Nao Tente Adivinhar o que
Eu já fui marujo: descobri o que não tinha nos mapas. Eu já fui escravo: senti o aperto de uma corda amarrada. Eu já fui soldado: vi o que ninguém deveria ver. Eu já fui engenheiro: projetei prédios para pessoas viverem.
Não é bom ser sincero a todo tempo, nem todas as pessoas estão preparadas para escutar a verdade...
Daí, a beleza sai de cena e a admiração e o afeto entram.
Neste momento, e não naquele, que a vida encontra seu verdadeiro sabor e sentido.
Afinal, uma coisa é a que passa.
Muitas outras, as que permanecem.
Não se julgue perante a truculência e a perversidade de certas pessoas pois talvez estarás se nivelando a elas próprias.
Não é só café, é inspiração...De manhã reflexão... A tarde caminho, e a noite conclusão. Com amigos conversação...
Sou totalmente responsável por tudo que sinto e não pelo que os outros equivocadamente pensam que sinto e tiram conclusões precipitadas, que pena que existam pessoas tão pequenas, mas com grandes vaidades.
Amar não é uma opção, ele é a prioridade na vida daqueles que querem ter sucesso, e viver tudo que Deus planejou para cada um. Pois, Deus é amor, e quem ama está em Deus e Deus estará sempre com aqueles que o amam.
Por mim mesmo!
O que mais importa se não a minha própria forma de me magoa, melhor isso do que outras pessoas.
*O SEXTO SENTIDO* (Victor Antunes) Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos através da consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão e audição, nesse tato fundamental, apenas nos locupletamos materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. Afinal, não vemos nada adiante, senão aquilo que identificamos nos 5 sentidos; só aquilo que nossas paixões doidivanas estão absorvendo. Por tudo isso e demais do que a propósito cogitarmos, haveremos de aceitar que não vemos a espiritualidade nos sentidos, nós apenas seguimos a orientação material da experimentação deles. O corolário óbvio é a cegueira da incompreensão e da dúvida; principalmente sobre a questão que nos martitiza: "- De onde a gente veio e para onde a gente vai?". Os sentidos revelam nossa existência; as respostas estão neles; na sensorialidade dos sentidos. Os sentidos nos revelam o pulsar da vida; uma existência sem limitações. Por isso é que devemos crer que Deus está neles, por tudo que experimentamos. Nossos sentidos são a proximidade de Deus; a revelação da existência do espirito Divino. O arbítrio e a inteligência criativa que recebemos é a vontade de Deus; nos vem por intuição; e a experimentação dos sentidos é a revelação dessa vontade; a própria origem e o ato motivacional da criação. Há de se concluir, pois, que o caminho da Luz existe; está nos nossos sentidos. O que a gente precisa aprender é apontar nessa direção. (Victor Antunes)
