Nao Tente Adivinhar o que
Os meus pensamentos em abstratos
Confundem o entender de quem
Não enxerga com o coração...
E julga com a cegueira
Adjunta redefinindo o entender
Pela sua própria ignorância!
Sei que não me abato e não me deixo entristecer pela falta de atenção
Ou pela falta do não querer, pois das palavras eu toco...
O coração com verdades de minha inspiração;
Nem é bem assim!
As coisas não são tão
Suaves como parecem;
Sem regras ou sem leis
Para querer mentir outra vez
Por quê? Para quem
Sem esperar nada de ninguém;
Me vejo e me assanho em pensamentos
Em que me arrepio o meu querer
É de ganhar ou completar você;
E é com saliva que me atrevo
Instigando-me com ousadia
De te amar outra vez;
Amar sem sentido é cair em um abismo e ser livre do dito pelo não dito
Mulher, menina, deusa... Rainha ou o meu porto seguro
Minhas lembranças ou histórias são o meu juízo
No incluso que me faça saber se valeu a pena;
Em minha calmaria o meu silêncio virtuosamente
Fala o que não foi perguntado para que não
Seja pensado sobre minha pessoa;
Pois se tiveres algo contra minha pessoa
Que fale... Ou se cale para to o sempre;
Choro lágrimas do que não vivi
Ou pelo que não escrevi
Em ser ou não ser
Poeta sem amor!
Ou amor sem inspiração;
Ideias sem fundamentos
Para me afogar na depressão
Sem perspectivas no coração...
Viver um dia de cada vez sem o mínimo de inspiração;
O meu tédio me consome...
Não tendo o que pensar da minha vida brilhante
Que tanto me entretende com inspirações evasivas;
Me ponho Ao meu sucesso imaginário
Pelo anonimato que me atende o meu suficiente...
Nem um julgamento me importa, pois até beberei do veneno que me oferece...
Mas se não conseguir me enxergar pelas costas falar-te-ei o quanto incompetente és;
