Naquela noite
Alí todo seu mistério belo, leve, natural. Naquela noite, era somente sombra e resquícios de luz que desenhavam todas as curvas do AMOR.
Naquela noite o destino sorriu pra mim. No silêncio da madrugada o amor bateu-me à porta, Não respondi Fingi-me de morto. O amor gritou bem alto venha vamos falar bobagens e sorrir um do outro, isso me faz feliz, fale-me do mundo e conte-me seus planos e sonhos. Nada respondi para cada noite, uma tristeza para cada tristeza, uma lágrima,para cada lágrima, uma dor para cada dor, um suspiro,para cada suspiro, uma esperança. Essa noite quero apenas esquecer, não quero viver, não quero morrer, essa noite eu só vou me deitar pra esperar o dia nascer.existe em mim um silêncio que ninguém pode tirar o silêncio insuportável da minha alma. Esta ja causou barulho no céu. Quando aquela noite se foi, até mesmo o céu chorou.
Naquela noite ela não passou correndo pela passarela como sempre fazia, ao invés disso parou e pousou as mãos no guarda-corpo e olhou os carros que passavam por baixo e em alta velocidade enquanto o vento gelado chicoteava sua face.
Pela primeira vez ela entendeu o porquê não gostava de alturas. Não era medo de cair, era vontade. O tremor que sempre percorria seu corpo e as mãos suando frio, eram na verdade o resultado da briga interna de pular ou não.
Um “E se…” ecoava dentro de sua cabeça. Já era tarde e não havia quase ninguém por ali, não haveria quem tentasse fazer algo. Uma leve inclinada para frente, apenas para olhar melhor a distância que lhe separava do chão.
Tão súbito quanto havia sido sua parada, ela se foi. Soltou as mãos do guarda-corpo e retomou o caminho que a levaria até o ônibus que precisa tomar para casa. Cair era realmente tentador, mas não dessa vez
Números 14
Os israelitas querem voltar para o Egipto
1 Naquela noite, toda a comunidade começou a chorar em alta voz.
2 Todos os israelitas queixaram-se contra Moisés e contra Arão, e toda a comunidade lhes disse: "Quem dera tivéssemos morrido no Egito! Ou neste deserto!
3 Por que o Senhor está nos trazendo para esta terra? Só para nos deixar cair à espada? Nossas mulheres e nossos filhos serão tomados como despojo de guerra. Não seria melhor voltar para o Egito?"
4 E disseram uns aos outros: "Escolheremos um chefe e voltaremos para o Egito!"
5 Então Moisés e Arão prostraram-se com o rosto em terra, diante de toda a assembleia dos israelitas.
6 Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que haviam observado a terra, rasgaram as suas vestes
7 e disseram a toda a comunidade dos israelitas: "A terra que percorremos em missão de reconhecimento é excelente.
8 Se o Senhor se agradar de nós, ele nos fará entrar nessa terra, onde há leite e mel com fartura, e a dará a nós.
9 Somente não sejam rebeldes contra o Senhor. E não tenham medo do povo da terra, porque nós os devoraremos como se fossem pão. A proteção deles se foi, mas o Senhor está conosco. Não tenham medo deles!"
10 Mas a comunidade toda falou em apedrejá-los. Então a glória do Senhor apareceu a todos os israelitas na Tenda do Encontro.
11 E o Senhor disse a Moisés: "Até quando este povo me tratará com pouco caso? Até quando se recusará a crer em mim, apesar de todos os sinais que realizei entre eles?
12 Eu os ferirei com praga e os destruirei, mas farei de você uma nação maior e mais forte do que eles".
13 Moisés disse ao Senhor: "Então os egípcios ouvirão que pelo teu poder fizeste este povo sair dentre eles,
14 e falarão disso aos habitantes desta terra. Eles ouviram que tu, ó Senhor, estás com este povo e que te veem face a face, Senhor, e que a tua nuvem paira sobre eles, e que vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia e numa coluna de fogo de noite.
15 Se exterminares este povo, as nações que ouvirem falar do que fizeste dirão:
16 'O Senhor não conseguiu levar esse povo à terra que lhes prometeu em juramento; por isso os matou no deserto'.
17 "Mas agora, que a força do Senhor se manifeste, segundo prometeste:
18 'O Senhor é muito paciente e grande em fidelidade e perdoa a iniquidade e a rebelião, se bem que não deixa o pecado sem punição e castiga os filhos pela iniquidade dos pais até a terceira e quarta gerações'.
19 Segundo a tua grande fidelidade, perdoa a iniquidade deste povo, como a este povo tens perdoado desde que saíram do Egito até agora".
20 O Senhor respondeu: "Eu o perdoei, conforme você pediu.
21 No entanto, juro pela glória do Senhor, que enche toda a terra,
22 que nenhum dos que viram a minha glória e os sinais milagrosos que realizei no Egito e no deserto e me puseram à prova e me desobedeceram dez vezes -
23 nenhum deles chegará a ver a terra que prometi com juramento aos seus antepassados. Ninguém que me tratou com desprezo a verá.
24 Mas, como o meu servo Calebe tem outro espírito e me segue com integridade, eu o farei entrar na terra que foi observar, e seus descendentes a herdarão.
25 Visto que os amalequitas e os cananeus habitam nos vales, amanhã deem meia-volta e partam em direção ao deserto pelo caminho que vai para o mar Vermelho".
26 Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão:
27 "Até quando esta comunidade ímpia se queixará contra mim? Tenho ouvido as queixas desses israelitas murmuradores.
28 Diga-lhes: Juro pelo meu nome, declara o Senhor, que farei a vocês tudo o que pediram:
29 Cairão neste deserto os cadáveres de todos vocês, de vinte anos para cima, que foram contados no recenseamento e que se queixaram contra mim.
30 Nenhum de vocês entrará na terra que, com mão levantada, jurei dar-lhes para sua habitação, exceto Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.
31 Mas, quanto aos seus filhos, sobre os quais vocês disseram que seriam tomados como despojo de guerra, eu os farei entrar para desfrutarem a terra que vocês rejeitaram.
32 Os cadáveres de vocês, porém, cairão neste deserto.
33 Seus filhos serão pastores aqui durante quarenta anos, sofrendo pela infidelidade de vocês, até que o último cadáver de vocês seja destruído no deserto.
34 Durante quarenta anos vocês sofrerão a consequência dos seus pecados e experimentarão a minha rejeição; cada ano corresponderá a cada um dos quarenta dias em que vocês observaram a terra.
35 Eu, o Senhor, falei, e certamente farei essas coisas a toda esta comunidade ímpia, que conspirou contra mim. Encontrarão o seu fim neste deserto; aqui morrerão".
36 Os homens enviados por Moisés em missão de reconhecimento daquela terra voltaram e fizeram toda a comunidade queixar-se contra ele ao espalharem um relatório negativo;
37 esses homens responsáveis por espalhar o relatório negativo sobre a terra morreram subitamente de praga perante o Senhor.
38 De todos os que foram observar a terra, somente Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, sobreviveram.
39 Quando Moisés transmitiu essas palavras a todos os israelitas, eles choraram amargamente.
40 Na madrugada seguinte, subiram para o alto da região montanhosa e disseram: "Subiremos ao lugar que o Senhor prometeu, pois cometemos pecado".
41 Moisés, porém, disse: "Por que vocês estão desobedecendo à ordem do Senhor? Isso não terá sucesso!
42 Não subam, porque o Senhor não está com vocês. Vocês serão derrotados pelos inimigos,
43 pois os amalequitas e os cananeus os enfrentarão ali, e vocês cairão à espada. Visto que deixaram de seguir o Senhor, ele não estará com vocês".
44 Apesar disso, eles subiram desafiadoramente ao alto da região montanhosa, mas nem Moisés nem a arca da aliança do Senhor saíram do acampamento.
45 Então os amalequitas e os cananeus que lá viviam desceram, derrotaram-nos e os perseguiram até Hormá.
"Então Naquela Noite Em Vez De Orar, Eu Deitei e Chorei... Sim! Aquela Foi à Minha Oração Mais Sincera.!"
Nos conhecemos numa balada há alguns anos atrás. Ficamos naquela noite, depois namoramos e nos casamos. Faz pouco tempo que estamos casados e ainda não temos filhos. Eu amei ela desde o instante em que a vi naquela noite. Mas eu sempre soube que ela não me amava. Ela diz que sim, mas sei que não. Algumas vezes encontro-a chorando em nosso quarto. Outra noite escutei ela sussurrando um nome enquanto dormia. E não era o meu...
"Naquela noite contemplando o céu, para cada estrela que eu contava, atribuía uma razão para que eu te amasse. Foi então que percebi que nem mesmo a imensidão do universo seria suficiente para expressar meu amor por ti."
Mais uma noite
Naquela noite fui deitar mesmo sem sono, fechei meus olhos e pensava nele.
Tentei desviar meus pensamentos, mas tudo me desviava para ele e eu sorri.
Pensei tanto e em fim adormeci.
Ao acordar me recordei que sonhei com ele, no sonho eram só nós dois.
Ele não era escritor;
Mas me enviou um texto, que dizia me amar e não sabia como expressar esse sentimento, que até então era tão desconhecido para ele.
Ele não era escritor;
Mas era o cara que me amava.
No texto ele dizia que tinha tanta vontade de me abraçar, me beijar e dizer para todos que eu era só dele e ele só meu.
Ele não era escritor;
Mas era o homem pelo qual eu era louca e completamente apaixonada.
Pois eu nem imaginava que esse amor era tão correspondido.
No texto ele dizia, que não me queria por uma noite, mas por toda vida.
Imagina que felicidade foi a minha?!
Aquele cara me amava, me desejava tanto quanto eu...
Eu mesma tomei a iniciativa, ajoelhei-me ao seus pés, com uma flor em uma das mãos, ao meu amor entreguei.
Em meus olhos não pude conter as lágrimas que insitiam em escorrer, com a voz trêmula, pedi para ele para ficar em minha vida, não por um dia, mas por uma eternidade.
Com sorriso radiante feito um sol todo brilhante, ele me puxou para seus braços e ao tocar em meus lábios, eu acordei. Acordei com o barulho do despertador que insistia em tocar.
Meu peito doeu, foi aí que percebi que foi apenas um sonho.
Ah, meu amor, que saudades eu tenho, de tudo aquilo que nunca aconteceu!
Autora: #Andrea_Domingues
(...) conversamos brevemente naquela noite quando eu lhe disse “deveriam escrever um livro sobre você.” Algumas pessoas entram em nossas vidas e evitam grandes catástrofes no mundo virtual; mesmo sem saber qual é o real significado da importância que ela tem em sua vida. Posso cogitar em minhas mente as ideias mais loucas do mundo, mas você foi a única pessoa que fez com que meus pensamentos se curvassem ao amor.
Meus pensamentos. Resende, dia 28 de Agosto de 2017.
Sinto-me confortável por tudo oque passei, estar ali naquela noite, com aquelas pessoas...Nossa que satisfação, e em seguida te vir chegando mais perto de mim e quanto mais nos se aproximavam,mais ficava ofegante. Nossa que sensação, seus lábios de encontro ao meu as pernas ficando bambas o coração a mil por hora, apenas não conseguir decifrar oque se passava naquele exato instante, a felicidade tomando conta do meu eu, um turbilhão de sentimentos, sem conseguir decifrar um. E com as suas suaves mãos, levando-me para o quarto, e lá nos deitamos um do lado do outro, nos acariciando e querendo eternizar aquele momento. Ah, você me despindo lentamente, com todo o corpo, devagar foi descendo passando a mão em minhas curvas e retirando a última peça de roupa, e que prazer, faltava-me o ar para dizer o quanto estava iluminada com toda aquela sensação que me contia, me contorcendo por inteira e ao mesmo tempo te olhando e querendo mais, querendo por inteiro, nossos corpos se tornou um só, duas almas que se encontraram e o calor das energias correndo por todo nosso corpo e a respiração falando por nós, a meu bem você mudou tudo!
Foi naquela noite, ao ouvir o uivo de Hati, foi naquela noite que minha cabeça floresceu. Naquela noite eu comprovei que o ódio pode ser domado...
" Foi naquela noite, esperando o seu sorriso, mergulhando nos teus olhos que conheci a dor da paixão."
<O menino quase invisível>
De tão leve naquela noite, parecia voar por entre os carros...
Bailava pelo asfalto feliz, como se estivesse no teatro municipal.
Seu corpo parecia flutuar pelas calçadas manchadas de dores e silêncios enormes.
Marchando solene pela madrugada seguia calado, silenciado, parecendo cansado de estar sempre em modo repetição... Exausto! Era como se sentia quando se deitou na porta da padaria naquela noite.
Assim como fez praticamente todos os dias de sua vida até ali, (treze insólitos dias),
com as mãos trêmulas e sujas do pó do asfalto,
arrastou-se lentamente, e rastejando puxou para o seu lado uma latinha de metal encardida (dessas de refrigerante)
que qualquer criança compra na vendinha da porta da escola.
Acendeu com dificuldade o isqueiro,
que por diversas vezes naquela noite o aqueceu.
Rodou a carretilha do isqueiro como quem brinca de roleta russa.
Riscou a pedra do isqueiro como quem puxa o gatilho de uma arma na direção da própria cabeça.
Aquele projétil foi o último. Aquela pedra foi a última.
Quando voltou do transe o trânsito já estava complicado...
Buzinas, carros por todos os lados, pessoas caminhando apressadas e o olhando atravessado como se ele fosse um bicho e prestes a atacá-las.
Ainda meio sem saber aonde estava, espreguiçou-se lentamente, por duas vezes seguidas. Logo após isso, deitou-se novamente sob a marquise. E apesar de ser ainda uma segunda-feira nem se importou! Não teria mesmo de ir para a escola.
E antes que pudesse voltar a sonhar novamente, foi enxotado às turras e a vassouradas pelo dono da padaria, que além de uma caneca de água fria, atirou-lhe também dois ou três pães dormidos.
A sua sorte era tudo o que lhe restava. Tomara que só lhe atirassem pão e água; paz, cama e teto ele já tinha desde a inauguração daquela padaria, há uns três ou quatro anos atrás.
E só pra constar... as vassouradas diárias do dono da padaria era a sua
(...)
Naquela noite fria, pediu mais um copo, que acaba por beber mais e mais, sentindo sua própria degradação, na volúpia masoquista do próprio sofrimento, remoendo, preparando uma vingança para aquele que atirou seu coração aos leões e despedaçou sua razão em praça pública, inevitavelmente sentia-se violado e humilhado, então pensou que a ti era permitido esmagar a quem julgava inferior e de merecimento profundo do sofrimento, mas eis que a consciência do tenebroso homem que julgava ser, treme involuntariamente perante aquela criatura desprezível, atuava agora sobre ele a realidade espiritual humana, quando se julgava ser apenas um cérebro em ação, descobre que é dotado de um corpo e de nervos, para além do cérebro possuía também uma alma, da realidade que te visita que a razão fria lhe diz faça, mostre onde doeu sua ferida, a carne e a alma não aceitam, sente-se como se estivesse sendo violado por si mesmo, repelindo-se, nessa luta, o seu castigo se estabelece, entrando em um conflito ardente com essa razão fria, experimentando a expiação de si mesmo, de suores e de delírios, pavor e febres, a luta travada, travada nas mais profundas camadas vitais da sua consciência, luta que atingiu raízes misteriosas profundas do seu ser, que até então não conhecia, da origem sagrada desse demônio que chora com as mãos sobre o rosto.
Já era madrugada todos estavam embriagados, mas sua consciência continua apontando, como uma ferida tocada bruscamente, uma assombrosa profundidade penetra-lhe fazendo sentir os sentimentos larvais e fraternais do seu ser, sente-se como um espirito em decomposição de um coração brilhante que pulsa vivo, nessa luta travada, de querer ser mais forte que os códigos misteriosos cravados em seu coração, com um copo na mão, de olhos parados e distantes, mais voltado para si, assustadoramente perto de si, em um ato transcendental, vasculha-se e descobre que seu pecado não ocorre no fato consumado, na obra concretizada, mas em seus pensamentos e palavras, que o reviraria de cabeça para baixo, para sua consciência seria o suficiente para assombrar-lhe todos os seus sentidos de uma insana ilusão de uma vida miserável, da fantasia a melancolia.
Naquela noite agradeci a Deus
Por me guiar por águas turvas e,
Orei para que eu sobrevivesse
Ao dia seguinte!
E se, de algum modo, eu voltasse
Para casa, prometi a Deus e a mim
Mesmo que encontraria um calmo
Pedaço de terra em algum lugar e
Viveria o resto da vida em Paz!
Então, assustado, acordei dentro da
Pequena canoa que singrava aquelas
Águas límpidas e tranquilas que me
Fizeram retratar as fases da minha
Vida e orei em agradecimento a Deus!
Foi naquela noite... (pseudoaparências)
Foi naquela noite escura e fria;
foi naquela noite de sábado;
Após a mais um dia de árduo trabalho no campo;
Após eu trabalhar com a mesma garra de sempre
até me sentir estafado;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela noite de sábado;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela noite de sábado;
Após a uma tarde quente de Sol, uma tarde de Sol
veemente;
Após uma tarde clara que aparentemente era igual as outras;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela noite de sábado;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela noite de sábado;
A aldeia estava completamente escura fora a lâmpada de energia
solar que iluminava alguma coisa, na aldeia;
A aldeia estava completamente calma como sempre fora alguns
"perros" que ladravam por um pouco do desconhecido;
Os pássaros já estavam calados, não havia vento as árvores estavam
em paz descansavam tranquilas;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela de sábado;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela de sábado;
Eu sentado naquele banco de madeira, de mãos livres, mente cheia dos
meus irresolutos pensamentos, olhei para cima e observei o céu, já escuro
o céu já estava escuro, imensas estrelas decoravam o céu e a meia lua
formada em quarto crescente estava também lá em cima, e no meio
de tanta poesia uma estrela brilhava mais do que todas e parecia-me
que ia para mais longe num tremenda velocidade e eu fitei os olhos nela
até ela tornar-se mais pequena aos meus imperfeitos olhos;
Foi naquela noite escura e fria;
Foi naquela noite de sábado;
Queres saber o que aconteceu naquela noite escura e fria ?!
Queres mesmo saber o que aconteceu naquela noite de sábado ?!
Naquela noite escura e fria de sábado não aconteceu nada de tão relevante
aos teus olhos... ao teu coração... a sua mente, nada mesmo...
Naquela noite escura e fria de sábado não aconteceu nada de tão especial,
digo-te com sinceridade...
