Nao Tente Adivinhar o que
"Não tenha medo dos obstáculos que a vida lhe impõe, siga em frente. A fila lá atrás é grande e por mais que torçam por sua vitória, sua luta e satisfação é pessoal."
-Aline Lopes
Não tenho medo da vida
mas tenho medo de não viver.
não tenho medo de errar,
mas tenho medo do momento certo.
não tenho medo de ser quem eu sou,
mas tenho medo de ser outra para outros.
não tenho medo dos meus sentimentos,
mas tenho medo dos meus atos.
não tenho medo das pessoas,
mas tenho medo de mim.
pois muitas vezes quem mais
me faz mal sou eu mesmo,
por não ter certeza se estou ou não
com medo.
Por onde ando vejo sonhos reais, então por favor, não chame meus maiores desejos de besteiras banais
Esqueça
Ultimamente não tenho tido paciênca para televisão,
não tenho tido sono durante a noite,
não tenho visto meus amigos e
tenho tido apatia por tudo aquilo que é legal.
Alugo filmes, mas não os vejo até o final.
Abro a geladeira só por tédio.
Minhas unhas estão descascadas há semanas e meu quarto desarrumado.
Meu celular está sem bateria há dias. Carregá-lo não faz parte dos meus planos.
Ultimamente não tenho tido tempo para nada.
Ultimamente não tenho feito nada.
Dei férias para os meus deveres,
dei férias para os meus prazeres.
Meus pensamentos estão bem longe...
Mas se sentir minha falta,
esqueça.
Não fosse amor, não haveria planos
Como uma onda quebraria cedo
Fosse um momento, não faria estragos
Eu não estaria no chão, não, não
Não fosse amor, não causaria medo
Feito um brinquedo cansaria logo
Fosse ilusão não traria tanta saudade
E eu não choraria no chão, então
Deve ser amor, deve ser, então...
Não fosse amor, não duraria tanto
A chama de um Banho-Maria brando
Fosse passado não passaria corrente
E não chamaria de amor, eu não..
Natal, e não Dezembro
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria,
saber que já não sou a mesma de ontem me fez perceber que valeu a pena.
Eu não vou dormir pra não acordar, depois descobrir que tudo eu sonhei. Aconteça o que acontecer estarei aqui sempre por você
“Todos riem… Mas eu não queria tantos risos. Eu queria um sorriso apenas. Um só. Queria estar quieta e ver alguém aproximando-se, olhando nos meus olhos… Sorrindo… Eu sorriria de volta, e nada mais precisaria ser dito…”
Culpar os outros pelo que nos acontece de mal não é mais do que um prolongamento da nossa zona de conforto.
Um brinde aos amigos verdadeiros. Àqueles que não falam mal de você nem em pensamento, pois tem medo de alguém ouvir e não te querer bem.
Um brinde aos amigos que sabem a hora de te colocar no colo, de te dar um abraço misturando lágrimas e palavras para te consolar, um brinde aos que cuidam dos filhos teus.
Um brinde àqueles seres que te conhecem bem, que não te invejam, que prosperam com um sorriso teu.
Um brinde aos grandes aventureiros desse mundo, àqueles que sabem ser um AMIGO! Na alegria e na doença, na saúde e na pobreza, na riqueza e na tristeza. Honrando você, todos os dias de nossas vidas.
Minimalismo não tem a ver com se livrar das coisas que você ama, mas com se livrar das que desviam sua atenção daquilo que você ama.
Só porque alguém não te ama como tu queres, isso não significa que esse alguém não te ama com todas as forças, ainda por cima a amizade oferece-nos o amor mais viciante.
