Nos somos Culpados pelos nossos Sofrimentos
Ecos do Inexplorado
Sob olhares desconfiados, somos julgados,
Em um mundo onde as mentes são mares inexplorados.
Nas ondas do desconhecido, navegamos sozinhos,
Nossas vozes, ecos distantes, em caminhos sem vizinhos.
Nas profundezas do ser, onde os sensores traçam,
Linhas e ondas, mapa de uma alma que não se encaixa,
Cada pico, cada vale, um universo a desvendar,
Nas sinfonias elétricas de histórias a contar.
E na busca por alívio, na química encontramos abrigo,
Quietados numa chave misteriosa, portas do desconhecido.
Em cada molécula, uma promessa, um novo amanhecer,
Um convite para a mente, suavemente, se entender.
No silêncio das tempestades, a fumaça sussurra calmaria,
Como um bálsamo suave, trazendo paz ao dia.
Nas correntes do sentir, um elixir para a dor,
Um toque gentil, um caminho para o amor.
Somos viajantes de um cosmos vasto e singular,
Cada estrela, uma história, em um céu a brilhar.
No espectro singular, cada luz, uma cor,
Cada vida, uma poesia, um eterno explorador.
Muitas vezes xingamos uma pessoa de ignorante sem atentar que todos nós somos ignorantes de alguma coisa.
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SOMOS IGUAIS.MAS ALGUNS OLHAM PARA AS ESTRELAS!!
Ser mal interpretado pode ser como viver em uma tradução distorcida de si mesmo. O que queremos comunicar de forma apaixonada muitas vezes sai truncado, metamorfoseando-se em algo que não reflete a profundidade das nossas emoções. A solidão que acompanha essa experiência é como um eco vazio, reverberando com a pergunta constante: quem realmente nos compreenderá?
E então, há aqueles momentos em que parece que estamos à frente do mundo, como se as peças do quebra-cabeça das nossas ideias se encaixassem antes que o mundo ao nosso redor tivesse a chance de perceber. Ser um passo à frente pode ser solitário, pois as perspectivas que vemos podem não ser visíveis para todos. É como caminhar em uma trilha íngreme, onde os horizontes que enxergamos ainda não são alcançados pelos olhos dos outros.
Somos escravos dos sentidos. Desejo o que está além da reprodução do inconsciente. quero rasgar o véu que separa o mortal do eterno. Separar céu de inferno antes de vestir o último terno.
“Individualmente, somos apenas uma gota, achamos que nao somos nada ou quase nada, mas juntos, nossa, juntos, somos um oceano.” Arkaled
Somos moldados pela consistência de nossas ações, pois nos tornamos aquilo que praticamos repetidamente.
Quando criança, pensava muito que somos isso ou aquilo. Ser bailarina, compositora, poeta, fotógrafa.Tornei-me uma adulta, quero ser escritora e terapeuta.
Não existe morte, todos somos eternos no tempo, e ela sempre estará lá, viva e jovem para sempre no tempo dela.
Nós somos o começo, o meio e o começo. Nossas trajetórias nos movem, nossa ancestralidade nos guia.
Sabe, somos como uma montanha russa, hoje estamos aqui embaixo, amanhã estaremos também.
A vida é como um sopro e uma folha, a vida é o sopro e a gente é a folha, a vida sopra a gente pra lugares que nunca imaginamos encontrar, e nos sopra para corações que nunca nós pertencerá e que nunca poderá amar, criando um ferida que demorará sarar, mas quem se importa, não é o seu caminho que cruzou com o daquela princesa, que tem uma beleza....
Somos todos aprendizes com altos e baixos e não existem mestres encarnados, duvide de todo aquele que diz o contrário. À medida que a arrogância se dissipa, a luz interior brilha com clareza, revelando a verdadeira natureza que conecta a todos nós em um aglomerado de experiências compartilhadas e compreensão mútua.
No contexto cósmico, somos efêmeras partículas em meio a bilhões de galáxias. Contudo, nesse instante fugaz que chamamos de presente, nossa capacidade de sentir, amar e criar confere um significado único à nossa existência. Portanto, abraçar o espetáculo do agora, com todas as suas nuances e emoções, é onde encontramos a verdadeira riqueza da nossa jornada
A pessoa que mais nos desvaloriza somos nós mesmos, as vezes nós não perceberemos, que temos competências, talentos e dons que são únicos e singulares !
Possuo uma convicção sólida acerca da liberdade humana, acreditando que somos plenamente capazes e livres para escolher ou tomar decisões conforme nossos desejos. Contudo, a questão crucial não reside apenas na presença da liberdade ou na faculdade de escolher como desejamos, mas sim na nossa capacidade de lidar plenamente com as consequências dessas escolhas. Liberdade, portanto, implica em responsabilidade.
Não somos a bondade em pessoa que imaginamos.
Criamos um personagem que idealizamos, que passamos a representar na realidade para não conhecer quem realmente somos.
Recalcamos, escondemos, tudo o que incomoda e desagrada em nós.
Nosso inconsciente é uma gaveta onde deixamos guardado tudo o que não aceitamos em nós.
Negamos paixões que ainda não queremos acreditar como fazendo parte de nosso eu.
Enquanto não aceitarmos, admitindo que elas existem, não conseguiremos superá-las, muito menos conviver com elas.
