Necessitados Pobre
Se um milionário comprar um fusca e usá-lo, não deixará de ser milionário... Um pobre usando Ifone, é um pobre usando Ifone.
A minha literatura não é pra massa nem pra elite, mas sim pra quem a sentir. Não é pra pobre nem pra rico, mas sim pra quem sabe o valor do ser humano. Enfim: minha literatura é sua, pois só foi feita por você.
"A despedida dói, é de partir a alma.
Logo ela. Pobre alma!
Se fosse um outra coisa partida seria tão fácil.
Um dedo partido a cada partida.
Perderíamos um mês de algumas tarefas e logo estaríamos prontos.
Mas não, é a alma que se parte com a tua partida"
A Orgulhosa
Num Baile
Ainda há pouco pedi-te,
Pedi-te para valsar...
Disseste - és pobre, és plebeu;
Não me quiseste aceitar!
No entretanto ignoras
Que aquele a quem tanto adoras,
Que te conquista e seduz,
Embora seja da "nata",
É plena figura chata,
É fósforo que não dá luz!
Deixa-te disso, criança,
Deixa de orgulho, sossega,
Olha que o mundo é um oceano
Por onde o acaso navega.
Hoje, ostentas nas salas
As tuas pomposas galas,
Os teus brasões de rainha;
Amanhã, talvez, quem sabe?
Esse teu orgulho se acabe,
Seja-te a sorte mesquinha.
Deixa-te disso, olha bem!
A sorte dá, nega e tira;
Sangue azul, avós fidalgos,
Já neste século é mentira.
Todos nós somos iguais;
Os grandes, os imortais;
Foram plebeus como eu sou.
Ouve mais esta lição:
Grande foi Napoleão,
Grande foi Victor Hugo.
Que serve nobre família,
Linhagem pura de avós?
Se o sangue dos reis é o mesmo,
O mesmo que corre em nós!
O que é belo e sempre novo
É ver-se um filho do povo
Saber lutar e subir,
De braços dados com a glória,
Pra o Pantheon da História,
Pra conquista do porvir.
De nada vale o que tens
Que não me podes comprar;
Ainda que possuísses
Todas as pérolas do mar!
És fidalga? - Sou poeta!
Tens dinheiro? - Eu a completa
Riqueza no coração;
Não troco uma estrofe minha
Por um colar de rainha
Nem por troféus de latão.
Agora sim, já é tempo
De te dizer quem sou eu,
Um moço de vinte anos
Que se orgulha em ser plebeu,
Um lutador que não cansa,
Que ainda tem esperança
De ser mais do que hoje é,
Lutando pelo direito,
Pra esmagar o preconceito
Da fidalguia sem fé!
Por isso quando me falas,
Com esse desdém e altivez,
Rio-me tanto de ti,
Chego a chorar muita vez.
Chorar sim, porque calculo,
Nada pode haver mais nulo,
Mais degradante e sem sal
Do que uma mulher presumida,
Tola, vaidosa, atrevida.
Soberba, inculta e banal.
Pobre cérebro que nunca é ouvido,
pobre coração que é tolo e acredita demais nas pessoas, pobres lágrimas que caem por quem não vele a pena e pobres lábios que não aguentam mais dar um sorriso forçado.
"Só oque eu te peço é : Não brinque comigo,não deixe em pedaços meu pobre coração. Quer me fazer feliz ? Venha ,as portas estão abertas. E eu vou logo avisando que és muito bem vindo,mas se não estas preparado para tal responsabilidade paremos por aqui,antes que seja tarde demais "
O amor quando se alberga
no peito do rico ou pobre
se torna logo um guerreio
com capacete de cobre
e só obedece a honra
porque a honra é mais nobre.
Se o amor é soberano
a honra é sua coroa,
portanto, um amor sem honra
é como um barco sem proa,
é como um rei destronado
no mundo vagando à toa.
Pobre é aquele que julga sem autoridade. Mais pobre ainda é aquele que usa a autoridade para julgar.
Feliz Natal...
Ao preto, ao branco, ao rico, ao pobre, ao feio, ao bonito... somos todos iguais. Que todos possam ter um Natal muito feliz.
Quem construiu a cruz de Cristo?
Um pobre carpinteiro?
Um ditador cruel?
Um traidor ganancioso?
Um Barrabás que foi perdoado?
Ou uma humanidade fria, alienada, corrupta que continua gritando “Barrabás”
Num é porque é negro que é bandido...
Num é porque é pobre que é desonesto...
Não é porque é rico que é esnobe...
O mundo precisa de atos sinceros e visões além do alcance, não de opiniões que desmoralizam seres humanos que buscam sua felicidade de maneira comum...
A vida segue...
vergonha e honradez é coisa de pobre, rico tem outros valores, tais como a ganância e a falta de escrúpulo...
A morte não tem preconceito
Rica, pobre, branco, negro...
Todos ela vem, todos ela pertence
Semelhante a uma faixa
Sua visão se ofusca
Mata de olhos cobertos
Nada sente, nada busca
É moral e Imoral
Além do bem ou mal
Que cure a última doença
Seja o médico do espírito mais leve
Pois o meu está pesado
Ficarei mais um pouco
Se me permitir, é claro.
O ganancioso consome sua vida afogado num dilúvio de ilusões.
Mas o pobre vive toda sua vida na arca da simplicidade...
