Nao Tente Adivinhar o que
Bom deus, não nos deixe ser frios nem fracos
Que possa te carregar como cravo sobre minha carne...
Bom deus que eu não aponte a espada, mais sim que eu estenda a minha mão....
Que eu possa ter muito de tih para poder mostras menos de min.Bom deus que a corda que me enforca pelo orgulho seja despedaçada pelo perdão
Que possa levar tua essência em min. como sopro do meu pulmão.
Me use como meus pensamentos limitados
E quebra os limites para eu ser uma ramificação da tua paz harmonia e amor
Que eu não me esqueça em minhas desculpas mais que eu viva a tua verdade
Não deve ser a hora de falar,nem gritar pelos labirintos
Mais a hora de te buscar sem cessar
Por que eu me sinto sujo sem tua presença, e tão covarde sem teu perdão
Eu não carregarei o medo,carregarei minha cruz, carregarei teus sonhos, E pronunciarei o que meu coração está cheio, Da tua canção,das tuas promessas...
Hoje será o dia do abraço mudo
Do perdão calado
Do sangue estancado
Hoje eu quero ser rei como Davi,forte como sanção e simples como Jesus..
Não precisamos dos valores estimados,Nem do sonho Palpável Mais sim do silencio que respeita, Ser o Braço que envolve, O amor que promove,Precisamos ser o amigo estimado, Metade Criança, Metade velho, A criança para nunca esquecer da felicidade E o velho para se Definhar em saudades,, Normalidade é uma imbecilidade, fútil e estéril
Aquele que amigo que conversa com você, sempre se exaltando, lhe ver como degrau e Não como um amigo.
Não sei se é raiva ou superação ,
quando mais vejo dificuldade em algo,mais ânimo e vontade tenho em realizá-lo
Não se iluda, o arco íris não tem fim ,não existe pote de ouro ou guinomo, ou qualquer outra fantasia , apenas aproveite a jornada ao imaginario.
Ande sempre com quem te impulsiona, inspira, ajuda ou motiva, não com quem te desanima, desvaloriza, desmotiva ou julga seus objetivos.
A mulher é como uma flor, sua beleza não está apenas nas pétalas que todos conseguem ver, mas nas raízes que ninguém conhece. Ela floresce quando é cuidada com respeito, regada com carinho e valorizada por aquilo que é, não apenas pelo que aparenta ser.
-Jouberth Toffoli
Quando você não é prioridade, apenas alívio temporário — por André Luiz Santiago Eleutério
Existe uma dor silenciosa que não grita, mas pesa.
É quando você finalmente entende que não é prioridade na vida de alguém. Só é a zona de conforto. Um lugar de fuga, de descanso, de apoio. Nunca o destino. Só a pausa. E isso corrói por dentro como quem sangra por dentro sem ferida aparente.
Em muitos relacionamentos — amorosos, familiares, até entre amigos — há uma linha invisível entre o cuidado e o uso. Entre o amor e o costume. Nem todo mundo que se aproxima quer ficar. Tem gente que só quer se proteger da própria solidão. E encontra em você um abrigo, um alívio, uma distração. Mas nunca permanece quando a tempestade passa.
Ser zona de conforto de alguém não é ser amado. É ser útil. É ser o ombro procurado na dor, mas esquecido na calmaria. É ser procurado só quando tudo desmorona, mas ignorado quando tudo está bem. E isso é um tipo de abandono silencioso que machuca mais do que ausências completas. Porque a presença parcial engana. Alimenta esperança. Cria laços que o outro nunca teve a intenção de sustentar.
Você se doa, se entrega, se adapta. Silencia vontades, espera mensagens, se alegra com migalhas. Porque acredita que, uma hora, o outro vai enxergar tudo que você faz. Mas ele já enxergou. Só não se importa. Não porque você não tenha valor. Mas porque pra ele, você é funcional, e não essencial. É conforto, e não amor.
Relacionamento tóxico nem sempre vem com grito, briga ou controle. Às vezes, vem com silêncio, ausência, descaso. Vem com aquela pessoa que só lembra que você existe quando precisa. E que desaparece quando você precisa dela. Isso é abuso emocional. É esgotamento disfarçado de cuidado. É desgaste que a gente aceita por medo de perder o pouco que tem, sem perceber que já perdeu muito de si mesmo.
O coração humano se apega fácil ao que oferece calor. Mesmo que seja um calor raso. A gente aprende a se contentar com pouco quando o medo de ficar sozinho grita mais alto que a dignidade. Mas o problema é que se contentar com pouco acaba virando padrão. E ninguém deveria viver de restos emocionais.
Você começa a entender isso quando percebe que está sempre cansado, mesmo sem fazer esforço físico. Que está sempre esperando algo que nunca chega. Que sente saudade de alguém que, mesmo presente, nunca está de verdade. Porque não é ausência de corpo. É ausência de intenção.
O que machuca não é só o abandono, mas o uso. A sensação de ser lembrado apenas na necessidade. De ser companhia nos dias ruins, mas invisível nos dias bons. E isso se repete em ciclos: a pessoa some, volta, diz que sente falta, que precisa de você… e você acredita. Porque quer acreditar. Porque ama. Mas amor sozinho nunca sustentou ninguém.
Não há nada mais cruel do que ser o apoio emocional de alguém que não estaria ao seu lado se os papéis se invertessem. E a gente percebe isso tarde. Quando o cansaço emocional já se transformou em ansiedade. Quando o afeto virou cobrança. Quando o amor virou culpa.
Esse tipo de relação esgota. Esgota a alma, a autoestima, a esperança. E tudo começa com pequenos sinais: o outro não pergunta como foi seu dia. Some sem aviso. Nunca está disponível quando você precisa. Mas exige que você esteja sempre por perto. E você está. Porque se importa. Porque se acostumou a se doar. Mas amor que só vai e nunca volta não é amor. É egoísmo.
Zona de conforto é o lugar onde alguém estaciona quando está perdido, mas nunca decide ficar. E você merece mais do que isso. Merece alguém que escolha estar. Que fique porque quer, e não porque precisa. Que te veja como prioridade, e não como plano B.
A vida já tem dores demais pra gente aceitar esse tipo de vazio. É preciso coragem pra enxergar que alguém só está ao seu lado por conveniência. E mais coragem ainda pra ir embora antes de se perder por completo.
Nem sempre quem te procura quer você. Às vezes, só quer o que você oferece. E essa é uma das verdades mais dolorosas que se pode aceitar. Mas também uma das mais libertadoras. Porque depois que a gente entende, para de se oferecer como abrigo. E começa a buscar quem queira construir junto, não apenas descansar.
“Intimidade é Sentir o Coração, Não Só o Corpo”
Intimidade é muito mais do que estar perto fisicamente de alguém. Não se trata apenas de dividir uma cama ou ter momentos de paixão. Intimidade de verdade é quando você consegue dividir o que está escondido lá no fundo do seu coração. São aqueles momentos em que você sente que pode ser quem você realmente é, sem máscaras, sem medo de julgamentos.
É quando você encontra alguém com quem pode compartilhar seus sonhos mais secretos, os medos que te deixam acordado à noite, e as esperanças que nem sempre têm coragem de sair em voz alta. Intimidade é pegar na mão de alguém e sentir que você não está mais sozinho.
Quando o calor do momento passa, quando o riso dá lugar a uma discussão, é ali que a intimidade mostra sua força. Não é sobre querer mais do prazer. É sobre olhar nos olhos de quem está ao seu lado e, mesmo depois de uma briga, sorrir e dizer: “Eu te quero assim mesmo, com todos os seus defeitos.”
Esse é o tipo de intimidade que faz o coração se sentir seguro. Não é algo que acaba quando as luzes se apagam. É algo que cresce com o tempo, e que faz você querer estar ao lado daquela pessoa, independentemente dos altos e baixos.
Intimidade de verdade é sobre aceitar o outro, sem tentar mudar quem ele é. E quando você encontra isso, é como se o mundo ficasse um pouco mais leve, e você finalmente encontrasse um lugar onde realmente pertence.
Tem dores que são só nossas. Não adianta explicar, só entende quem sente. Essas dores podem ser emocionais, físicas ou espirituais, mas todas elas têm algo em comum: a capacidade de nos transformar.
Enfrentar essas dores pode parecer insuportável, mas é nesse processo que descobrimos nossa verdadeira força. A dor nos ensina a ser resilientes, a encontrar forças onde pensávamos não existir e a seguir em frente, mesmo quando tudo parece perdido. É importante reconhecer e aceitar nossa dor, em vez de fugir dela. Somente ao encará-la de frente podemos começar a curar.
Nessa jornada de autoconhecimento, é crucial aprender a confiar em nós mesmos. Enfrentar a dor sozinho pode ser uma oportunidade de crescer internamente e descobrir nossas capacidades ocultas. Ao invés de buscar ajuda externa, concentre-se em ouvir a sua própria voz interior. Meditação, reflexão e tempo a sós podem ser ferramentas poderosas para entender e superar o que está dentro de nós.
Cada um de nós tem a capacidade de superar as adversidades. A dor, por mais intensa que seja, é temporária. Ela nos molda, nos fortalece e, eventualmente, nos leva a um lugar de maior compreensão e compaixão por nós mesmos. Use a dor como uma ferramenta de crescimento e lembre-se: após a tempestade, sempre vem a bonança. Mantenha a esperança viva e acredite no seu poder de superação.
Para quem não tem propósito
Meu propósito não é um ponto fixo,
é um plano em construção.
Não busco um fim,
eu desenho caminhos.
Como o rio,
não importa onde começa ou termina —
importa o que cria enquanto flui.
Levo ideias, traço sentidos,
dou forma ao invisível.
Se há um segredo, é este:
não espere encontrar, cuide das suas águas.
