Noção da Palavra Familia Feliz
Pedaços - Trabalho em palavra
29 de junho de 2011 às 21:28
Então, respeito a dimensão quando podemos abrir a porta!
Na verdade, uma questão concreta e cotidiana...
Só é um visto por mim,
que sou um eu;
mas visto de si mesmo.
Ele não é tu, é um eu, mas visto de nos...
porque esse nos entre todos em si.
Perceber isso?
Quando somos conduzidos a pior das ideias inferiores...
É preciso que tudo seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
Que essa capacidade de perceber, esse equipamento em deslocamento
Seja capaz de reter a rara exceção...
Kadu Costa - Filosofia em fragmentos
Minha Paixão pela escrita me leva por caminhos onde "desejar com o coração" é a palavra chave.
Onde vivo uma história, ou várias histórias paralelas.
Onde posso ser eu mesma ou quem mais desejar. É nessa vida literária que encontro prazer e posso sonhar.
Lilian Reis
Nunca pense que sua decisão é a mais correta da vida...se ela não tem apoio na palavra de Deus....você esta apenas sendo irresponsável,inconsequente...e no pior dos casos...desinteligente!
A palavras parecem florestas ou jardins coloridos de verdades e dor
Os sentimentos de cada palavra assemelham-se a um rio de silêncios nunca ditos.
Escutar a simplicidade de cada ser, é um momento de todas florestas de todos as cores.
A beleza me encanta por isso amo as flores, mas das pessoas só espero palavra que não mude com o tempo..
Dentro da noite, cabe o meu amor, cabe o beijo que você me deu, o riso que me conquistou, as palavras que ainda adoçam meus pensamentos e a sua companhia que me faz presença constante, desde que você virou a esquina dessa minha vida tão vazia, agora, resgatada pelo abraço tão cheio de segurança e contornada pela mansidão da sua proteção e amabilidade de anjo!
Um anjo sempre tende a nos salvar de tudo e de todos, eis que suas asas me levam para bem longe quando tudo parece tão perto e eu só quero voar! Então quero voar para seus braços, anjo!
PRECISAR... palavra pesada... No entanto acredito que é melhor precisarem de nós do que precisarmos de alguém... Ajudar, auxiliar, fazer e conscientemente deixar-se usar é um dom dado por Deus somente aos seus filhos mais guerreiros...
Quando teus olhos veem de encontro aos meus todo meu corpo fala em silêncio e se declara sem palavras.
Recusemo-nos a nos tornar, ou tão absorvidos com a Palavra que acabemos fugindo dela e deixando de confrontá-la com o mundo, ou tão absorvidos com o mundo que nos conformemos com ele, deixando de submetê-lo ao julgamento da Palavra.
Vc me mostrou o verdadeiro significado da palavra amor... O quanto esse sentimento é bonito, quantas coisas boas surgem em nós, qndo sabemos que amamos alguém de vdd...
CUIDADO...
Com a palavra amor..
é a mais manuseada,
mal usada '
mais trapaceada,
mais,
falsificada...
..
Vivemos em um mundo onde amor é apenas palavra, ou sentimentalismo, prefiro o amor de atitude, que age na liberdade, que estar sempre disposto ao um encontro, que não ver obstáculos nem se prende no pessimismo, que seja capaz de vencer o medo, que me ajude e ajude outros a se atualizar e que não faz propaganda de si mesmo, mas antes faz propagando do amado, que seja cheio de esperança e que se abra a somar com outro amor e desse modo nos ajude a nos descobrir, aproximar de Deus e alcançar coisas boas!
(...)
Enquanto poeta Alvaro Giesta, a liberdade da palavra, no uso poético que lhe é dada, permite-lhe, em O Retorno ao Princípio, filosofar acerca da morte. A morte, que é a garantia da ordem no mundo dos homens, que é o que concede o diálogo, pois, no mundo humano adquire-se a vida através da morte. Só, assim, a vida tem sentido.
A linguagem poética, neste caso na enfatização da morte pela palavra, não procura uma finalidade, uma explicação, não procura atingir algo, atingir um fim - isto, é para as religiões e seitas. Na linguagem poética a palavra não morre. A palavra, se morre, é para dar vida à palavra nova porque "a palavra é a vida dessa morte", como nos diz o filósofo Maurice Blanchot e o poeta Alvaro Giesta, num dos poemas iniciais de O Retorno ao Princípio.
A linguagem poética, neste caso na enfatização da morte pela palavra, não procura uma finalidade, uma explicação, não procura atingir algo, atingir um fim - isto, é para as religiões e seitas. Na linguagem poética a palavra não morre. A palavra, se morre, é para dar vida à palavra nova porque "a palavra é a vida dessa morte", como nos diz o filósofo Maurice Blanchot e o poeta Alvaro Giesta, num dos poemas iniciais de O Retorno ao Princípio.
(...)"
do posfácio ao livro O Retorno ao Princípio, de Alvaro Giesta
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