, vira brasa. Vivemos sendo lembrados das coisas. E vivemos esquecendo. E relembrando.
Um dia eu disse ao meu melhor amigo, o futuro filósofo Cauã Sanches, de que todos somos esponjas em um oceano repleto de conhecimento, cabe a nós absorver esses conhecimentos ou não até porque, conhecimento nunca é demais e também como meu pai me disse uma vez:
"O conhecimento é a única coisa que ninguém consegue roubar de nós."
Morais, Valdomiro.
Todos nós, em alguma medida, somos ao mesmo tempo sinhô e escravo. Todos nós, sem exceção. A questão é sabermos o que será o nosso senhorio e, é claro, o que iremos subjugar em nossa vida. A resposta a essas indagações, gostemos ou não, indica a real substancialidade da palavra liberdade em nossa alma e, o quanto, de fato, somos senhores de nós mesmos.
Eu sou o que sou...
Entender o que somos
É a abundância
Na trajetória
De nossa caminhada
Porque nos reencontramos
Com a nossa verdadeira natureza:
Essência pura da alma!...
E assim conseguimos subir
Nos elevar...
E em cada degrau que alcançamos
Com amor e gratidão
Sentimos a liberdade da vida
A felicidade plena no coração
Que a paz está nas coisas simples
Nas amizades sinceras
E nas sementes do bem
Que deixamos ao longo do caminho
Paz no coração!!!...
Peregrino Antonio Carlos Corrêa
Somos luz
Quando vivemos
Com a simplicidade da vida
E vemos todos,
Como companheiros de jornada...
Porque sozinhos, não somos ninguém...
Só olhando fundo
Nos olhos de nossos semelhantes,
Podemos sentir a essência de cada alma
E de cada coração.
Que sejamos luz Sempre
Com amor e muita paz no coração!...
Abraços e felicidades
“Quase lá”
É o que a gente é
Não somos mais que amigos
Porquê “você sabe o que vai dar”
“É melhor deixar do jeito que tá”
Afinal
Não é amor
É quase lá
Temos o fósforo e a Caixa
Mas a gente não pode usar
“É melhor não acender”
“Deixa só na faísca”
“E se a chama se descontrolar”
Eu gosto do jeito que tá
Mas eu gosto muito mais de te olhar
Muito mais de te beijar
Eu gosto de te ter
Só pra mim
E só de pensar em te dividir
Você sabe
Que não vai dar
Mas olha isso não e sobre amar
É quase lá
E quando perguntam
“o que vocês são?”
“Somos amigos!”
É o que eu vou falar
Mas aí eu vou lembrar
Do jeito que a gente
Quase consegue se amar
E de como facilmente eu poderia
Tentar chegar lá
Quem sabe conseguir
E deixar no passado
Esse nosso
“Quase lá”
Em tantos momentos da vida somos obrigados a seguir em frente sem saber nem mesmo como caminhar... ainda assim podemos fazê-lo
Somos o entrelace do tempo e esquecidos pelas angustias de um presente tão esquecido pelo tempo. Sinto-me tão desconhecido e distante de tudo e de todos que um dia fizeram de mim este ser desconhecido.
Não era o frio ou o calor intenso de minhas angustias que fizeram de mim este ser desconhecido, foi à necessidade de ter o que nunca tive no meu desejo mais inocente, tudo isso é nada se for comparado ao que nunca tive. Não me considero tão só neste mundo sombrio e mórbido, até porque não sou tão conhecido e se um dia foi conhecido, isso poderia até acontecer, recordei que sou apenas um desconhecido. Vagando no tempo me perdi uma luz encandesceu o meu ser, mostrando o desconhecido do meu interior, foi tão rápido que tive sensação de ter encontrado o real sentido do desconhecido que me consome a cada dia.
