Ninguem Muda o que Ja esta Escrito
Olhar sombrio de quem ja sofreu tanto,buscando um outro olhar que diz''eu te entendo'',estamos juntos e vamos até o fim juntos...
Do que estou disposta a abrir mão
Para encontrar o que minh'Alma pede
Você já parou pra pensar?
Ou simplesmente repete, repete e repete?
O convite é renuncie
Ao que já não faz seu Coração vibrar
Pela sua Intuição, se guie
Ela lhe conduz no caminhar!
Porta-voz das Sabedorias
Que existem dentro da gente
E de outras, que também sente
A nos servir como Guias
Respostas, nem sempre as terei
Sigo a perguntar, e a esperar
Sim, pois essa é a lei
De quem persiste no caminhar
Da reforma íntima, que um dia aprendi
Numa tremenda coragem de amar
Passe a olhar pra dentro de si
Se ilumine, e saia a iluminar!
Para isso, aprenda a escutar
Muito além do barulho da mente
Silencie, ouça...
O que seu coração sente
O que sua Alma está a lhe falar
Eu já ouvi muita coisa que eu não merecia ouvir e calei. O meu silêncio se deu para que eu não me tornasse semelhante a quem me ofendeu. Calei, mesmo sabendo que não sou o que o aquele julgamento dizia, mas dizer que não doeu, seria mentir tanto quanto mente quem de mim fez refém.
Nildinha Freitas
Dizem que: "aprendemos por Amor, ou pela Dor!".
Eu já vós digo; aprendemos tanto pelo Amor quanto pela Dor!
Mas isto é aquele algo próprio de cada ser
A sabedoria não se adquire com o tempo, ela já nasce com você e se reformula e progride, portanto um "velho" que se acha superior aos jovens e um jovem que se acha superior aos "velhos", não passam de tolos rigorosos e ignorantes que encontram uma desculpa se limitando a uma discussão e profundidade.
Fingir que algo não aconteceu não adianta, já que você vai se lembrar disso, não é como se você esquecesse quando seus próximos não falam.
isso é longo prazo, o melhor é só abraçar e deixar o tempo fazer seu trabalho, não dá para enforcar o problema para ver se ele morre.
Eu sou indigena, indigena em contexto urbano.
Dentro do meu corpo território, também já houveram invasões.
Primeira invasão foi ao nascer nesse mundo e ser arrancada do pertencimento da minha cultura.
Segunda invasão foi na infância, saquearam minha inocência de achar que éramos todos iguais.
Em todos lugares, tentaram me marginalizar, escantear e dizer que eu era menos, apenas por ser na indígena.
A terceira invasão foi na adolescência, onde acharam que meu corpo tinha que ter dono, pois uma mulher indigena é considerada apenas objeto de dominação.
Cor do pecado, olhos que hipnotizam, exótica, selvagem, são palavras usadas pra normalizar a violência e o abuso sob nosso corpo território.
Dominaram e destroçaram meu espírito mais vezes do que eu saberia contar, mas eu nunca abaixei minha cabeça, ando com nariz empinado em qualquer lugar que eu passo porque apesar de me tratarem como invasora da minha própria terra, eu resisto e insisto em mostrar que estaremos aqui.
Sempre estaremos aqui, na nossa terra, com nossos ancestrais nos levantando em cada caída rumo a nossa re(tomada). ✊🏽
Péssimos hábitos
Deixei de lado o pedido de desculpas
Já não era mais minha culpa
Pedi perdão, doeu, mas não foi em vão do jeito que ocorreu
Senti minha alma transbordar,
Nas minhas próprias fraudes que me punha a nadar
No meu mar de ilusões, que enfatiza uma mentira
De uma vida que está se tornando amarga de tanto ser vivida
Quando as folhas de cerejeira caem, é o lembrete de um recomeço.
Só de olhar já dá para enxergar o início do ano que, mais uma vez, terá surpresas pelo caminho.
Todos nós somos sobreviventes
dessa mar imenso
chamado Vida !
Todos nós já sofremos com
ausência de amor ou pela
dor da partida
Todos nós já derramamos rios de
lágrimas e já sentimos na pele
a dor da ferida
Todos nós já fomos reféns
de alguma intempérie
que fosse amarga e
tão sofrida .
Mas ai é que entra a nossa
força ... A nossa Sabedoria!
De remarmos contra correntes
de desespero e
tempestades
Nadarmos contra a tristeza e
calamidades
Pedirmos aos céus
proteção e luz no final
de cada dia
Até chegarmos sãs e salvos
num porto seguro
chamado de :
Calmaria .
Hoje to Naqueles dias !
Se me acender um fiapo de agonia
Quem me conhece de perto já sabe!
Sai de baixo!
Já não tenho guardado as datas. Criei meu calendário a partir do sentir. É assim que tenho construído minha memórias.
A vida já é tão cheia de nós que eu ando preferindo os laços.
Não apertam, não deformam, não sufocam.
Dão um colorido e deixam tudo mais bonito.
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