Nao Tente Adivinhar o que
Não se ponham em jugo desigual com os descrentes. Como pode a justiça ser parceira da maldade? Como pode a luz conviver com as trevas?
Saudade da Minha Terra
Saudade sua é mato que não raleia… lembranças que não saem, centelhas que incendeia. — Me ponho a lembrar de tudo… do entardecer, do cantar do galo no amanhecer; das batidas da cancela no mourão, do som do chocalho e do mugido do gado na pastagem ou deitado a remoer. Saudade do luar do sertão, que à terra toda prateia, de um passado distante que o pensamento campeia... Meus pés ganharam o caminho, ao frescor da memória a impactar o meu sentir… Ruas, estradas, trilhos, atalhos, encruzilhadas… dão-me a esperança de seguir. A poeira que, converteu a cor dos meus calçados, num pó esbranquiçado (pelos passos do passado) é a prova do quanto andei.
Os maiores mistérios não são encontrados em livros ou templos, mas nos corações humanos que ousam esconder o inconfessável.
Porque será que as pessoas só gostam do que não presta?
Será que: É porque esse TUDO é deficitário? "Tudo" acredito ser o revolucionário!
As deficiências existem para que possamos perceber o factível evolutivo...
"E se..."
E se o destino fosse outro?
E se o amor não tivesse partido?
E se o tempo não tivesse passado?
E se o coração não tivesse sofrido?
E se as lágrimas não tivessem caído?
E se a dor não tivesse sido tão profunda?
E se a saudade não tivesse sido tão intensa?
E se o silêncio não tivesse sido tão pesado?
E se eu tivesse dito o que sentia?
E se eu tivesse feito o que queria?
E se eu tivesse sido mais corajoso?
E se eu tivesse sido mais sábio?
E se... e se... e se...
Tantas perguntas, tantas dúvidas,
Tantas possibilidades, tantas incertezas,
Mas o que foi, foi, e o que é, é.
E agora, eu só posso sonhar,
Com o que poderia ter sido,
E aprender com o que foi,
Para que o futuro seja diferente.
Esse teu corpo é um fardo.
É uma grande montanha abafando-te.
Não te deixando sentir o vento livre
Do Infinito.
Quebra o teu corpo em cavernas
Para dentro de ti rugir
A força livre do ar.
Destrói mais essa prisão de pedra.
Faze-te recesso.
Âmbito.
Espaço.
Amplia-te.
Sê o grande sopro
que circula...
o Amor não morre por ser fácil demais
o Amor não morre por você se entregar demais
o Amor não morre por você mostrar suas falhas e fraquezas
o Amor não morre por você correr atrás de sua(eu) Amada(o)
será que realmente é preciso
fingir ser o que você não é, precisa ser frio, precisa se fazer de difícil, precisa esconder suas fraquezas para parecer forte, você acha mesmo
que vai ficar tranquilo(a) vivendo essa mentira para manter alguém e não ser julgado la fora por pessoas que ensinam diferentes formas de amar? então sim, corra atrás e seja intenso de forma que não lhe prejudique ou assuste o seu amor, se ame, canse, se esgote, tente, se levante, até chegar o fim de verdade, e não chegar na metade e dizer que é o fim.
é melhor se arrepender de fazer tudo o que você queria, para que você possa aprender algo, do que não fazer, e futuramente você ficar lembrando de tudo e ainda não ter tido a experiência de da a razão para seus sentimentos uma vez na vida.
"A tristeza é um rio que, embora possa parecer profundo e escuro, tem um fim. Não é o rio que nos define, mas sim a forma como navegamos por ele. Permita-se sentir a dor, mas não se esqueça de que a cada onda de tristeza, há uma margem de esperança esperando por você."
"Se você, líder, só aparece para cobrar, não assuste quando sua equipe desaparecer na hora de entregar."
"Ser 'bom com pessoas' não é suficiente. Um líder precisa ser bom em tomar decisões difíceis também".
"Promover um puxa-saco, que não entrega bons resultados, é o jeito mais rápido de destruir a moral da equipe."
Uma Tragédia, um Milagre, uma Existência
Dor crônica não é apenas uma condição; é uma consequência que, lentamente, rouba a vitalidade. Ela não mata de imediato, não é um algoz que desfere um único golpe fatal. É, antes, uma tortura persistente, cruel e implacável. A dor crônica não apunhala, mas enfraquece. Não canse a vida, mas subjuga. Ela invade o corpo, retira a autonomia e, muitas vezes, transforma a existência em uma luta contra a impotência.
Essa dor torna a vida uma batalha constante. A racionalidade tenta resistir encontrada, refúgio em pensamentos lógicos e esperanças cuidadosamente cultivadas. Mas a dor é astuta: desafiar a mente, entrar em um jogo psicológico no qual o sofrimento parece sempre levar vantagem. Nesse campo de batalha desigual, a fé surge como última fortaleza — uma fé de que a dor, um dia, cessará; de que um Deus misericordioso aliviará o peso insuportável e oferecerá descanso à alma.
A dor não apenas habita o corpo; ela o domina como um inquilino indesejado que recusa partir. E, assim, uma pessoa se sente à deriva, como estrangeira em seu próprio ser. A espiritualidade é testada em limites inimagináveis. A cada dia, o sofrimento desafia a esperança, esgota as forças e tenta apagar a luz da resistência.
Nesse contexto, surgem os questionamentos: Qual é o propósito de tudo isso? Se a dor não existe, que caminhos seriam trilhados? E se, por graça divina, a cura chegar, haverá uma segunda chance para corrigir erros e redescobrir o significado da vida? O medo da morte paira como uma sombra constante, acompanhada pelo peso da permissão e pelo anseio por redenção.
Ainda assim, o final dessa história permanece aberto. Cada dia é uma batalha, e cada despertar é um ato de coragem. Em meio à tempestade, a fé serve como alicerce, sustentando o espírito e iluminando até os momentos mais sombrios. Apesar do peso, viver é um milagre, e cada pequeno triunfo — mesmo o mais discreto — é uma prova de que Deus é fonte de força e renovação.
A dor, embora tirânica, não tem a última palavra. O Deus que realiza milagres é também o Deus que dá sentido à existência. E é Nele que corpo e alma encontram sustento. Por isso, a luta continua. Porque, entre tragédias e milagres, cada ato de resistência é uma declaração de fé. E assim, sustentados pela esperança de dias mais leves, seguimos em frente, certos de que, ao final, a fé será recompensada com a paz.
