Nao Vou Mentir

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Se Deus quiser me levar, não precisa usar o câncer como desculpa; Ele pode tudo!

Amor virtual é bom pra robô, que não sente nada. Pessoas precisam de laços, abraços, olhos nos olhos o toque das mãos.

“Agradeca o bem que te acontece, o mal que não te acontece e também o mal que te acontece”

O amor é ciência de sublimação
para Deus e a felicidade para
crescer deve dividir-se.

Não há ruptura de laços
entre os que se amam
no infinito do espaço e
na eternidade do tempo.

As almas afins se engrandecem
constantemente repartindo as suas alegrias
e os seus dons com a Humanidade inteira,
não existindo limitações para o amor,
embora seja ele também a luz divina
a expressar-se em graus diferentes
nas variadas esferas da vida.

⁠Nunca peça desculpas a uma turba sedenta por sangue. Você não está lidando com pessoas com as quais pode restabelecer um relacionamento. Você está lidando com uma ideia sem alma que possui pessoas.

Amigos não mentem.

(Eleven)

"De perto, ninguém é normal."

Me lêem, mas não me vêem. Não assim, maquiada e com a pele obstruída em base, pó e blush. A tão famosa pinta acima da boca, as covinhas nas costas, ou meus dentes grandes, e os lábios finos. É engraçado como sabem vocês das minhas tantas dores, ansiedades e complexidades, e nunca, nem sequer, tenham me visto cara à cara. Pensei nisso enquanto entrava no supermercado e comprava barras de cereal, e uma menina me fitou. E concluí com uma frase que já ouvi por aí, não sei aonde e nem a autoria: de perto, ninguém é normal.
Como o Bis em partes. Primeiro a parte de cima, depois o recheio, a parte do meio, de novo o recheio e só apenas a parte meio oca do final. Caminho rápido pelas ruas: sou quase um foguete. Coço o nariz mesmo quando não minto; é a rinite, que me ataca sempre. Tenho falado cada vez mais sozinha. Converso comigo mesma no calçadão, quando seco os cabelos, e antes de dormir. Quando sou pega em flagrante, ensaio um tom meio musical, que passe a mensagem mais sã de que "não sou louca, estou apenas cantando.". Quando me deito, os cabelos não podem encostar a pele: pra cima, e longe de se enroscar nas orelhas, de atrapalhar o meu sono de princesa. Fujo de semi-conhecidos (chega a ser incrível a quantidade de chaves, celulares e papéis que eu TENHO que pegar na bolsa, sabem como é...). Interrompo os outros, para não me fugir a idéia no ponto alto de conversas - e me arrependo, minutos mais tarde. Ensaio diálogos que quase nunca se concluem, ao telefone. E muito menos ao vivo. Quase chuto pessoas que caminham devagar, quando na minha frente. Não dialogo com coerência assim que acordo. E nunca, em hipótese alguma, tente discutir comigo pela manhã - ainda mais, se não quiser ouvir algo que te machucará. Será i-ne-vi-tá-vel.
Faço eu mesma meu leite desnatado, colocando metade do leite integral, e outra metade de água mineral. Não como tomate. Detesto telefone. Nunca tive o hábito de roer as unhas, mas puxo as peles que ficam em volta da unha. Hoje não quero, amanhã necessito. Sou ríspida, e hora depois, amável. Discuto por futebol, e abraço por gosto musical parecido. Na rua, não olho pro lados. E nem para qualquer psiu, fiu-fiu. Pra frente, e reto. Alheia, e indiferente - quem me conhecer, me chamará pelo nome. Algumas vezes, escuto Tetê Espíndola e Belchior, para não cair na mesmice. Passo rímel com a boca aberta. Tropeço mesmo parada, e não consigo dormir em lugares públicos. Ando como uma desabrigada em casa, com roupas velhas e uniformes dos meus antigos colégios. Sempre confirmo o preço, mesmo sabendo de cor. Não durmo sem saber meu signo do dia seguinte. E não pego no sono se a porta do armário estiver aberta. Necessito de pelo menos quatro litros de chimarrão e uma paçoca, por dia. Minto meu nome em festas, e à pessoas indesejáveis. Leio o jornal de trás pra frente, e abro a geladeira pra pensar. Além do mais, dobro a ponta das páginas, ao invés de usar o marca-página. Sou estranha? Talvez sim, acredito que não. Nem me importo. Sempre busquei o diferente, e talvez até tais diferenças sejam batidas, manjadas ou então, populares. Vai saber!
Dizem que mania, cada louco tem a sua. Essa são algumas das minhas, ou apenas, as que consigo perceber. E claro, como de perto, ninguém é normal, aqui está minha assinatura, logo embaixo de tudo isso. Porque sem apenas um desses meus pequenos defeitos, poderia ser você, poderia ser a sua irmã, ou a sua amiga. Mas de perto, a uns cinco centímetros, essa é uma face de mim. Apenas uma, das tantas e tão distintas. Gosta quem quiser, e detesta quem puder. Não dizem que são os defeitos que marcam, aprisionam, e apaixonam? Acredito também, ué.

O exagero é a arte dos poetas, que enxergam as coisas com o brilho certo, e não com a banalidade dos olhos cansados.

Não existe sedativo
para uma dor cultivada
que não morreu quando devia.

Preocupo-me somente com os meus. Cuido apenas do que amo, não do que desprezo. O que passa disso, pra mim, é resto.

Dá-me a castidade e a continência, mas não agora.

Nós não fomos ensinados à enxergar a verdade! O sistema nos ensinou a ser cegos, só abrem os olhos quem não se permite ser enganado.

Valorize quem te liga, te procura, quem te quer por perto.
Que não mede esforço para estar com você. Que entende o significado das palavras que saem de seus lábios.

As mulheres não são ácidas porque querem. São apenas seus espinhos tentando afastar a maldade das pessoas. Uma rosa tão singela e delicada, não tem outra forma de se defender se não os espinhos...

As decepções não são motivos para rejeitar o amor. Muito pelo contrário, elas são a prova de que sempre é hora de recomeçar.

Eu não posso imaginar um homem realmente desfrutar de um livro e lê-lo apenas uma vez.

" um silêncio cheio de gritos que eu não tinha aprendido ainda a apaziguar com palavras. "

Eu sou uma subjetividade, mas não sei o que sou a não ser naquilo que faço. Porque quando faço algo, eu me "re-conheco", isto é, eu conheço a mim mesmo de novo.

Qualquer caminho é apenas um caminho
e não constitui insulto algum
- para si mesmo ou para os outros -
abandoná-lo quando assim ordena o SEU coração.

Olhe cada caminho com cuidado e atenção.
Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias.
Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta:

possui esse caminho um coração?

Se não há lágrimas no escritor, não há lágrimas no leitor. Nenhuma surpresa no escritor, nenhuma surpresa no leitor.