Nem o Frio nem o Calor
COLIBRI
Tão certo quanto o frio do inverno
Tão certo quanto o calor do verão
Tão certo quanto você, colibri
Que irá beijar a mais bela flor
Tão certo que o que sinto é amor
E eu me sinto enciumada
Quando te vejo beijar as outras flores
Mas, que graça teria a vida
Se antes de achar o amor verdadeiro
Não experimentarmos outros amores?
Quero você colibri
Me leva pra passear nas tuas asas
Me beija intensamente sem pensar
Se recolhe no meu ninho
Que eu te darei amor e carinho
E uma vida inteira para amar
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(E)FEITO PIPOCA
Como pipoca, não salto, se o óleo é frio, porque eu preciso de calor, de vapor, de muito e intenso fervor.
Quando me aquecem, feito a pipoca, eu pulo, de alegria, de entusiasmo, de amor,
e, como pipoca, estalo, faço barulho e mudo de cor.
Quando bem aquecida, eu transbordo do meu "mundo panela" e levo alegria para quem nem me conhecia, e (pre)encho sensações degustativas, olfativas, visuais e sentimentais.
Eu acelero batimentos e provoco ansiedades, de ser feliz e de saciar curiosidades.
Ao sentir um óleo quente, feito pipoca saio do meu mundo, atraio olhares, estimulo desejos, divido vontades.
O meu aroma exala de tal forma, que não há quem me sinta e quem me veja, que não veja que eu sou feita para saciedade.
É isso!
Sou assim:
Feito pipoca eu salto de mim, saio do meu espaço e me revivo, em mãos, tatos, emoções e palatos, e delicio, e distraio, e contento e satisfaço.
É tanto o bem que eu faço, que até quem não me quer bem, ao me ver, muda seu passo e compasso.
Sim!
Sou pipoca!
E, sendo pipoca, deixo que sobrem, em meu "mundo panela" ou em poucas vagas lembranças, todos os meus milhos estagnados: meus medos, minhas incertezas, minhas inseguranças e fraquezas.
No final deixo em meu "mundo panela" tudo o que faz mal para mim. Deixo todos os milhos que, fugindo de um bom óleo quente, se tornaram tanto a minha minoria, quanto a parte maior que não me compreendia.
Nara Minervino
hoje é um dia belo, frio e chuvoso.
No calor dos meus descasos lembro que tudo passa despercebido, nesse grande escuro labirinto da vida tento me encontrar.
Estou perdido desde o dia em que perdi meu grande amor.
Onde esta você vontade de viver em se alegrar?
Meus desafetos e dores acabaram com minha vontade de novamente amar e agora Estou novamente no inicio do labirinto tentando mais uma vez a saída achar.
Gerson. M. G. Turpo
sinta o clima,
cite o frio,
exclame o calor que senti,
expresse o frio aparente,
sendo o clima e o sentimento,
expressados num instante que encontrou
resoluto e hipotético a temática do ser mais profundo,
um estado de insanidade,
nas fontes obscuras da mente,
entretanto vulgar o seja pois o que entendo disso,
apenas acompanho o termo cientifico.
As lembranças ensolaradas e cheias de calor daquele verão me ajudarão a suportar o frio até a primavera.
Só o calor deixa o meu corpo assim
Bem de leve e bem melhor de cor
Meu humor não pode ver um frio
An-an an-an
Só o Sol sabe me querer bem
Brisa de Verão me dá mais cor
Eu sinto o frio dos dias de inverno, mesmo estando no calor do verão
Sinto a solidão de estar por conta própria, sem poder contar com alguém que ajude a achar a direção
Eu sinto a sombra que me envolve como um manto
Eu sinto a escuridão que me ofusca os sentidos
Eu sinto a dor de estar sufocando em meus próprios pensamentos
Eu tenho o desejo de partir desse mundo
Mas acima de tudo isso
Eu sinto medo
Eu tenho muito medo
E quando o sol se põe e dá lugar a solidão e o frio da noite, imagino como o calor do teu corpo e teu sorriso me deixariam bem.
Saudades
Sinto o sol atacar
e chamo de calor
Sinto o vento quebrar
e chamo de frio
Sinto a alma vibrar
e chamo de amor.
..
..
Às vezes é certo pensar que o frio de suas palavras são de igual tamanho com o calor de seus olhos como tenho vontade de me aquecer em um aperto aconchegante mas não posso pois o frio que me deixou sozinho é vindo daquela que poderia me aquecer
Ama o frio, quem não o sentiu na pele. Ama o calor, quem de alguma forma, se refrescou. Mas somente aquele que sabe a dor dos extremos, opta pela neutralidade de tudo.
Como se volta a ter sentimentos? Aquela chama, aquele calor, aquele frio na barriga, aquele nó na garganta, o coração disparado, a respiração acelerada, as mãos frias. Ah essa sensação, que sensação.
O ser humano é capaz de se adaptar aos novos horários,
Ao frio ou calor dos outros países,
Se adaptam a mudança a casas novas
Agora os animais não, se o urso ou pinguim
Saírem do polo norte morrem, porque eles não conseguem se acostumar com outros climas, então você humano nunca diga que não aguenta nada, que não é capaz de nada e que não consegue nada.
Antes era o Sol
Nem choveu no jardim
Quando você chegou
E hoje que fazia calor
Amanhã fará frio
E a lua será testemunha
Do nosso amor
E de sono caí no chão gelado
Mas estou protegido
Nos teus braçinhos de lã
O calor de seus braços já se encontrava frio a muito tempo;
Ela já não ansiava mais por suas mensagens,
O desejo de notícias acabará;
As desculpas desajeitadas que antes a dominavam
Hoje se fazem indiferentes...
Durante o Café lhe disse que partiria
Esperava que isso à partisse
Contudo, ela apenas consentiu.
“Depois de tudo, não fara mínima questão de que eu fique?”
Ela sorri enquanto fita a caneca de café e diz:
“Ele esquenta minha alma;
Alegra minhas manhãs;
Me mantem acordada todas as noites,
Beija e adoça minha boca todos os dias;
Teu cheiro me entorpece...
Este café é mais intenso do que você jamais fora.”
já não sinto mais dor, já não sinto o calor, o frio parece acolher, o escuro parece consolar. O vazio se torna companheiro, o sorriso se torna desnecessário, a gentiliza se fez incapaz, o calar fez mais sentido, o cheiro já não é de rosas, o beijo perdeu o gosto, a solidão sorriu, a companhia se foi, apenas o tempo restou
"Há uma solidão no meio das cores...
Nos sons, no sentir, no calor e no frio, nas flores...
Um olhar gigante que nos apequena em inexplicáveis dores...
Viaja no brilho das estrelas... na noite escura...
Pulsar de quem já foi, irá ou ainda está!
Vista de gota a refletir o céu sob as águas do mar!...
Há uma solidão nos sonhos...
Que só termina com um aroma doce que acaricia nossa alma!"
Estava calor pediram chuva, veio a chuva, pediram frio, veio frio pediram calor de novo...
Deve ser difícil ser Deus...
Ó Chama da minha vida que aquece, Seu calor confortante me fortalece, mas com seu olhar frio o fogo que me sustenta aos poucos desaparece
