Noite

Cerca de 23681 frases e pensamentos: Noite

⁠A boca da noite também tem céu,
se procurar bem,
até estrelas pode encontrar.

Inserida por BrioneCapri

Não Se Preocupe...Deus Está no Controle! Boa Noite!

Inserida por KamillaMoreira

⁠Durante a noite toda

Durante a noite toda fui atormentada, escravizada pelos sentimentos que insistiam em fazer arder meu corpo nu banhado de suor! Durante a noite toda sob a luz branca daqueles postes na rua vazia e escura da cidade, a minha alma sangrava por dentro reprimindo e me culpando das sensações que a privei de viver.
Durante a noite toda, o sono fugia de mim com o ódio de ter que fazer adormecer,essa menina que só quer a paz de um amor sincero e sincronizado. Durante essa noite toda, me entreguei a sedução e não precisei de ninguém, amei a mim mesma! fiz amor sozinha durante a noite toda. Tá

Inserida por BUNDLE_TRHASHING

⁠Boa Noite Meu Anjo... Te Amo!

Inserida por KamillaMoreira

⁠"A vida é tal qual o dia e a noite. Precisamos fazer o melhor hoje, para que amanhã, mesmo que tarde, estejamos em paz"

Inserida por HellerCampos

⁠Que Deus ilumine sua noite com um sono de paz. Boa noite na paz do Senhor.

Inserida por Ecom1000

⁠A noite descansamos nossos pensamentos, mas Deus continuará cuidando de tudo para nós nos mínimos detalhes. Boa noite na paz do Senhor.

Inserida por Ecom1000

⁠Sua bondade Deus nós seguirá para toda parte da terra. Boa noite na paz do Senhor.

Inserida por Ecom1000

⁠Deus, Tua bondade me seguirá para sempre. Amém! Boa noite na paz do Senhor.

Inserida por Ecom1000

⁠Boa noite ao amor da minha vida...

Tenha uma noite abençoada por Deus e que amanhã seu dia seja de muita tranquilidade!

Você está em minha orações hoje e sempre!

Te amo Vanessa!

Inserida por Duerre

⁠Querido Universo,

Enquanto minha amada se prepara para descansar esta noite, peço que a envolva com o mais suave e caloroso abraço de amor. Que ela sinta a tranquilidade da noite, sabendo que é amada além das estrelas. Que os sonhos mais doces visitem seu sono e que ao acordar, ela se sinta revigorada e amada. Que nosso amor seja a última coisa que ela sinta ao adormecer e a primeira coisa que ela sinta ao despertar.

Amém.

Inserida por Duerre

CONTOS QUE A NOITE CONTA:

A noite é fria e tímida
Em seus becos, seus piteis.
Suas contas que são poucas
Conta-se noutros viés
Os contos que não se conta
Dos que jaz em seus bordéis.

Inserida por NICOLAVITAL

A CRIANÇA QUE PERDI:

Esta noite eu não dormi, com meu siso,
Decidi... Viajei no passado (...).
E presente me encontrei com a criança
Que havia deixado a chorar na estrada sem tino
Do alto do consciente, a vi... E entendi.
Pra rever meus sonhos, planos, e desejos...
Eram todos fúteis!
Nasciam da fértil e quimérica imaginação
Daquela homérica criança.
Neste instante, inexoravelmente anseio
Seu resgate
Porém não me é dado êxito
Ah! Meu mundo surreal
Ofusca a aura clara
Do régio ser que um dia fui.
E dormi apenas eu...

Inserida por NICOLAVITAL

A VOZ DO VENTO:
A brisa fria da noite
Bate levemente ao meu rosto
Levemente sem toca-lo!
Sem toca-lo... Levemente fria,
Fala ao meu ouvido incompreensivo.
Porque o vento,
Ao vento fala.

Inserida por NICOLAVITAL

MEU FINITO SER:
(Nicola Vital)


É bela e serena a noite exterior!...
A luz do luar, as estrelas, e o ar.
Iluminando montes, os prados, e seus lagos,
Refletindo rio ao mar.
Irrequieta e turva é a noite do meu ser.
Aqueles que foram sonhos,
Perderam-se sem ter (...).
Meu universo sem prado!
Esse fardo de me ser.
Tudo enfim, é nada!
Assim, é esse viver.
O sol, que em tempo brilha,
Até a noite nascer
A noite que não orvalha
Quando o sol pra si romper.
Se finda o ser finito,
Findando-se pra si o ter...
14.08.2015

Inserida por NICOLAVITAL

ZUMBIS:

Nesta noite todos os fantasmas me aprazem.
Todos!
Líricos, etílicos e telúricos.
Quão zumbis, sob os meus olhos caminham avenida a fio.
Miram os bimbos e os mimos dos linhos sem tino
A malograr o siso dos filhos das mansões.
Que irremediavelmente se vendem...
E não se entendem comumente "sãos"...
Vertem seus "ideais"
Minguam seus cabedais
Aterrando a noite
Que não se perfaz.

Inserida por NICOLAVITAL

O MITO DO NATAL:

Nesta noite de natal
Eu saí por três vezes às ruas...
O que eu queria!?
Era apenas encontrar o precursor desta noite.
E em todas as casas que percorrí
As portas estavam fechadas, havia sim, um clima de festa
O som que se ouvia era festivo.
Mesas fartas, músicas comerciais, deleites e comemorações.
Em um ímpeto de curiosidade
Fixei meu olhar às frestas daquelas portas
E em nenhuma delas vislumbrei o aniversariante.
Sai um pouco desolado.
Me recolhí e fiquei a me perguntar.
Por que tanta euforia se todo dia é dia de natal?
E todos os dias ele nasce em todo o universo.
Mais tarde o sol ainda não chagara, e o som da música já se fazia mais fraco.
Pela quarta vez eu deixava o sono ainda não dormido
E o encontrei!
O Arauto. Cansado, malcheiroso e não parecia ter nascido naquele dia!
Todos já entorpecidos em sua própria festa não o reconheceram.
E fecharam-lhe as portas.
Ao romper da aurora, caia a ribalta, as portas se abriam para um novo dia.
Não era mais natal... E ele ali inerte ao solo onde descansava invisível aos olhos de seus anfitriões.
Sem cheiro, sem alento, sem recordações!
Não era mais natal, não era mais natal.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠EU
Está noite eu deixava minha Esperança e embarcava universo a fio.
Corria eu, pelas ruas dos meus sonhos, pelos becos de meus delírios,
E achava eu, na busca do sonho azul que tudo faria jus
Você não disse que era pra tudo ficar azul?
Então venha descolorir o que deixou “negro”!
A noiva que era bela ficou feia e magricela.
O sonho que parecia azul perdeu o norte e o sul.
Quando pensas que sabes estás ficando rude.
E nessa homérica viagem.
Às vezes, eu sinto ser multidão!
Olho pra dentro da criança e vejo o ancião,
O negro, o sábio e o tolo.
A mulher, o louco e o insano.
Logo ergo o olhar para dentro e vejo a escuridão.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠EGO
Dizes-me seco, sem júbilo. Meu coração é porta sem tranca, um albergue à noite!

Inserida por NICOLAVITAL

⁠PIERRÔ SEM CARNAVAL:
O bafo da noite em cinzas,
Verticalmente desce e cai,
Quão a chuva oblíqua
Do Pessoa
A correr na diagonal
Confusa
Sobre o relvado e a clorofila
Do poetinha,
Em anunciação ao baio
Do Valença em reboliço
Ante as brumas que embaçam
Meus vitrais
Acho, penso vislumbrar
A última colombina de cristal
Em seu único e derradeiro
Carnaval.
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL