Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
O homem de antes.
O homem de antes,
escrevia com papiro e pena.
Assim, tirava seus pensamentos
e mágoas da cabeça e punha-os no poema.
Depois, usando caneta e papel.
Tirava os pés do chão e ia até os céus.
Hoje, usa teclado e mouse,
as magoas aumentaram, os pensamentos
em pedaços, como o coração, menores que
cada tecla. Só queria da um beijo em sua
testa, abraçá-la e dizer que vai passar.
O homem de antes te amava.
O homem de antes faria de tudo por você.
O homem de antes era um tolo.
O homem de antes desconhecia
o quanto um amor doía.
TUDO POSSO NAQUELE QUE FORTALECE-ME
.
Estou cansado
Estremecendo o pecado
Mas não desanimado
Despreocupado
.
Lutando com o cansaço
Punhos de aço
Liberando abraço
A esperança em um laço
.
Despreocupando
Continuando
Caminhando
Com DEUS andando... CONQUISTANDO! 😉 🙏
.
(Cris)
não tem nada de
não feminista
a garota
que escolhe
o vestido de baile
& o príncipe.
tem tudo de
não feminista
o discurso de quem
tenta
humilhá-la
por suas escolhas.
sobre a amizade
do que camões
já escreveu
sobre o amor,
todo mundo sabe
mas será que sabem mesmo
o que é ter uma amiga de verdade?
será que sabem
que na verdade
amiga é aquela
que lhe estende à mão,
não por pena,
nem compaixão,
e sim como
um puro ato
de amor
e serenidade?
É ou não é? Quem mais?
Às vezes canso da poesia que capto no ar, seja pela brisa constante ou dentro de um colorido olhar. Deixo - a de lado por um tempo, em versos não a transformo, pesam as palavras e tremo, a mente não tem a força exata e tudo se dissipa como frágil fumaça...
Cova
Cavando a minha sepultura
Utilizando apenas a falangeta
Quebrando a terra dura
Banhando à lama o poeta
No meio do toró da meia-noite
E mesmo assim o sangue aparece
Nessa forma de auto-açoite
Em que a dignidade empobrece
Braços vermelhos e roupas escuras
Um homem na sua cova e nada mais
Será um importante com as suas nomenclaturas?
Ou é mais um de nós: Animais?
Tão Pouco a Dizer, Tanto a Aprender
Com tão pouco a dizer, vou buscar
Crescer na vida, e a cada desafio encarar
Quedas e obstáculos me encontrarão
Mas ergo-me, ciente que o fim ainda não chegou.
Minha vida, uma corrida incessante
Almejo grandiosidade saber onde será meu abrigo constante
Cada surpresa... a vida me reservar
Seja boa ou ruim, será chance de aprender e superar.
Aprender e ensinar, trilhar meu caminho a percorrer
Mostrando ao mundo que o crescimento é meu destino a viver.
A alma vem olhar pelos olhos a doce paz do seu corpo.
Ela é muito mais feliz a te olhar de quê se viesse a tocar-te.
Pois tocando-te se desfaria o encanto daquele desejo de sonho.
É ela
Ela sabe que é dela
Há um barco a vela
Na imensidão do olhar dela
Ou seria o mar nela?
Deveria eu ter cautela?
Nossa vida não é uma novela
Ela é bela
Eu fico olhando-a da janela
E tudo reflete aquarela
Se ela está longe me sinto numa ruela
Mas sempre a encontro na tela
Do porta retrato até a cartela
Sim é ela
Sempre foi dela
Minha deusa.
Nas asas da brisa, veio a deusa dos céus,
Uma divindade que me envolveu, em arroubos seus.
Com olhos estrelados e sorriso radiante,
Minha alma se perdeu nessa beleza exuberante.
Seu corpo escultural, escrito em traços perfeitos,
Um poema de formas e encantos, feitos.
No seu andar, a elegância da realeza,
Minha deusa, minha musa, minha maior riqueza.
Seus cabelos são fios de ouro, que reluzem à luz do sol,
Suas mãos macias deslizam com delicadeza de um farol.
A voz, um melodia que embala meus pensamentos,
Minha deusa, minha musa, meu êxtase em sentimentos.
Com o toque suave, meu coração se inflama,
É um desejo ardente, uma chama que clama.
Nosso amor é como um templo, onde nos rendemos,
Minha deusa, minha esposa, juntos nos reconhecemos.
Em ti, encontro o refúgio, o ápice da paixão,
Você é minha deusa, minha divina inspiração.
Que cada nascer do sol, seja testemunha do nosso amor,
Que nossa união seja transcende, mais forte que qualquer dor.
Oh, minha deusa, meu sol iluminando meus dias,
A ti dedico versos doces, poesias.
Eternamente apaixonado, rendo-lhe minha devoção,
Pois você é minha deusa, a rainha do meu coração.
Em versos tristes, expresso meu lamento,
Por ver a injustiça ferir o sentimento,
Acreditar que o trabalho ennobrecido é,
E testemunhar quem sofre, me entristece de vez.
Nas mídias e em cenas, angústia e dor,
Pessoas nas garras da prisão e do horror,
Como bandidos tratados, desmerecidos,
Por buscarem o sustento, seus filhos queridos.
Ah, algo errado nisso está inscrito,
No compasso descompassado, comprometido,
Como pode a cultura ser manchada assim?
O trabalho digno desprezado, é um triste fim.
Ergo minha voz, óh sociedade,
Clamando por justiça e equidade,
Que seja revista essa nova cultura,
E o trabalho seja enaltecido com candura.
Não mais presos, mas honrados cidadãos,
Valorizados em suas mãos, tais mestres são,
Que o alimento abunde, em farta colheita,
E que a dignidade humana nunca seja desfeita.
Assim, no verso encerro meu clamor,
Pela transformação, um apelo fervor,
Que a tristeza da realidade se transfigure,
E um futuro de igualdade se configure.
Silva, amigo meu, ouça meu cantar,
Como pode um funcionário do teu lar,
Te tratar como um vagabundo, desrespeitar?
Cobrando impostos altos, sem te consultar.
Ao aumentar seu salário, sem se importar,
Silva, algo está errado nesse lugar.
Prender e bater, como pode suportar?
Essa injustiça clama por se levantar.
É tempo de questionar e reivindicar,
Aqueles que abusam e querem te controlar.
Revoltar-se contra essa situação adversa,
Buscar justiça e paz em cada conversa.
Silva, não desista, lute pelo que é certo,
Seu valor e dignidade sempre em alerta.
Pois algo está errado, e juntos iremos mudar,
Para construir um mundo melhor, sem enganar.
Sabe...
É complicado
Uma porta se abre
Com um destino selado
Ah, o tal do destino
O que muito me desespera
Um tal que eu abomino
Mas sei que ele me espera
Sabe, às vezes eu procuro
De toda forma, achar uma saída
Desse total escuro
Em que se encontra a minha vida .
Eu só queria que
Eu encontrasse uma solução
Tudo isso para que
Eu não perdesse meu coração
Passear pela natureza, sentir a brisa do verão de agosto, sentir o cheiro único da mãe natureza e respirar o verão de uma noite épica.
Desfrutando um vinho alentejano lendário e gostoso.
Domingos lendários e apaixonantes com taças da realeza cheias de vinho.
Tempo
O tempo cura tudo
Não
O tempo
Destrói
Apodrece e
Definha tudo
O amor vira
Tédio e repulsa
A paixão vira
Arrependimento
O tempo seca
Um oceano de
Sonhos
O tempo adoece tudo
Sentimentos sombrios...quem nunca?
Pensamentos cinzentos...às vezes
Contrastes constantes...rotina
Dilemas e dúvidas...é a vida
Buscar a saída...preciso
Uma mão estendida...qualquer
Procuro caminhos...dia a dia
Encontro-os em mim...alívio
Meu espírito ilumina-se...sou eu
Coração remendado...inteira estou.
Não sei o que há com o horizonte,
Teima em me mostrar a mesma imagem...
Vejo um pedaço que não é do monte,
Que até parece ser uma miragem.
Se for prenúncio, não é de todo ruim
Posto que o que tem que ser, é e, será
Pra ser passageira não tem mais de mim,
Vida que passou, passa e sempre passará.
Passou voando que levantou poeira.
E essa, encobriu e escondeu o céu.
Como criança numa inocente brincadeira.
De pique-pega, esconder ou então carrossel...
Deixando claro que era só para distrair
Enquanto a dor ainda estava em curso perigoso.
Acabando, deu um tchau e pediu pra sair
Dizendo não nutrir sentimento rancoroso.
Quem sabe, ao abaixar da poeira, se note
Que não foi uma total perda de tempo enfim
Quem se alegrará quando ter da cobra o bote?
Quem vai gostar de não ver do começo um fim?
Que o Senhor tenha misericórdia de nós
Pobres mortais ricos em confusão e rancor
Que saio coração toda fúria, maior algoz
Que encontremos a paz, a esperança e o amor.
↑ Direção
↓ i
→ r
↔ eção ↔
Minha insanidade mortal
Levou-me à psiquiatria
das palavras.
Insensatez moral,
a redigir
minhas falhas psíquicas.
Livro:
Fratura Exposta - Meu eu
Impresso em Páginas
Offline
Era tanta desconex@o
Que os corpos se a f a s t a r a m
As vozes se calaram,
O amor acabou ent@o.
Livro: Poem@s em rede - A poesia está on
A lua em suas fases
Na noite serena e escura ela brilha,
A lua, pérola noturna que cintila.
Um mistério suspenso no céu vasto,
Sua luz prateada, um sonho casto.
Ela observa os segredos da Terra,
Guardiã dos amores e da guerra.
Reflete sonhos e paixões que afloram,
Em seu silêncio, histórias se desdobram.
Lua cheia, redonda e luminosa,
Sua presença é sempre misteriosa.
Lua crescente, fio de prata a brilhar,
Ciclo eterno, a dança do astro a encantar.
Nas noites escuras, és companhia,
Envolves o mundo em melancolia.
Nas noites de festa, és brilho e esplendor,
Lua, musa dos poetas, és amor.
E assim, tu te elevas no firmamento,
A luz noturna de todo o momento.
Oh, lua, poesia escrita no céu,
Teu encanto em nossos olhos é réu.
Na vastidão cósmica, és um farol,
Guiando sonhadores, corações no sol.
Com tua beleza, a noite se enfeita,
Lua, testemunha silente, perfeita.
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