Nascemos sem Pedir e Morremos sem Querer Entao
Então alma, não desespere,
Se um adeus doeu demais,
Pois quem crê no Cordeiro vivo,
Vai viver em paz, e muito mais.
"A vida tem que ser sempre assim: a gente nunca perde, ou acerta ou então aprende...!"
Otávio Abadio Bernardes
Itumbiara, 24 de setembro de 2025.
"Não fique perto de quem está trabalhando... ou então ajude de qualquer maneira!"
Otávio Abadio Bernardes
Itumbiara, 3 de março de 2026.
"Ele não podia cair de novo. Não ia sobreviver a outra queda.
Então ele ficou na borda. Ofereceu a mão, mas não deu o salto. Ofereceu a presença, mas não a alma. Ofereceu o corpo, mas não o coração inteiro.
Ela sentia a distância. Ela sentia que ele estava ali, mas não completamente. Que ele a amava, mas com um pé na porta, sempre pronto para ir embora antes que ela fosse.
E ele, ele não sabia que essa distância era a maior das perdas. Que, ao se preparar para a partida, ele já estava partindo".
“Politicamente incorreto?
Então olha de frente:
no Brasil, quem nasce sem nada
aprende cedo a baixar a cabeça.
Não por escolha —
mas porque o sistema já escolheu antes.
O pobre não herda liberdade,
herda dívida, silêncio e sobrevivência.
E chamam isso de mérito
quando ele consegue respirar.”
Helaine machado
“Queria te dar o mundo,
mas sei que ele não me pertence…
Então te entrego aquilo que é meu:
meu tempo, meu cuidado,
meus silêncios mais sinceros
e esse coração teimoso
que insiste em morar em você.”
— Helaine Machado
Numa Hera de histeria, trovões eram calmaria
Nasce então, aquele que está sempre em guerra
Independente do clima:
Ares de paz
Ares de amor
Ares de trevas
Ares de dor
Mas sempre Ares!
Um dia há de produzir a harmonia.
A verdadeira alegria nasce quando as mãos se rendem e os olhos se enchem de gratidão, então a vida se põe a cantar.
O poder autêntico é o direito de desabar em lágrimas, para então, da própria lama, emergir por escolha e não por obrigação.
Os medos que herdei não me pertencem totalmente. Vim com malas que não escolhi carregar. Então paro, abro os zíperes e devolvo o que não é meu. Às vezes alguém pega e leva, outras fica no caminho. Libertar-se é tarefa de desapego e coragem pequena.
As manhãs me recebem com perguntas que não sei responder. Então respondo com pequenos atos: água, roupa, café. A rotina vira tábua de salvação nas ondas das incertezas. E quando a coragem retorna, ela vem na forma de hábito. Pequenas repetições fazem com que eu me reconheça novamente.
Escrever é o gesto de quem já compreendeu que o grito não alcança ninguém, resta, então, converter o pavor em grafia. É usar o próprio sangue como tinta para riscar uma saída numa parede de concreto que jamais cederá aos ombros cansados. Cada frase estanca, por instantes, uma hemorragia interna que o mundo ignora enquanto exige sorrisos e produtividade. Sou o náufrago que, em vez de pedir socorro, consome os últimos fôlegos descrevendo a beleza aterradora do oceano que o afoga.
Se o sentido precisa ser criado, então ele nasce frágil, vulnerável a qualquer ruptura, como algo sustentado por certezas que nunca foram sólidas, e talvez seja isso que torna tudo tão instável e humano.
O ser humano não conheceu Deus pela própria razão. Então Deus decidiu salvar os que creem pela pregação do evangelho.
📖 1 Coríntios 1:21
