Noite Sombria
Para estar em Paz ...
É preciso ser da Paz!
Deus não adentra numa alma
escura
sombria e
fria !
Porque Ele é Luz !
Falar Dele é fácil
Difícil é agir de acordo !
É preciso ter
simplicidade
pureza e
transparência .
Já nascer com o
dom da Essência !
Cada um sabe do que carrega
dentro de si
O mal pode ludibriar o
mundo
Mas aos olhos do Pai ....
Ahhh....
JAMAIS!
Quando a vida parece sem graça, escura e sombria, Deus fala no teu ouvido: Já pensou como a vida está bela? Abre a janela do teu coração e deixa o amor entrar, segue em frente, estou aqui de braços abertos, te amando e te protegendo porque tu és o meu filho amado.
É preciso entender a voz de Deus.
Vivemos em uma época sombria, onde os ignorantes se orgulham de sua ignorância e os sábios são silenciados.
🎹 Nasci para Rimar 🇵🇹
Aqui vai uma nova letra, mais sombria e underground, com mistura forte de trap + boom bap, e uma energia mais próxima da escola Xeg/Dealema — introspectiva, crua e poética:
Noite acesa no beco, mente firme no jogo,
Beat pesado no peito, fogo dentro do meu corpo.
Rimas cortam o silêncio, tipo lâmina no ar,
Entre sombras e neons, eu nasci pra rimar.
Palavras em brasa, deixo o asfalto fumar,
Cada verso é muralha que ninguém vai quebrar.
Nas paredes de Aldoar escrevi o meu testamento,
Linhas cruas, carregadas do meu próprio pensamento.
Luto com demónios que me seguem nos trilhos,
Mas transformo cicatrizes em versos brilhantes e vírgios.
É a rua que molda, mas sou eu que conduzo,
Se querem ver fraqueza, eu mostro o oposto do abuso.
Yeah, vibração sobe quando entro na faixa,
Olhos vermelhos, mente nunca se baixa.
Cada batida é um passo no pódio que eu crio,
Se o mundo congela, eu mantenho o frio.
[Refrão]
Noite acesa no beco, mente firme no jogo,
Beat pesado no peito, fogo dentro do meu corpo.
Rimas cortam o silêncio, tipo lâmina no ar,
Entre sombras e neons, eu nasci pra rimar.
No topo da minha mente há tempestades e glória,
Tô a escrever o futuro no meio da minha história.
Se a vida acelera, eu piso sem piscar,
Porque quem vive no escuro aprende a iluminar.
Circulo com os meus, vibração sempre pura,
A verdade no verso bate mais que censura.
E se o beat ruge, eu rujo com ele,
Faço o som que arrepia a pele.
A alma dança com a batida que me acompanha,
E cada passo que dou afasta o que me estranha.
Trap ou boom bap, não importa a moldura,
A arte é meu rosto, a rua é minha pintura.
-
DA DEPRESSÃO
As vezes é possível vencê-la, mas quando ela volta sempre é sombria. Por isso tem que ficar atento aos vários fatores que a faz retornar ao lar, visto que ela deixa tudo vazio e faz o sabor das coisas morrer. Na sua algibeira, traz o mais potencial sonífero como parte de uma poção mágica degenerativa. Somente muito suor para desfazer o potencial do seu elixir. Não, não espere a compreensão daqueles que estão ao seu redor, para eles você sempre será um preguiçoso inventando desculpa para as cosias.
“No Véu da Meia-Noite”
Na torre sombria, o tempo se desfaz,
Relógios choram horas em lamentos voraz.
A lua sangra sobre o mármore frio,
Ecos de almas dançam no vazio.
Rosas negras brotam do chão esquecido,
Perfume de morte, encanto proibido.
Velas tremem com o sopro do além,
Sussurros antigos chamam por alguém.
Vestes de sombra, olhos de tormento,
Caminho entre ruínas e esquecimento.
O amor perdido jaz em sepultura,
Beijo de espectro, dor que perdura.
No véu da meia-noite, tudo é verdade:
A beleza se veste de mortalidade.
Catedral da Noite
Na abadia do crepúsculo, sombria e ancestral,
Onde teias pratejam o mármore funeral,
As estátuas choram lágrimas de pó e solidão,
Guardando um segredo morto em cada coração.
A lua, farol pálido de um destino amaldiçoado,
Beija os vitrais quebrados do tempo condenado.
Sombras se arrastam lentas,em dança sem perdão,
Vestidas de nevoeiro e eterna desilusão.
Os corvos são os monges deste claustro sem fé,
Gravando em suas asas o eco de um réquiem.
O vento sussurra salmos de um hymno funeral,
Enquanto a podridão exala seu perfume eternal.
E na nave do abismo, onde o tempo desmorona,
Uma alma ainda vaga,pálida e abandonada.
Ela busca um reflexo na fonte do esquecimento,
Preso no laço eterno de um frio tormento.
O órgão toca uma fuga de notas de agonia,
É a música das almas que a luz já não guia.
E cada gota que cai da umidade sem fim,
É um verso da poesia que a morte escreve aqui.
Assim, na catedral que o musgo vai coroar,
O gótico se ergue,sem fim para findar.
Onde a beleza mora na mais profunda dor,
E o silêncio é o verso mais puro do terror.
A Noite Escura
É na noite mais escura e sombria que enxergamos as estrelas e logo vai saindo sem ser notada, é quando chegam os raios do sol, trazendo a esperança de mais um dia.
O escuro não tem alma, mas trás o silêncio, junto ao barulho dos pensamentos.
A escura noite acalma, à espera do amanhecer.
Placilene Rabelo ✍🏻
A angústia, por mais sombria que pareça, é um lembrete de que estamos vivos — sentindo, buscando, querendo mais da vida do que ela às vezes nos oferece. Ela chega silenciosa, se instala no peito e tenta nos convencer de que estamos sozinhos. Mas não estamos. A angústia é, na verdade, um convite cruel para revisitarmos nossas dores e descobrirmos novas rotas para a paz.
É no aperto da alma que despertamos para a urgência de nos acolhermos. A vida não pede máscaras; pede coragem para olhar de frente aquilo que nos inquieta. E, quando fazemos isso, algo começa a se reorganizar dentro de nós. O caos dá espaço para pequenas frestas de clareza, como raios de sol atravessando nuvens densas.
Lembre-se: sentir angústia não é fraqueza, é humanidade. É sinal de que você se importa, de que existe um coração pulsante pedindo significado. Não fuja dela — escute-a. Ela não veio para te quebrar, mas para te mover.
Com cada respiração consciente, você recupera uma parte de si. Com cada gesto de gentileza consigo mesmo, a vida volta a ganhar cor. E assim, passo a passo, você transforma esse peso em impulso, e essa noite interna em amanhecer.
Na minha madrugada, viu fria e sombria,enquanto encontrei beleza e transformei em poesia ♡ ☆ ♡ ☆ ♡ ☆ ♡
Das tentações, a mais sombria delas transveste-se de amor. Sob tal efeito, do amor, somos levados ao suicídio, ao vício, ao feminicídio, aos rompantes de loucuras. E um tanto pior, que essa tentação nunca assume seu crime. Dizem: "Era tudo, menos amor. Quem ama não faz isso." ...
Quero o cheiro de teu suor
Meus erros de grafia
Na fria noite que expia
O quê era sombria
Nunca dia
Quero tua nudez a luz do dia
Tua pele e magia
Que guia a minha
Fraqueza guia
Entre amor e agonia
Quero a sala vazia
Monotonia
As vezes noite
As vezes dia
Quando ela partia
Ficava tudo menos dia
Quero teus olhos castanhos
Estranhos, belos, tamanhos
Olhos espelhos e danos
Olhos que a mim refletia
Só quero a doce magia
De sentir a tua pele um dia
DEVANEIO TRISTE
Nas lágrimas que borram o céu altivo
vejo a lua que chora triste e sombria
as estrelas já espremidas e sem brilho
na trágica sina dessa minha melancolia
No vão oco obscuro de minha incoerência
busco-te num coração flagelado e de luto
perambulando em busca de minha existência
sou uma peregrina enclausurada num reduto
Teu sorriso disperso na luz do luar eu vi…
sigo nesse destino que congela e paralisa
nesse meu arrebatamento transfigurado em ti
Saudade enegrecida que causa tanto tormento
Círculo vicioso que entorpece e me agoniza…
para mais uma vez não te ter nesse momento!
Desça à caverna sombria e abrace o pequeno náufrago que ainda treme em seu peito, a cura é o ato primal de autopiedade feroz, o afeto que, negado, cria a ferida e, oferecido, a estanca.
Na dança da vida, a morte é traiçoeira,
Surge sem aviso, sombria companheira.
Em dois velórios, dois diferentes cenários,
A dor, um elo entre tempos adversários.
Uma senhora de idade, 85 anos serenos,
Viveu sua jornada, partiu desse terreno.
Mas a dor entre os familiares é lógico que ainda persiste,
O vazio, a despedida, ninguém resiste.
No segundo cenário, a mãe da jovem, com 25 primaveras,
Grita alto, e, sua voz enche as esferas.
"Minha companheira", ecoa a aflição,
Um lamento que corta o coração.
Ao consolar, damos força e calor,
Abraços que acalmam a dor, o temor.
Mas no ir e vir, entre o consolar e o vencer,
Vejo o ciclo da vida se perder.
Pessoas focadas em metas diárias,
Enquanto a empatia se perde em rotinas diárias.
No caminho para consolar, a solidariedade se esquiva,
Entre a dor real e a busca incessante de uma vida ativa.
Escrevo, pois a alma chora em versos,
A dor,
o luto,
entre risos dispersos.
Tarde sombria, após a chuva, lá está aquele menino na janela, olhando pro nada, pensando em tudo. Pensando porque os planos dele não deram certo, porque a menina que ele gosta não ficou com ele, porque os pais dele não estão ali dando um abraço. E os amigos, cadê? Fugiram todos; Triste, sem dinheiro pra pagar suas contas. Com uma fazenda enorme sem nada pra criar. Mente cheia, coração vazio, cansado de tanto amar. Então porque esse vazio? E ele começa a querer descobrir, anda de um lado pro outro mas não encontra nada. Liga e liga mas ninguém atende. Alguns chegam e perguntam: "Porque tão sozinho? Porque tão triste menino? E ele abaixa a cabeça sem ter o que falar. Sofre. Sofre calado, sofre chorando, sofre gritando, e ninguém vem cuidar. Pobre menino não teve direito a viver e amar..
Mente sombria
Noite,
Minha eterna amante
Com quem me sinto confiante,
Para revelar os mais profundos segredos
Que me atormentam a alma,
Dia e noite, noite e dia.
Atrozes ideias,
Que rumino em minha mente
Como um louco inconsequente,
Sem noção do que fazer,
Para onde ir?
Sem rumo, nem direção,
Os pensamentos me guiam,
No vazio da solidão
A um lugar maravilhoso,
Mas também destruidor,
Onde poucos reinam,
Onde muitos definham,
Diante de tanto esplendor...
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