Nao Tente Adivinhar o que
Os campeões têm algo em comum: eles não dependem de aplausos.
Ninguém vê as horas de treino, as noites sem dormir, as derrotas que doem mas ensinam. Eles sabem que a dor é uma professora dura, mas honesta.
O campeão desenvolve uma mentalidade que não se dobra:
Ele falha, mas não desiste.
Cai, mas levanta.
É criticado, mas continua.
Enquanto a maioria quer resultados imediatos, o campeão pensa em legado.
Enquanto muitos querem ser notados, o campeão prefere ser lembrado.
E enquanto muitos esperam condições perfeitas, ele cria progresso com o que tem.
No final, o segredo dos campeões é este:
Eles fazem do esforço um hábito, e da disciplina, um estilo de vida.
O MUNDO NÃO RECONHECE POTENCIAL
“Não basta acreditar. É preciso mostrar resultados.
O mundo reconhece provas, não promessas.”
Não fiques preso ao teu passado.
Ficar preso ao que já aconteceu não muda nada — só te impede de crescer.
O passado, quando mal resolvido, traz insegurança, medo e incerteza.
Faz-te duvidar do amor das pessoas ao teu redor…
E pior: faz-te acreditar que quem se aproxima de ti hoje pode te ferir como alguém fez antes.
Meu amigo, minha amiga…
Se continuares assim, vais afastar pessoas incríveis da tua vida.
Pessoas que não têm culpa do que te aconteceu — mas que podem fazer parte de algo muito melhor.
O passado ensina.
Mas não pode comandar o teu futuro.
Se você sabe voar, deixe as pessoas verem você voando, não precisa levá-las voando com você. Se um dia elas decidirem voar com você, aí sim você pode ensiná-las!
Gildon Cardoso
Falso conhecimento é pior que ignorância: quem não sabe ainda pode aprender; quem pensa que sabe se fecha no erro.
"Se alguém te falou algo de mim. Das duas uma: ou você não me conhece o suficiente ao ponto de me defender ou você nem merece me conhecer."
Aceitarei as vitórias e as festejarei, mas não me esquecerei das batalhas futuras e não me curvarei ante derrotas pequenas ou grandes, pois eu serei o que já sou em meu amago.
Tornarei-me completamente o que já sou em espírito!
"Normalmente sou compreendido por quem não me conhece e constantemente incompreendido por quem acha que me conhece."
Minhas palavras me cortam, mas ainda assim as escrevo para não sentir dor. Então me pergunto: sou apenas eu quem sangra ao ler o que escrevo, ou aqueles que leem sangram mais do que eu?
