Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido
Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido... Enfim o que mudaria?...
Não sei se isso importa pra alguém, nem mesmo sei se importa pra mim mesmo. Só sei que não é bom o sentimento de saber que sua vida, suas atitudes, seus sonhos e realidade pode interferir em varias outras vidas, seja pra bom ou ruim, enfim você se ver com uma vida linda e cheia de graça...
E ao invés de vive-la você percebe que pra vive-la necessita realizar escolhas e escolhas das mais simples as mais complexas... sempre terão resultados negativos ou positivos...
Por exemplo: Um garoto olha pra uma garota e ela o olha de volta em fração de segundos, no dia seguinte eles ficam juntos, por coincidência a sua amiga que a acompanhava fica com um amigo meu pra não ficar sozinha...
De repente paro de ficar com a garota e meu amigo continua com a garota que o foi apresentada.
Resultado: Os dois se casam, geram 3 filhos, são felizes, eu escolhi recuar.
Conclusão: Um simples olhar e ação pode gerar grandes coisas, positivas ou negativas, mas o fato é que escolhas sempre serão escolhas e jamais poderão apenas realizar...
Hoje escrevo sem rumo, sem pé nem cabeça, apenas escrevo o que me passa pela cabeça, mas uma coisa é certa, minha mente se encontra em um estado de transição entre o querer e o fazer, pensar e agir, amar e ser amado, ferir e ser ferido, aceitar ou não aceitar...
Hoje escrevo como quem se pergunta, e se eu morrer hoje ?
A resposta é óbvia: Alguns escolherão lembrar, porque eu fui importante, outros “esses são” as incontáveis variáveis incontroláveis que nunca saberão o que é o amor.
Feitos de barro
Independente de tudo, não existe lugar que possamos viver livre de alguma “complicação”, famílias, igrejas, qualquer lugar que exista pessoas, teremos dificuldades, agora como vamos lidar?
Já ouvi dizer que “é melhor lidar com animais do que com humanos”, a quem essas palavras saltaram a boca esqueceu de aprender que também somos animais e certas vezes irracionais.
Atentemos para o olhar para outro como se tivéssemos olhando para o espelho, somos falhos, mas, não vemos essa imperfeição, somos imaturos, mas, não vemos essa criança ressentida, somos tolos, mas, é difícil enxergar um palmo a nossa frente.
Saber usar a empatia nos faz menos anti empáticos a vista do mundo que dizemos não servir, mas, estamos postos nele, do outro, que insistimos em subjugar, mas, somos tal como eles.
No final somos todos feitos do mesmo barro.
“Você pode não ter amanhã a mesma oportunidade que tem hoje. Por isso, reflita e valorize tudo o que a vida te oferece.”
A proposta não nasce do nada. Quem propõe já viu no outro uma equivalência de desejos, de vontade, de reciprocidade, de intenção.
Quem propõe percebe que o outro está propenso a aceitar.
Logo, toda loucura, pecado, crime sempre será compartilhado essencialmente pelo desejo doloso; explícito ou não, sendo a inocência sua primeira vítima.
Consequentemente, ninguém poderá dizer que não sabia o que estava fazendo.
Amor e ódio caminham lado a lado, como dois extremos de uma mesma emoção que não pede licença. Um dia, o coração se aquece com lembranças doces, sorrisos que parecem eternos e promessas silenciosas que só ele entende. No outro, a mesma memória corta como lâmina, deixando raiva e decepção queimando na pele.
É estranho como alguém pode ser capaz de provocar tanto afeto e tanta dor ao mesmo tempo. O amor nos dá asas, mas o ódio nos ancora; o amor nos ilumina, mas o ódio nos cega. E, no meio disso, aprendemos que a linha que separa os dois sentimentos é tênue, quase imperceptível. Talvez por isso, aqueles que amamos profundamente também sejam capazes de nos ferir com a mesma intensidade.
No fim, amor e ódio são faces da mesma moeda: paixão que não se mede, que nos transforma, que nos lembra que viver é sentir, mesmo que doa.
Glaucia Araújo
Eu não sei se algum dia eu amei alguém de verdade. Talvez tenha sido só ilusão, desejo, ou a necessidade de acreditar que existia algo mais profundo. Lembro de sentimentos que deveriam queimar, mas que só passaram como faíscas apagadas pelo vento. Procuro na memória alguma lembrança intensa, algum olhar que tenha parado o tempo, mas tudo parece vazio, distante, como se eu tivesse participado de uma peça em que não entendia o roteiro. E, no fundo, talvez eu nunca tenha amado alguém… ou talvez eu tenha amado tanto que nem percebi.
Glaucia Araújo
Tem dias que a inspiração vem como um vento que invade, mas tem dias que simplesmente não tem vento algum!
🥰 Não sou um poeta, mas já quero escrever um livro na tua boca.
Não sou um artista, mas já quero fazer uma obra de arte no teu corpo 🥰
Mesmo em meio as prisões
Não negaram ao seu Deus
Depois dos açoites e grilhões
Ainda se achavam indignos
De sofrer perseguição
O que aconteceu com essa geração?
Trocamos o eterno pelo que perece
A intimidade pelo virtual
Trocamos a pureza pela falsa alegria
O amor ao artista virou idolatria
Eles deram o sangue
Não temeram a morte
Foram serrados ao meio
Presos e torturados
Oh Deus, faça de mim
Alguém como eles
Quero gastar a minha em teu serviço
E amar o que tu amas com fervor
Ser um exemplo vivo de tua graça
Que vejam em mim o teu amor
Usa-me com poder e autoridade
Como usaste aqueles homens
Que fizeram milagres
Usa-me, gasta-me
Dai-me almas ou não viverei
Usa-me, gasta-me
Daí-me as nações por herança
Ou não suportarei
O mundo nunca me fez sentir parte dele, eu não encaixo em meio a milhões de cidadãos existentes no mundo.
Versões nossas morrem sufocadas com medo de opinião não existentes. Nossa mente é nosso maior inimigo, que mata o autêntico e deixa o vazio.
Nossa alma é negra, intensa, carrega no peito a fúria e a beleza, como a noite que não teme a escuridão.
O som pulsa, grita, ecoa, é o sangue que vibra no coração.
Entre acordes rasgados e gritos livres, sentimos o peso e a liberdade, somos o fogo, a dor e cura, somos sombras que dança com verdade.
O som pesado é nosso sangue,
guitarras gritam o que a boca não alcança.
No peso das notas, nos sentimos livres, no silêncio entre elas, encontramos sentido.
By Vander Hacher
“Honra primeiro quem te honra; aos demais, devolve apenas o que te entregam. A virtude não está em dar sem medida, mas em manter justa a balança.”
Inteireza
Eu não sei ser metade.
Não sei oferecer um sorriso sem que nele haja verdade,
não sei construir laços se o meu coração ainda não se encontra inteiro.
Muitos dizem que um novo amor cura a dor de outro,
mas eu não consigo enxergar assim.
Seria injusto, seria egoísmo,
porque ninguém merece ser usado como remédio
para feridas que não foram cicatrizadas.
Se não aceitamos metade de um presente,
como poderíamos ter a coragem de oferecer metade do amor?
O outro não merece restos, não merece sobras,
não merece migalhas de um coração partido.
O amor só vale quando é inteiro,
quando transborda, quando não hesita.
E eu prefiro esperar.
Esperar o tempo em que minhas mãos possam estender
não um pedaço, mas o todo.
Não uma metade hesitante,
mas um coração completo,
pronto para ser entregue, sem reservas,
sem medos, sem faltas.
Porque amar é isso:
dar-se inteiro, sem se poupar.
E eu me recuso a oferecer menos do que aquilo que eu também gostaria de receber.
