Nao Vou Mentir
Dizem que esta filosofia é coisa de mesa de bar
De poeta malandro que não aprendeu a rimar
Mas e daí, se o nosso divã é um banco de carro atolado
Ainda tem gente que pensa que rir é pecado
Mas e daí, se sou fruto dos anos 80
Alma de socialista e você nem esquenta
Mas e daí, se coleciono moedas, livros e discos
E você guarda garrafas e riscos, arrisco em falar
Mas e daí, eu culpo o planeta por fazer o sistema girar
E você desligou essa órbita, nem quer ativar
E qual o problema da minha cabeça de mundo e o seu mundo ser tão interior
Se no mesmo contexto o assunto é amor?
Não se preocupe com o que os outros dizem ou pensam ao seu respeito, confie em si mesmo e serás vitorioso.
Não tem essa de pessoa boa ou ruim, o que tem e que, existem pessoas que servem pra alguma coisa e outras insignificantes que não servem pra nada. Seja inteligente e saiba tirar vantagem disso!
A afeição não seria afeição se fosse ostentosa e expressa com freqüência; produzi-la em público é o mesmo que tirar nossa mobília de casa para uma mudança. Ela parecia adequada no lugar em que estava, mas se nos afigura envelhecida, espalhafatosa ou grotesca à luz do sol. A afeição quase que se esquiva ou se infiltra em nossa vida. Ela faz parte das coisas privadas, humildes, como uma simples roupa de baixo. Chinelos macios, roupas velhas, velhas anedotas, o bater da cauda de um cachorro sonolento no chão da cozinha, o som da máquina de costura, uma boneca deixada no jardim.
(Os quatro amores)
Não ames nem creias. Todo o homem que ama é homem perdido, e todo aquele que crê nunca será ninguém. Odeia sempre. Odeia os que sobem e os que pretendem subir, odeia os que subiram e os que um dia subirão. Odeia todos e desconfia. Lembra-te que o Ódio dá mais prazeres que o Amor. A satisfação de ver agonizar um canalha, quer ele seja um mártir, quer ele seja um ladrão, é maior que a de sentir os braços opulentos de uma mulher que se entrega. É menos um. Sê pois forte como o diamante e como o Ódio.
Não se divida tanto. Não mude muito pelos outros. Porquê se o autor pedir seu script, você pode não saber que personagem a ele apresentar.
O amor não correspondido entristece
A flor que desabrocha traz alegria
O encontro inesperado gera surpresa
O amor que desabrocha fortalece o coração
A vida corresponde, quem corre faz por onde
Não têm pessoas fortes com caminhos fáceis
Se persistência é meu nome, resiliência é o sobrenome
Se não der, firmão, eu vou tentar outra vez
Ah... o que é o amor não-correspondido?
Eu resumiria em apenas uma palavra: SOFRIMENTO.
Sinceramente, eu prefiro nunca amar alguém!
O Amor não existe
Façamos tudo que devemos fazer
Menos o mais importante
Como ser amando sem amar.
Ver aquela pessoa despir seu coração
E você beijando-a sem sentir o mínimo
possível de Paixão, nem mesmo compaixão,
só desejo.
Talvez seja justo, mas lá no fundo,
dentro do seu coração desdourado,
realmente não É.
Pensamos que amamos,
mas nunca é verdade porque,
o amor não existe,
finge-se que se ama
como eu finjo que sou amado,
e retribuo todo esse (des)AMOR.
E isso torna-me cada dia mais infeliz.
Quem possui verdadeira sapiência não necessita de erudição, sabe criar valores, e não os guarda para si. Sabe agir sem se apegar à sua atividade. Sabe conduzir sem impelir - e nisto reside a finalidade da vida.
(Tao Te Ching)
Quando uma luz se acende, não é apenas a claridade que nos conforta...
É a proteção que nos envolve, a confiança que nos fortalece, e um pedido do coração... pela paz, pela vida, pelo amor e pela fé!
Compartilhe a luz em seus dias. Ilumine seus sonhos e ideais com a esperança que resplandece divinamente na chama eterna da fé. Um carinho de luz que permanece, não apenas nos dias de festa, mas em todos os nossos dias, iluminando o nosso caminho!
A história sozinha cria estereótipos, e o problema com estereótipos é que não é que eles não são verdadeiros, mas que eles são incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história.
Na dúvida entre dois amores
é sábio descartar os dois,
pois se fosse amor não haveria dúvidas!
Ninguém deixa de amar:
o amor é que muda de objeto.
“Sou o ponto onde todas as posições se desfazem, a recusa que não cabe nem no nome de recusa. Não estou dentro nem fora, sou o fora que não é lugar, o silêncio que não é ausência, o vazio que não pode ser preenchido porque não pode ser tocado. Sou a borda do mapa que não existe, o traço que se apaga antes de ser traçado, a impossibilidade erguida como única forma de presença.”
