Nao Tente Adivinhar o que
Vivemos cercados por ilusões e indecisões, e só não tomamos as rédeas da vida, por falta de persistência.
A vida me ensinou a ser batalhadora e a seguir sem medo. Ensinou-me a não parar, a não me acostumar com o meio-termo nem com o pouco. Ensinou-me que, lá fora, a vida grita, esperando que eu vá ao seu encontro, e que parar é morrer lentamente.
Ensinou-me que, quando caminhamos sem olhar para o passado, seguimos sem medo de viver plenamente o presente. O futuro, esse, pertence somente a Deus. Lá fora, há um mundo nos esperando de braços abertos. E quando temos fome de viver, encontramos coragem para ir além das nossas próprias possibilidades.
Rita Padoin
Minha Verdade não se Negocia
Para sermos nós mesmos, é necessário deixar de lado as hipocrisias e ir direto ao ponto. Não é porque sou escritora e trabalho meu lado espiritual que preciso agradar a todos e engolir seco tudo o que vem pela frente.
Ser escritora ou buscar a espiritualidade para ser melhor não significa que eu tenha que ser boazinha e permitir que as pessoas pisem em mim, ou aceitar aquilo querem que eu seja. Não.
Ser nós mesmos e buscar o crescimento espiritual, é reconhecer que existem leis e direitos. Que existem regras. Que precisamos ser justos, bons de coração. Que as coisas precisam ser boas para ambas as partes, e não apenas para um lado.
Quero deixar registrado que não é porque escrevo sobre a vida – seus percalços, suas incógnitas, seus mistérios – que devo deixar de lado a minha verdade, os meus desejos e as minhas emoções.
Buscar evolução não significa aceitar desrespeito.
Bondade não é fraqueza.
Compreensão não é submissão.
Existem limites.
Existem direitos.
Existe verdade.
E eu não deixo a minha de lado para caber nas expectativas dos outros.
Rita Padoin
Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.
Tenho traumas que nem eu mesma compreendo. É um pavor que consome minha alma e não me permite seguir em frente.
Meus medos e meus traumas parecem vir de um tempo que não consigo lembrar. Ainda assim, estão em mim – entranhados, silenciosos, como se sempre tivessem feito parte de quem sou.
Somos protagonistas do que a vida nos impõe, mas não autores daquilo que sentimos. Há em nós vontades e emoções que florescem sem nos avisar; portanto, somos nós que decidimos o que fazer – ou não – diante desses acontecimentos.
Desistir dos nossos objetivos e sonhos é entregar de bandeja a vitória àqueles que não aceitam o nosso sucesso.
O sistema FÉ, que implica no crê e no não crê, tem vários níveis na mente humana: fé positiva e ativa, fé negativa e passiva e fé neutra. Penso que a Fé em si, mas em nós, jamais é ludibriada. Ela conhece o nível da nossa crença, em qualquer elemento q focamos, tanto no físico qto no metafísico. F. Meirinho
