Nascemos sem Pedir e Morremos sem Querer Entao
As pessoas noivam porque o namoro é bom e casam porque o noivado foi ótimo...e então deixam de namorar.
E, de fato, se Evguêni Irtênev estava mentalmente enfermo quando cometeu seu crime, então todas as pessoas são também doentes mentais; porém, mais doentes ainda são, sem dúvida, aqueles que veem nos outros sinais de loucura que não veem em si mesmos.
Se te incomoda tanto que eu só fale de coisas tristes, então porque que você não começa me fazendo feliz?
“Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar…é nossa razão de existir.”
Me peça pra ficar, ou então daqui vou-me indo
Não ficarei onde não me sinto bem-vindo
Mostre-me que anseia por minha presença
e instantaneamente paro meus passos.
Posso andar uma noite inteira,
acredite quando digo que não vou me cansar.
Um coração desprovido,
vai atrás do amor em qualquer lugar.
Posso me guiar por vozes,
até mesmo pelas brisas do congelante ar.
Mas nessa escuridão, vou-me indo
com a contradição de você me pedir pra ficar.
Os médicos me disseram que eu jamais andaria novamente, mas minha mãe disse que eu andaria. Então acreditei na minha mãe.
Seria isso, então? Você só consegue dar quando não é solicitado, e quando pedem algo você foge em desespero. Como se tivesse medo de ficar mais pobre, medo de que se alcance seu centro e nesse centro exista alguma coisa que você não quer mostrar nem dar ou dividir. Contido, dissimulado, você esconde essa coisa, será assim?
Foi então que eu a vi.
Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela.
Cabelo mal pintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar-comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olha a rua. Na mão direita tinha um cigarro; na esquerda, um copo de cerveja.
E chorava, ela chorava.
Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.
Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém acho. Tão voltada para a sua própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu também não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de neon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida.
Sem o recurso dessas benditas levezas nossas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música do Caetano, uma caixa de figos.
Nota: Trecho do texto "Pálpebras de Neblina".
Desta vida nada se leva... só se deixa! Então, te deixo o meu melhor... Meu melhor sorriso, meu maior abraço, minha melhor história, minha melhor intenção, toda minha compreensão. E do meu amor, a maior porção. Só quero ficar na memória de alguém como outro alguém que era do bem!
Ele tem que voltar para o futuro porque ele está no passado, então o futuro é realmente o presente, que é o seu tempo.
(Robin)
Aprendi que conhecer as pessoas é muito complicado. Então, o mais importante é saber conviver, pois o conhecimento se constrói com o tempo.
Então vai, fala a vontade que eu nem me estresso
To nem ligando na humilde eu já nem te impeço
Porque tu fala de mim mesmo se eu não peço
Adora falar dos fracassos e se cala com meu sucesso
E eu sei que quem conta um conto aumenta um ponto
E a tua língua afiada nunca me dá um desconto
Desculpa, mas assim só vai arrumar um confronto
Teu papo não é reto e de tanta curva eu já tô tonto
Eu não sei esperar nada. E a natureza gritando no meu ouvido que então, já que sou birrenta, vou ficar sem nada mesmo.
"Quem pouco luta, tão pouco conquista, então lute por seus objetivos sejam eles quais forem, sua dedicação deve ser maior que suas conquistas, pois nunca paramos de sonhar, nunca estamos satisfeitos, cada sonho realizado é mais um motivo de continuar sonhando".
