Nao Vou Mentir
Não é sobre a prática ou não dá fé;
Mas às vezes oque você precisa fazer para alcançar o milagre é persistir.
"Hoje, a Torre de Babel é o preconceito; a pluralidade religiosa não deve nos dividir, pois antes de qualquer crença, somos todos humanos e devemos nos unir com respeito e amor. Si vis pacem, para amorem — se queres a paz, prepara-te para o amor."
Ser mulher é carregar um mundo inteiro dentro do peito e ainda sorrir.
Não é sobre aparência, é sobre caráter, coragem e coração.
Vocês são a prova viva de que a alma feminina não quebra — ela floresce mesmo nas tempestades.
—Purificação
Ser mulher não é sobre ser perfeita — é sobre ser inteira.
É ter caráter quando o mundo provoca, e ternura quando a vida exige força.
Vocês são pura essência e verdade. 💪❤️
— Purificação
"Não sejas tão cruel conosco, ó Mãe! O satã fez dos trópicos o inferno e deus prepara o dilúvio nos polos. Nosso corpo está sem colo materno, não dormirá na paz de vossos solos!"
Mesmo após a saída do colonizador português, Angola não conseguiu se libertar das correntes econômicas e políticas externas. Essa crítica também está relacionada ao fracasso das promessas feitas pelas lideranças revolucionárias e o ideal de liberdade que não foi alcançado na realidade, resultando em uma Angola dividida e desiludida.
Mesmo após a saída do colonizador português, Angola não conseguiu se libertar das correntes econômicas e políticas externas... Prova disso é só ver como o povo é governado e tratado, pelos seus governantes.
“A música não toca só nos ouvidos, ela acende fogo na alma e faz o corpo lembrar que ainda sabe sentir.”
Não cheguei pronto, mas fui forjado pela disposição. A vida me obrigou atravessar por tempestades, mas aprendi que meu espírito é o mastro mais forte.
No muito barulho, há silêncio de coração. Nos ruídos do mundo, há vazios de escuta. Não há relação nos ruídos, o que há são desencontros entre humanidades e algoritmos.
A Desagregação e o Retorno ao Todo
A morte
não é o fim, até porque o fim não existe, a morte é apenas o instante em que a matéria cessa seu labor de renovação e o corpo se desfaz em seus elementos primordiais. As 37 trilhões de células que formam nosso corpo se desagregam, retornam à natureza e, nesse mesmo processo, libertam aquilo que nunca lhes pertenceu inteiramente: o intelecto, a vida, o eu, a individualidade. aquele que sentiu e viveu embarcado no corpo, que agora se desfaz, que volta a natureza
O intelecto (a capacidade de perceber, julgar pensar, coordenar cada membro) não é uma criação do criação do cérebro apesar de estar intimamente ligado a ele, mas uma expressão do próprio universo. Ele é a centelha consciente do infinito, um fragmento do Todo que, por breve tempo, assume a forma humana e experimenta a existência sob os limites da carne e no comando desta.
Quando nascemos, é como se uma fração do cosmos se adensasse em nós, uma gota do oceano cósmico ganhando forma e identidade. Vivemos, pensamos, sonhamos, e por um curto lapso acreditamos ser algo separado. Contudo, quando o corpo já não consegue sustentar a contínua dança celular que chamamos comumente de vida, essa gota retorna ao mar.
Nada se perde, tudo se transforma, (parafraseando um grande cientista ), e o intelecto, sendo energia consciente, não poderia ser exceção. Ao desprender-se da matéria, ele se reintegra ao universo, dissolvendo-se em tudo o que existe. Passa a ser todos os lugares, todos os tempos, todas as dimensões, assim como uma pedra de gelo no oceano que ao derreter e “morrer”, não morre apenas passa a integrar o oceano.
Assim como nos sonhos, onde somos muitos e estamos em toda parte, o intelecto liberto já não conhece fronteiras: torna-se o Todo novamente. Não há mais o “eu” individual, há apenas a unidade essencial do ser. A morte, então, não é uma tragédia, mas um retorno, o reencontro do fragmento com o infinito, do gelo com o oceano da consciência com o silêncio que a gerou.
A vida não espera. O tempo é agora. O futuro é apenas o próximo segundo.
Plante com propósito, mas viva com presença; porque só quem vive o agora tem tempo de colher o amanhã.
Aniz
