No Silencio da Noite Sinto sua falta
Está fazendo silêncio dentro de mim.
Eu ando calada, falando menos, contando as palavras, usando apenas as necessárias, economizando a voz e sinto que faz silêncio dentro de mim.
Poderiam dizer que é paz ou vazio, não penso que seja. É um momento sem respostas.
Tanto mudou em tão pouco tempo que nenhuma das afirmações de outrora servem pra agora.
Direi o que então? Que não sei como será o amanhã!? Que as certezas construídas, quando desconstruídas levam muito mais do que as respostas? Elas levam um pouco da gente que precisa se recompor.
O meu silêncio é semente. É o momento em que não dá pra ver que há uma vida nova surgindo, olhando de fora não dá pra imaginar que algo novo já vive ali, mas está lá.
Olho ao redor e vejo pouco do que via, olho no espelho e me questiono se dá pra ver em mim esse silêncio todo.
O meu silêncio é descanso, de tantas falas que viraram apenas vento. É descanso do quanto eu sempre pensei que deveria saber responder tudo.
As vezes as perguntas são muitas, em outros dias parece que as respostas existem aos montes, mas de fato há esse interregno em que perguntar não adianta, responder não faz sentido.
Não que eu não quisesse algumas respostas, não que eu tenha algumas perguntas, mas é que realmente não é possível entender se eu deveria as querer.
Então me deparo com uma nova realidade, que não acredito que dure muito, mas por enquanto, o que eu tenho é silêncio enfim.
A humanidade adoece em silêncio, afundando-se em uma sombra crescente de sofrimento físico e mental.
O Natal e a Guerra -
É Natal ...
o silencio despe o infinito
e o mundo veste-se de guerras.
Há mães que choram filhos mortos,
pais que choram pais,
mortos que não partem,
tanta gente sem rumo.
Não sei se é Natal!
Não pode ser Natal!
É Natal ...
as lágrimas jorram como fontes
secando as fontes d'água.
Gente sem casa, sem comida
nem familia.
Corações despedaçados
suplicando por amor.
Não sei se é Natal!
Não pode ser Natal!
É Natal ...
o Sonho de Belém é destruido ...
... a manjedoura está vazia
e vazia está a humanidade.
Não sei se é Natal!
Não pode ser Natal!
O Menino retira-se da gruta.
Não há cânticos de Glória
nem estrelas no firmamento,
o manto da noite veste Belém.
O silencio despe o infinito
e o mundo veste-se de guerras ...
Não é Natal!
Ali ... não pode ser Natal...
Domingo sem sol
Esse dia sem cor
Contempla a solicitude
Encanta com harmonia do silêncio
Dessa reflexão tardia
Dessa imensidão de porquês.
Em silêncio, um coração que confessa,
Emoção transborda e pelo olhar atravessa.
Um mergulho perfeito no oceano raso,
Onde cada dia o não te sentir se faz fato.
Na carência de se entrelaçar na sua fria pele,
Como a flor que busca o sol, assim me revele.
Quase sempre perdido, mas em um só abraço me encontro,
No calor de um mero toque, os vazios eu afronto.
Aguardo pelo amor, por olhares que se demoram,
Sim, quero ser amado, onde esperanças moram.
Num enlace de mãos, na fusão dos olhares,
Busco o porto seguro, nos mais doces lugares.
Ah, ser o desejo! Não como brisa passageira,
Mas como o intenso vendaval na terra inteira,
Com força e paixão, sem temor ou medida,
Que anseia e consome, em cada despedida.
Ofereço o meu mundo, não em ouro ou riquezas,
Mas em gestos e atos, com repletas certezas.
Moveria os céus, as estrelas alcançaria,
Um amor imortal, que a vida valeria.
Na busca de um reflexo, um paralelo do ser,
Que basta entender o amor, que saiba bem querer.
Um espelho de alma, em sintonia perfeita,
Na dança do tempo, a história refeita.
Por um amor que seja, como rio que sempre flui,
Profundo e incessante, que nunca se conclui.
Corações que se ardem, que em chamas se fundem,
Em laços que se trançam, em destinos que se confundem.
“Eu penso e lembro muito de tudo que passei. Então, o meu silêncio contínuo é por causa das coisas que ficam na minha cabeça.”
O silêncio
O silêncio é um sorriso
nós lábios,
E uma flecha no coração”
Ele abre a porta do medo
E faz convite a solidão
Chega assim sem avisar
Sem saber qual a razão
E mesmo sem ter motivo
Ele insiste em ficar
E se há algo positivo
É bem melhor pensar
Tudo antes de falar.
os domingos... cheios de gente ou de saudades, as vezes com muitos risos ou com um silencio doloroso, domingos cheios de abraços ou com um vazio amedrontador, sentado com a família ou perdido em lembranças.
Silêncio é a coisa mais importante.
Disciplina é a coisa mais difícil.
Quando você não precisar de suas palavras. A música do silêncio. Ditará suas regras e impulsiona ao sentido maior da vida.
O silêncio ressoa num eco…
Capaz de despertar tudo aquilo Que deixamos acomodado
Dentro do nosso eu…
Esse acúmulo de vivências
Acaba sufocando
Nossas lembranças
Que se eternizaram
Dentro de nós
É hora de limpar
E retirar as impurezas
Do nosso interior
E deixar fluir
O que de bom prevalece
Depois de muitos tentativas de conversas, o silêncio agora é a resposta que será dada a qualquer contato para conversas mascaradas de verdades.
"Em um mundo de ruído constante, a sabedoria está em encontrar momentos de silêncio para ouvir a voz da nossa alma."
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