Nao Tente Adivinhar o que
O Cerrado e sua gente
Há tanta gente! Gente diferente
Que mente, que sente
Que cala, mas não consente
Chora, sofre e esmurra o espelho que mostra na pele a dor dessa gente.
Sociedade trabalhadora, sempre sonhadora
Buscando sempre justiça, repeito e honestidade
Gente diferente e por isso muito inspiradora
No seio do Cerrado, tantas histórias, tantas memórias
O coração pulsa pela diversidade
Brasília, meu lar! Minha eterna cidade.
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Torna-nos, Senhor, conhecidos em adoração. Não adoradores abstratos, ideológicos, mas em espírito e verdade. Adoradores com joelhos experimentados na sala da oração e adoração.
Nasci e me criei no Ceará.
E tendo alma de poeta,
A dor não me afeta
Pois a sina é superar.
E se vejo alguém rimar
Sobre chuva no Sertão
Dou graças pelo feijão,
A canjica e o bovino.
Eu também sou Nordestino
Do jeito que vocês são.
Quem vive da plantação
no peito tem a certeza
daquele que ara o chão
não falta nada na mesa
quem é filho do sertão
é herdeiro da natureza.
A vida é muito curta para não demonstrar o que sente. Aproveite cada oportunidade e mostre seus sentimentos sem medo!
De que adianta perder a juventude planejando um futuro que pode não chegar, simplesmente viva.
Sua juventude é hoje.
As chuvas não param
ventos intensos assustam,
o sol, meio encabulado
continua escondido
longe dos telhados
talvez bem à tardinha
na reza da Salve-Rainha
olhos misericordiosos
venham nos proteger
a doçura e a esperança
serão bem abençoadas
e antes da madrugada
o céu esteja estrelado.
Um crente genuíno não tem prazer no pecado. O pecado é um acidente em sua vida, não um hábito. Ele se levantará e se firmará pela graça que o capacita. Portanto, um crente genuíno não pode se perder definitivamente pelo pecado.
A liberdade sempre chega quando a porta se fecha, não adianta distribuir as chaves do conhecimento para ignorantes e hipócritas que estão na estrada do abismo.
A conclusão de ser algo só limita a sua concepção de que não é ninguém, um tolo continuará sendo um tolo enquanto não perceber sua insignificância.
Meu amor, me ensina a não te amar,
A esquecer o olhar que me hipnotiza,
E a voz que me fascina,
A esquecer dos teus braços quentes,
Dos cafunés que fazias em meu cabelo,
Dos sustos inesperados que me pregavas,
E até dos beijos que, sem aviso, me roubavas.
Me ajuda a superar.
Como posso seguir em frente e esquecer?
Sentimentos tão profundos, fingir que nada houve,
Quando, na verdade, ainda te amo.
