Nós Mesmos
"Se conseguíssemos olhar para dentro de nós mesmos, e enxergar as nossas próprias misérias, só então amaríamos o nosso próximo como a nós mesmos"
Cultive sempre o amor-próprio, pois, se não amarmos a nós mesmos, dificilmente os outros nos amarão. Sorria para a vida, e ela lhe devolverá sorrisos. É a simples lei do retorno.
Só temos como aprendizado evolutivo esta Vida.
Jamais a desperdice com traumas e picuinhas de cunho pessoal, atribuindo aos outros mazelas que são nossas.
Como é precioso o momento à sós . Nestas horas é que podemos,com carinho e cuidado, olhar para dentro de nós mesmos. Então, em um gesto de amor, retiramos dali tudo que precisamos para erguer a cabeça e recomeçar.
Fazemos parecer fácil as coisas, driblando o mundo real que existe dentro de nós, trazemos a margem uma versão mais alegre e leve, uma versão que o mundo espera, e que seria suficiente, se fosse a realidade.
Nos fazemos promessas que não vamos cumprir, assumimos compromisso com as paredes do quarto, dizemos incansavelmente que não vamos desistir mesmo sabendo que há coisas que não vamos suportar.
Seguimos sem rumo, sem fazer a mínima do que vai dar, deixando pedaços nossos pelo caminho, esperançosos que um dia, o que nos aguarda, seja maior que a catástrofe que há dentro de nós.
deixamos pedaços nossos pelo caminho, na esperança, de que um dia tudo irá melhorar.
SILÊNCIO
No silêncio tudo se ouve. Os pensamentos, os sentimentos, o medo, o coração. De olhos fechados, o bafo da morte ressoa por perto. Também os passos no assoalho, os latidos caninos e o vento pavoroso que não vem de lugar algum.
No silêncio a ansiedade cede espaço à calmaria, virtude quase sem voz durante o dia. Nela sossegam-se os ânimos, intensificam-se os cheiros, percebem-se os detalhes em pequeno, médio e grande plano. Silêncio é lugar de pensar antes de falar, se arrepender e confessar, sorrir sem se orgulhar. É nele que a culpa fala mais alto e a humildade ocupa seu lugar de dever.
No silêncio nós nos recuperamos após a morte de um amor. E reencontramos o pouco de nós que se perdeu com o outro que saiu pela porta. Vemos e ouvimos o que requer apreciação: uma flor, o mar, um gesto, uma ruga, um olhar. Somente no ato de não manifestar pensamentos é que olhamos de verdade. Olhamos sem falar nem julgar.
O silêncio é uma barreira invisível, atrás da qual nos escondemos. Nós nos ocupamos com ruídos a todos os momentos por medo de cair no vazio. Escutamos os barulhos sem ouvi-los, tratando tudo e todos como trilha sonora de um universo que nos rodeia. Aumentamos o volume da playlist, ligamos a tevê, entramos no Youtube, tudo porque quietude demais nos assusta.
No silêncio dois olhos se encontram para ver além dos olhos. Olham para um lugar dentro do outro onde há ternura, apatia ou desprezo. Também a pele ganha outro sentir no silêncio. Um toque de mãos muda de nome e um beijo... ah, um beijo são mil palavras não ditas.
No silêncio não falamos besteiras das quais nos arrependemos, mas refletimos sobre arrependimentos que não tivemos coragem de falar. Também nos constrangemos, irritamos, nos entediamos com a ausência de som. Isso porque confundimos a abundância da respiração, do fundo dos mares e do interior de nós mesmos, com o que chamamos de nada.
O silêncio é deus.
Silêncio é tudo.
Junte todos os dias teus pedaços.
...refaça-se.
Não sejas medíocre a espera de auxilio ou, ajuda do outro pra se sentir confortável imaginando que virá um salvador sem que antes o despertemos em nós.
Somos carcereiro e também somos libertários.
Somos todos capazes de mudar o mundo facilmente, mas para isso teremos que enfrentar a difícil tarefa de mudar a nós mesmos primeiro.
O dia em que, sinceramente, pararmos de nos decepcionar com nossas próprias atitudes, poderemos começar a crer que os outros também não nos decepcionarão.
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