Nos somos Culpados pelos nossos Sofrimentos
Querendo ou não, você contagia as pessoas, o ambiente e a sua vida. Somos energia em movimento e energia contagiante! Se faço algo por alguém, faço por mim também!
CONTAMINAR-SE É SECESSÁRIO ("Somos carne exposta, Em um mundo putrefato, Tentando ficar imunes a contaminação." — Maicon Fraga)
Se você quer as respostas certas e sábias, venda as fantasias depravadas das religiões e estude as páginas da natureza e os acontecimentos entre nós (remédio para a contaminação). Seja um exímio observador, assim procede o velho cronista. Já viram algo feito para andar e não anda? Pois é, DETESTO burro que empaca, mas esse câncer me trouxe uma revelação: Sou esse burro que empacou, e meu veneno é meu combustível. Sou uma contradição ambulante, é verdade; por isso, devo ficar longe de tudo que me faz mal, e pessoas na dose excessivas, são tóxicas, e essas coisas ruins são muitas, diga-se de passagem. Então, por querer tanto viver, serei tão radical que não aceito a neutralidade, tolerância zero. Os que não fazem nada também me fazem muito mal. Os de longe e os que não têm nada com isso não merecem a manifestação alegre da pouca energia que me resta. O câncer também destrói a alma dos contaminados e não assistidos. Todavia, desenvolve no organismo os anticorpos da necessidade, tenho deixado de precisar. O desapego é o estágio do fim, e uma expressão de amor para os que ficam com saudades. O esquecimento é inimigo da gratidão e não tive tempo de sê-lo. Estou indo cedo, pois o curso acabou; meus colegas de classe me viram passar. Eu os contaminei e não poderia deixar por menos. CiFA
A inveja mostra o quanto somos significativo na vida de algumas pessoas ao ponto de realizar atitudes pelas costas.
Ao realizarmos o bem nós somos recompensados pela prática do mesmo, mas quando fazemos algo de mal somos punidos recebendo-o de volta em proporções maiores.
Somos como as rosas que ao desabrochar revelam pétalas maravilhosas, mas com o passar do tempo murcham e caem, e assim é a vida! Fazer o quê?
HINO A URANDI
Somos gratos à sua índole, Criador,
Por terra fértil e com um céu anil,
Rios e cascatas de um excelso alvor
Ornados com belezas do Brasil!
Conquistada a terra do gentio,
A bravura lusa num mundo novo
E o labor afro no tempo hostil
Ergueram a grandeza deste povo.
Rincão baiano, oásis do meu Sertão,
Aflora água doce dos mananciais.
Rico em minérios, gado e irrigação;
Aerado pelas brisas das Gerais.
Amamos a ti
Urandi,
Amamos a ti!
Nosso cunho
É o pássaro
Gurandi.
No encontro dos rios nasceste Urandi,
Urbe pujante em vales verdejantes,
Nome vindo do tupi-guarani;
É genitora de filhos brilhantes.
A liberdade não era um sonho novo,
E a força ufana de um sábio intendente
Pra o triunfo soberano deste povo,
Propércio és Duas Barras independente.
Terra Mãe, devemos enobrecer;
Como bons filhos, não falta por quê.
E sendo urandienses até morrer,
Nós dedicamos este poema a você.
Somos aclives e declives...
O tempo e as circunstância da vida nos torna muitas vezes o que não queremos ser. Jamais podemos nos definir no que somos, ao definirmos no que somos encontramos barreiras... Somos abismos. Porões amarrotados de estilhaços, entulhos. Somos circunstâncias... Não somos o que fomos predestinados a ser... Lutamos para nos abster daquilo que não deveríamos ser, e ao confrontar com essa luta, excitando-a, não hesitamos o que venhamos a ser. Livres não somos. Somos monstros enclausurados em busca incessante por liberdade, pensamos em ser, e nos iludimos no que achamos ser, e ao pensar no que somos, nos perdemos no caminho. Vivemos em um labirinto que é a vida, e em quanto lutamos no seu percurso intrincados percorremos desorientados a procura do ser. E nesse jogo alucinante que é a vida, corremos o risco de mostrar pro mundo, o que não somos e, o que fazemos, e nesse jogo, atropelamos até nós mesmo para poder encontrar a porta que nos leve ao tão falado amor... E na ânsia, ele nos faz enfrentar a vida com tal apego, que, ao não encontrá-lo nas coisas; e pessoas; nos obriga a nos tornar algo que não queremos ser e, isso nos remete a ser isto: Seres humanos sensíveis. Tão alegres, como amargurados, deslumbrados, ou, com feridas não cicatrizadas. Nos tornamos escravos dos traumas, das frustrações, e até mesmo da tal felicidade. Muitas vezes, nos tornando mais frios, desatentos, secos por dentro. Somos. Mas, não devemos viver para sermos insignificantes, mas, para vivermos sedentos, e morrer por aquilo que buscamos, no que acreditamos. E nessa corrida... Somos só paredes cheias de fotografias retrato, e espelhos que refletem só a nossa aparência superficial, e por dentro não temos certeza de quem realmente somos... Somos poço. E nossas almas viventes, vivem escalando ladeiras... Somos o que mesmo?! Simplesmente, convicções e incertezas!
Nós não somos "derrubados" pelas pessoas, pelo que falam ou fazem conosco, mas por nós, pelo que fazemos com aquilo que nos chega.
Não é a ação, mas a reação que conta!
Nem sempre somos o sabor da terra em que habitamos, às vezes somos a terra usada sobre os pés de alguns terráqueos como base para sua existência.
A humanidade ainda não compreendeu que não somos seres individuais vivendo em coletividade, mas somos seres coletivos servindo ao todo com suas respectivas individualidades.
Somos incapazes de compreender, com nossas mentes lineares, a complexidade do infinito, transpassamos moléculas, partículas, átomos, até chegar na "origem" (Big Bang).
Ao tentar imaginar algo que antescede uma possível origem, esbarra-se no limite (até então intransponível) do intelecto humano, o absoluto nada.
