Nao Tente Adivinhar o que
Não devemos incomodar com o que o outro sente ou pensa. Mas devemos nos incomodar com o que a gente sente e pensa. É você quem constrói o seu caminho pela a vida.
A vida não é como uma receita de bolo que segue passo a passo, ela não tem um manual de instrução, mas você pode desvendar os mistérios da vida.
Depois de machucar, o corpo cicatriza, constrói um tecido mais grosso, e você não sente mais dor onde machucou. Assim também é a vida.
Não se lamente pelos momentos bons que se passaram.
Faça os momentos de agora serem melhores que os anteriores.
Ser forte não está no quanto você bate. Está no quanto você apanha, cai, e ainda tem força de se levantar para continuar lutando.
Deus nos fez iguais a ele não para sejamos perfeitos, mas sim, completos. Fez das coisas simples as mais belas.
A oportunidade de vencer começou quando você nasceu, portanto, viva.
Não dependa da credibilidade de ninguém.
Você não precisa que ninguém acredite você, apenas você precisa acreditar em você.
Ninguém conhece sua força como você, ninguém jamais viverá sua luta.
Não se assuste com o número de pessoas que vão saindo da sua vida ao longo do tempo. A vida é como escalar o Everest, o primeiro passo para dar em direção ao topo é deixando o excesso de bagagem para trás e levando consigo apenas o necessário.
Não leve mágoas, não planejes vingança. A cicatriz serve para te lembrar daquilo que te feriu. Portanto, não permita ser machucado duas vezes.
“Minha mente, que não era um lar de superstição, fez a alusão de que todas as casas com portas que rangiam, por falta de lubrificação nas dobradiças, eram na verdade casas mal-assombradas.”
— Bruna Belchior, A senhora Griselda
Odeio o amor. Não, eu odeio a mim quando amo, amo tão intensamente que não me resta nada além do desprezo, me envolvo de adjetivos negativos, que funcionam como barreira pra qualquer elogio que me façam. Odeio minha intensidade, pois sinto que nunca me amarão da mesma maneira, demonstro demais e sou emotiva, chorarei por tudo que façam, seja um ato simples como andar de mãos dadas, como algo complexo, um encontro num restaurante chique. Às vezes me questiono sobre meus sentimentos, questiono se eu sequer os entendo, mudo muito rápido? Ou será que apenas não sei perceber o que sinto? Será que me odeio? Não me vejo negativamente, ou será que vejo e não aceito? Pois quero acreditar o que me é dito sobre mim, sobre minha imagem formada em outras retinas. Nunca me foi dito que sou feia, mas mantenho essa ideia sobre mim. Há mais comentários positivos do que negativos, porque não os acolho como fiz com os poucos negativos que recebi? Acho que nunca me entenderei, e questiono se alguém me entenderia, logo eu que vivo minha pele e habito minha mente, não compreendo, imagino a dificuldade que seria para alguém que tem seus próprios demônios, numa luta a entender os meus, tão confusos.
