Nao Tente Adivinhar o que
De todos os "amores" existentes, só me interessa o amor verdadeiro. Não tenho tempo a perder com mentiras e falsidades.
Está sozinho, contra todos por um só objetivo, não fácil, mas quando o objetivo vale apena, não importa, vou à luta, na certeza que minha felicidade só depende de mim...
Ser diferente neste mundo, é difícil... Porque as pessoas não tão acostumadas, renunciar a algumas coisas em favor de outras, ou seja, daquilo que elas acreditam ser normal
Viver de forma intensa é aprender e valer do que a Vida tem de melhor. Não jogue seus segundos preciosos no lixo.
e tu agora, o que farás?
quando o tom luar deste brilho
já não reluz mais seus cílios
já não sei como ficarás,
quiça, chorarás
então que tu olhes para si
busco a logicidade no buraco mais profundo
eu juro, no mais profundo, obscuro e abstruso
pôs-me tu em eterno frenesi
eterno conflito, efêmero amor
desapareceram já as infinitas cicatrizes
que a todo momento agonizavam com a dor
que já não sei quando criaram-se as raízes
profundas
diga-me as palavras que desejas
que sejam agradáveis, já não flamejas
mas mesmo que desagradáveis, despejas
uma última vez de ouvi-la será
para todos, um dia a mais se passa
por mim, um dia a menos que caça
em um breve futuro, minha alma escassa
quando é que tu virá, ó donzela vestindo preto?
o que odeio é a paz
a paz, não a guerra
a paz é uma maldição
uma maldita que enterra
meus sonhos, emoção
a finita emoção
efêmera emoção
zero emoção
interior em paz
um grito lá atrás
ele não aguenta mais
ele não quer sofrer mais
ele não quer não amar mais
mas o grito ja traz
consigo a emoção
infinita emoção
eterna emoção
eterno looping
mas que maldição
o querer é uma fagulha divina, ele anima a vontade, e atina o fazer, não existe obstaculo a quem decide poder.
Tudo é passivo de mudança, tudo carece de mudança, aquilo que não muda por ai só mudará por força maior.
Então já não me ia sem ti. Não te ficava de mim, sem levar-me.
No desterrar partilhado, na descoberta crivada de anseio,
Nos revestimos renascidos na candura colhida.
E nessa luz feita morada, acolhemo-nos na lucidez enternecida.
Porque amar, é instruir-se no desvelar do outro revelado.
