Nao Tente Adivinhar o que

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Ás vezes não precisamos apagar alguém do passado para seguir em frente. Precisamos apenas colocá-lo no lugar correto dentro da nossa história.
Nem todo amor precisa terminar em reencontro.
Alguns amores terminam se transformando em memória.
Outros se transformam em perguntas.
Alguns permanecem como uma pequena cicatriz emocional que já não dói, mas nos lembra de quem fomos.

Existem estruturas sustentando nossa vida que também não conseguimos enxergar.
Memórias.
Experiências.
Crenças.
Medos.
Esperanças.
Valores.
Relacionamentos.
Tudo aquilo que sustenta nossas decisões, embora não apareça como uma parede ou uma coluna.

Você não é mais a menina que espera ser escolhida.
Você é alguém que também construiu uma vida que pode ser observada.

Pela morte da amiga Elfriede Galera

E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença

Que Deus a receba em seus braços!!!

“Às vezes ir embora não significa desistir.”

“Não herdamos apenas nomes e lugares. Herdamos lembranças de pessoas que nunca chegamos a conhecer.”

“Uma alcateia não é formada apenas pelos que caminham juntos hoje, mas também pelos rastros daqueles que ensinaram o caminho.”

“É fácil chamar alguém de covarde quando não conhecemos as batalhas que o fizeram ir embora.”

“Há lugares dos quais precisamos sair não porque deixamos de amar, mas porque ficar começou a nos destruir.”

“O vento não pergunta se estamos preparados; ele apenas revela quando já não pertencemos ao lugar onde estamos.”

“Talvez o vento não esteja chamando para algum lugar, mas tentando devolver ao mundo aquilo que nunca deveria ter criado raízes.”

“Algumas partidas não começam quando damos o primeiro passo, mas quando o lugar onde ficamos deixa de saber nosso nome.”

Ter um lápis não faz de alguém um ilustrador.
Ter uma câmera não faz de alguém um fotógrafo.
Ter um violão não faz de alguém um compositor.
E ter acesso a uma IA não faz de alguém um artista.

Você pode entregar a mesma ferramenta para cem pessoas e receber cem resultados completamente diferentes.

Porque existe algo que nenhuma ferramenta resolve sozinha: repertório, intenção, sensibilidade, escolhas e visão artística.

Talvez a discussão não devesse ser
“Artista de verdade usa IA?” Mas sim
“O que esse artista consegue dizer através das ferramentas que escolheu usar?”

Ferramentas mudam, Já a necessidade humana de criar nunca.

"As pessoas vão exigir de ti as maravilhas que elas mesmas, não serão capazes de realizar."

Se fossemos imortais não teríamos a necessidade de viver.

A vida não é um morango; a minha está mais para batata hahaha.
Que seja uma batata-doce.
E vamos que vamos.
Força 💪 foco 👁️ e muita Fé 🙏
☕ 🍠

A Educação Corporativa precisa usar mais o antigo sistema de gildas. No sistema de guildas, não havia sala de aula tradicional e nem apostila. O aprendizado ocorria de forma orgânica, no fluxo do trabalho. O aprendiz de ferreiro não precisava assistir a uma palestra de 45 minutos sobre a teoria termodinâmica do calor; ele era convidado a entrar na forja, sentia o calor em suas mãos, observava o mestre moldar o metal, recebia orientação imediata e ajustava a postura do martelo em tempo real. A taxa de transferência do aprendizado para o mundo real era incrivelmente alta, porque o aprendizado era o próprio mundo real.

⁠A caridade ajuda com o peso de nossa consciência e nosso ego, mas não nos concede o perdão de nossos pecados, fazer caridade por crer na salvação ou perdão, seria como afirmar que um assassino será perdoado ao praticar o dízimo ou doar uma cesta básica a um necessitado. Contradizendo o proprio mandamento.
- Não matarás. ( Êxodo 20: 1–17)

Voltei a lugares que não me cabiam mais
Por não compreender que não deveria ter nunca os abandonado.

Percorri grande parte do caminho de minha vida por atalhos curtos
Que me levaram a tantos lugares errados,
Por achar que seguir o caminho mais longo e seguro
Era muito fácil e monótono.

Deixei de visitar pessoas por não querer companhia
Até descobrir que ficar sozinho por escolha
Nunca será solidão de verdade.

Aprendi, aos poucos, que o tempo não bloqueia nenhuma porta — apenas muda a chave.
E que às vezes sou eu quem precisa crescer
E parar de tentar forçar as fechaduras.

Entrei em conversas que evitava por medo de me expor,
Através de minhas verdades,
E vi que a honestidade, mesmo desconfortável,
Afasta de nós aqueles que não sabem lidar
Com suas próprias mentiras.

Recordei de pequenos rituais que haviam ficado no meu passado:
Escrever sem temas específicos,
Caminhar sem destino,
Ouvir músicas antigas.
Esses gestos me levaram a reencontrar
Um eu esquecido pela correria do meu presente.

Hoje percebo que perder-se teve uma função:
Ensinar-me a valorizar o tempo —
Nos segundos que voam ou nas horas que demoram.
E que voltar não é regressar ao mesmo lugar —
É trazer experiências e companhias novas,
E preencher de cores e beleza
Tudo o que antes foi apenas uma simples paisagem.

Onde está o seu brilho?


Onde está o seu brilho?
Há tempos já não lhe vejo sorrindo,
Você está sempre aflito, preso entre pesadelos e medos.
Dois bandidos: essa tal da depressão e seu cúmplice, a ansiedade.
Levam seus sonhos e trazem várias tempestades.
Não descansamos um segundo,
Perdemos nossa identidade, sujeitamos-nos ao submundo.
Invisível, em nossos pensamentos, tristeza e abandono de si mesmo.
Não sei mais quem você é, já não lhe reconheço.
Onde está o seu brilho?
Mas ainda ouço, lá no fundo,
Um sussurro pedindo socorro,
Pedindo perdão por sentir demais, sem explicação —
Indício de que ainda existe um coração,
Que anseia o dia em que o sol traga o verão,
A um lugar frio, adormecido, sem cor.
A alma se esconde, cansada da dor,
Sem dormir, com medo de outro amanhecer.
O corpo é abrigo de um grito contido,
Eco perdido, jamais esquecido.
Um alguém que clama, refém da esperança,
E mesmo que a noite pareça infinita,
Há sempre um sopro que ainda acredita
Que um dia a dor se cansará de ficar.
Sussurros e desejos, a alma no escuro,
Absorve medos, abraça o impuro.
No silêncio das esquinas, eu ainda te vejo,
Entre lágrimas e pensamentos em vão,
A mente trava, mas luta o coração,
Que insiste em crer na salvação.
Pois entre um pedido de socorro,
Habita o amor — e o perdão.


— Luís Takatsu