Nem sei quem sou
Hoje vivo um dia que nunca me preparei pra viver.
Num sei nem quem eu sou, já não me reconheço mas.
🤫🥹Alguma coisa se quebro em mim, já não sou mas a mesma.❤️🩹
Sou chato mesmo 😁, pois não desisto fácil das pessoas. Sou sarna também, pois eu sei quem eu sou e movo montanhas se for preciso em certos momentos da vida. E nada me derruba, eu resisto e supero obstáculos, não importa qual seja.
A vida seguiu em frente e eu também
Hoje eu sei quem eu sou, sei o que convém
Não sou mais a mesma pessoa de antes
Cicatriz virou força, me deixou constante - música eu no compasso do dj gato amarelo
Tem dias que nem sei mais quem sou. Me olho no espelho e vejo um reflexo apagado, cansado... distante do que um dia fui. Sinto que perdi o brilho no olhar, a força nas palavras, a vontade de lutar. Aprendi a esconder o que sinto, porque ninguém percebe mesmo. Ando por lugares que já me fizeram sorrir, mas agora só me dão vontade de sair correndo. Me pego lembrando de quem eu era — cheio de planos, de vida — e comparo com esse alguém que só sobrevive. Não sei se é tristeza, exaustão ou só um vazio que tomou conta... só sei que algo em mim se perdeu. E isso pesa mais do que consigo explicar.
Rasgo o verbo
Sobre a mesa,
O verso,
Cada palavra.
E, com tudo isso,
Ainda não sei quem sou.
Serei eu um poeta?
Ou apenas um rabisco perdido
Entre os grãos de areia
Da vida?
AUTOPSICOGRAFIA:
Entre o ser e o ter... Eu não sei!
Qual a dor e a que não foi
Quem sou não sou nem serei
Pois ambas as dores me dói
Quão a dor de se ser rei...
Ansiei ser tudo que se há
Ninguém a mim pôde ver
Se viu não há de encontrar
Senti o meu ser escorrer
Da vida que não me está
SaMarSi
Eu sei quem sou.
A sua opinião não é necessária.
Não escrevo para receber curtidas.
Basta que leiam.
Quero provocar.
Mexer onde ninguém toca,
onde o véu permanece
e a ilusão toma conta.
Quero apenas que saiam
da zona de conforto
e encontrem o “eu” oculto.
Se você leu
e se incomodou, de alguma forma,
com o que escrevi,
então eu consegui
o que eu queria.
Não sei se sou exigente demais,mas quem não deseja o bem e o progresso para o mundo é apenas um viajante tolo, que joga lixo pela janela do ônibus em que viaja!
Não sei de que lugar eu pertenço. Em que área eu me localizo, de onde venho ou quem sou. Vivo na incógnita da vida. Nos profundos e intensos mistérios que ela me reservou. Apenas me refaço a cada segundo e sobrevivo intensamente a cada momento. Rita Padoin
Sou um museu de lembranças de um homem que eu já não sei quem é. De que vale o Mirante, o mar de Itaipuaçu e as fotos na estante, se eu sou apenas o eco de um nome que você chama, mas que eu já não reconheço como meu?
Eu me perdi tentando te guiar. E agora, a maior loucura não é te amar... é não saber quem sobrou de mim para continuar escrevendo.
DeBrunoParaCarla
Nem mesmo eu ...sei quem sou...sera que algum de nos sabe quem e?
Sou uma mistura de virtudes e pecados, de lagrimas e sorrisos,com momentos de calma ou as vezes irada, as vezes traquila como um mar sereno, as vezes amorosa...outras, impaciente...com muitas perdas ,ilusoes, desilusoes, decepcoes, mas tambem com muitas alegrias e muitos ganhos...Quem sou eu afinal ?... uma mulher que ja viveu muito e pouco aprendeu ?...ou uma mulher que mesmo com toda a sua vivencia, ainda erra, procurando acertar ?...sera que alguma de nos mulheres, ja conseguiu chegar mesmo, a plenitude de SER MULHER e dizer: Eu sei quem sou ?...
Venho por meio deste informar que já não sei quem sou. Sim, assim, com toda a sinceridade do mundo, já não sei quem sou. Achei que se me jogasse e ocupasse a mente eu poderia evitar esse vazio. Funcionou, pelo tempo que pôde. Até que a profecia da música se concretizou e minha vida mudou da noite pro dia, de novo. Mudou pra uma interrogação gigante de quem não sabe o que quer, quem é ou o que deve fazer. Não era o plano. Devia mudar para melhor, para mais fácil, mais compreensível.
Veio uma febre sem febre e me desencantou. Ou é TPM, não sei. Mas de repente surgiu essa inquietude absurda que só resulta mesmo é em ficar em casa ouvindo música e mais nada. A paz foi escorrendo… escoando por uma rachadura ínfima que vem virando um buracão.
Eu me culpei absurdamente pelas coisas que desperdicei, fui correr em busca do tempo perdido – e me perdi. Até que de vestido rosa eu comecei a perceber que talvez tudo isso nem importasse tanto; que existem várias formas de viver a vida e que essa simplesmente não era a minha: não havia porque se doer. Havia que me doar para o que me importava.
Mas foi súbita a forma como tive que lidar com a percepção de que nem isso. Nem isso. A verdade é que nunca me doei para nada. Aquele resmungo de um velho amigo de que nada fazia bem vinha se aplicar a mim de novo… voltaram as dores, acrescidas com essa sensação de ser burra - e piorada com a noção de estar quebrada.
É isso. Não sei quem sou, mas sei como estou: quebrada. Já não funciono bem ou porque nunca funcionei ou porque não sei para que devo funcionar. E essa de viver um dia de cada vez parece agora não ter sentido se você não tem um propósito qualquer.
É intimidadora a vontade absurda que sinto de fazer milhões de coisas. Veio tudo de uma só vez. Um desespero de aprender, de aproveitar, de me divertir, de me profissionalizar, de alimentar o ego, a alma e o cérebro. Veio tão forte que atropelou todos os meus sentidos e todas as minhas certezas. Desmantelou o que já estava em pedaços.
Qual é o sentido dessa vez? Como é que eu posso abraçar qualquer causa ou pessoa se não me sinto segura de que posso lidar com isso por pelo menos alguns meses? O que é que eu posso fazer para colocar as coisas no lugar? Como é que eu posso começar a me consertar mesmo?
“Até há pouco estava tudo bem…”
E eu já nem consigo chorar.
Vida
Sou, não sou.
Talvez seja, ou não?!
Quem sabe, se eu não sei?
Caio, mas levanto!
Choro, ou não?!
Quem sabe, tudo depende.
Vôo, fico no chão.
Talvez sim, talvez não.
Quem sabe, se eu não sei?
Um dia sofri, calei, guardei...
Algo me feriu profundamente e com um choro aliviei.
Quando percebi não vivi, sonhei.
Na corrida da vida,
As consequências ensinam,
As imprudências desanimam,
Visto que a vida é feita de experiências!
PCAR - 1988
Eu realmente não sei quem eu sou, me mantenho trancada dentro de tantos segredos que ao tentar descobrir só me perco mais. Mas as coisas que me davam medo estão ficando diferentes, já não parecem muito assustadoras. Eu sei como isso termina, eu iludida de que tudo está melhorando, mas e se não tiver? E se for só mais um truque para me manter presa nesse lugar. Um lugar que eu nem conheço e morro de medo, eu tenho mais medo da realidade do que do escuro, parece terrível, não.
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