Não Tenha Medo de Mim

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Quem caminha na superfície com medo de afogar-se, nunca saberá as belezas que existem no fundo do mar.

Estou sujo de medo. Há nas ruas uma grande confusão disfarçada de calma. Pessoas caminham apressadas para fugirem tranquilamente dos seus desafios de se tornarem melhores e mudar o mundo. Somos simpatizantes dessa obscura guerra de interesses que se desenrola por debaixo dos panos. Celebramos o desespero e a fome em filas monumentais, e o fato de estarmos posicionados ordeiramente uns atrás dos outros, reafirma a nossa cômoda disposição de colaborar com essa baderna jeitosa que nos confunde, mas nos ajuda a disfarçar o nosso complexo de culpa por tudo que está errado.

Enganar-se parece ser o melhor remédio. Essa normalidade mentirosa suaviza a bagunça geral que se espalha por todos os cantos. Existe um céu de chumbo a encobrir os nossos equívocos. Existe um eclipse de racionalidade ocultando as verdades que mais nos incomodam. Existem abismos debaixo dos nossos tapetes, prontos para engolir a nossa covardia.

Existe poeira para todos os olhos, pois, na verdade, ninguém faz questão de enxergar os desastres que enfeiam as nossas vidas. Nem tudo é tão azul quanto se pinta, mas a gente faz questão de continuar fazendo festa e ascendendo fogos de artifício para embelezar as nossas noites de horror.

Vejo pássaros revoando sem rumo e carros manobrando na contra mão. Ouço homens e mulheres gritando em silêncio, cães latindo embaixo da cama e crianças aprendendo, sob as bênçãos da lei, a se tornarem adultos perversos. Isso tudo acontece diante das nossas fuças, mas todos fazem absoluta questão de ignorar os fatos e deixar tudo como está, como se esse lixo todo fosse uma grande novidade. Tudo é mantido no seu devido lugar para que as falsas impressões prevaleçam sobre o que é real. Enquanto isso, o caos repousa tranquilamente sobre a ordem vigente neste triste teatro social em que vivemos.

Nem tudo está em paz, como se pensa. Percebo uma certa inquietude no ar. Percebo um grande tumulto contido pela força das aparências, mas nada é exatamente o que parece.

Estamos todos ensurdecidos pelo estrondo cataclísmico da nossa imensa incapacidade de reação. Há uma loucura escondida por detrás dessa cortina de sobriedade e hipocrisia que nos engana. Cada indivíduo fala a sua própria língua nesta Babel enlouquecida, mas todos se entendem perfeitamente através de códigos indecifráveis, sorrisos amarelos e tapinhas nas costas.

Ninguém se sente seguro, apesar dos altos muros e das cercas elétricas que nos protegem das consequências dos nossos próprios atos. Os riscos nunca foram tão evidentes e tão mal calculados. Muitos conflitos estão confinados pelas paredes frágeis da diplomacia, da política suja e da falta de vergonha na cara. É muita pressão e nenhuma válvula de escape.

Tudo pode explodir a qualquer momento, mas estamos aqui, firmes e fortes nesta intenção de viver plenamente a liberdade de não querer saber de absolutamente nada que nos faça enxergar a nossa pobre e infeliz realidade.

Soldados do medo

“Falam que tem o coração supostamente bom, mas no fundo são os seres mais egoístas do universo. Temem seus medos, e todos devem que temer também. Não sabem o que é opinião, acham que sabem e que tem informações suficientes para saber o que ordenar o que fazer, ou não fazer. E nisso, o meu mundo acaba sendo mais frio do que já é, sem emoções, sem gostos, sem erros para se aprender o certo, sem poder alguma vez “quebrar a cara” ou dizer, que não era tudo aquilo que pensava que era. Um mundo onde não se pode querer mais, sem esse ser de medo alheio que não ti deixa fazer nada por justa causa. Fazendo com que as pessoas se tornem cada vez mais frias, mais afastadas de tudo aquilo de que realmente querem, e ainda mais afastadas do que realmente são.”

O medo do tempo

O tempo é um assunto filosófico. Mas fugindo um pouco da filosofia e entrando na nossa realidade, o tempo é em alguns casos nosso amigo, noutro nosso inimigo. Sempre dizem que o tempo cura tudo, realmente, ele cura, mas o mesmo tempo que cura, é o tempo que nos leva, aí o desejo do tempo passar muda para o desejo do tempo parar.

O amor não correspondido, que dói, machuca, o tempo leva. O amor gostoso, correspondido, sonhado, vivido, o tempo também leva, ou leva quem se ama, ou nos leva. O tempo me dá medo. Por isso gosto do agora, não quero nada pra depois, não sei o que o tempo fará do meu depois, preciso do hoje.

Tento acabar com a dor com algo imediato, não deixo o tempo levar, não gosto de prolongar a dor, evito o sofrimento, causo a felicidade. Tenho medo do tempo não me deixar viver no ponto certo, na medida certa, do que eu acho certo.

Não receio a chuva e o trovão.
Nem tenho medo de gato preto.
Só existe um temor no meu coração: pessoas cinzentas que estejam por perto!

Não vou dizer qual fita tem a ver com a sua participação na história. Mas não precisa ter medo. Se você recebeu essa caixinha bonitinha, seu nome vai aparecer... eu prometo. Afinal, uma garota morta não mentiria.
Espera aí! Isso está parecendo uma piada. Por que uma garota morta não mentiria? Resposta: porque ela não pode mais falar!

Aquele arrepio na espinha eu não queria sentir com você, por medo de me apaixonar, depois do seu beijo arrebatador senti e foi enlouquecedor. Venha beijar-me novamente desmanchando meu sorriso fazendo-me perder o juízo.

Não tema a morte. A morte está sempre ao nosso lado. Quando mostramos medo, ela pula sobre nós mais rápido do que a luz. Mas, se não demonstramos medo, ela lança seu olhar suavemente sobre nós e, em seguida, nos orienta para o infinito.

A maior prisão que as pessoas vivem é o medo do que as outras pessoas pensam.

medo

é quando o coração se fecha por causa das dores passadas.

é quando as borboletas no estômago causam angústia.

é o que você sente em relação as pessoas depois de tantas partidas.

Eu espero que você venha, sem medo de recomeçar
Que um dia eu possa dizer, valeu a pena não desistir
E o vento la fora, parece incomodar
Já não ouço o canto dos pássaros, não vejo as estrelas brilharem

E você me parece distante
só peço mais uma chance
Me perdoe, desculpa
Não vamos perder o nosso romance

Quero te dar todo amor e carinho
ser pra sempre seu amorzinho
Minha família eu não posso perder
porque sem vocês eu não sei viver

Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.
Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.

Eu espero que você venha,
sem medo de recomeçar
Que um dia eu possa dizer,
valeu muito a pena, por você eu esperar

E as pessoas que convivem no nosso dia a dia
Não conseguem se quer entender
Pra sempre te amar, eu quero te mostrar
o quanto é grande o meu amor por você

Quero te amar no nosso cantinho
Realizar nossos sonhos juntinhos
Minha família eu não posso perder,
porque sem vocês eu não sei viver

Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.
Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.

Dizer que não tem medo de nada é a forma mais escancarada da covardia.

“” Não tenho medo das rugas
Das marcas do tempo
Das lágrimas que chorei

Não tenho medo da saudade
Das lembranças do que um dia existiu
Tudo que partiu, tinha que ir

Espero apenas o sol de cada manhã
Dentro de uma janela aberta ao mundo
Espero vida ...””

Sou pessimista por medo da frustração.

Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte. O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.

Um menino pode ficar paralisado pelo medo quando lhes dizem que há um homem mau debaixo de sua cama e que vai levá-lo. Quando o pai acende a luz e mostra-lhe que não há ninguém, ele se liberta do medo. O medo na mente do menino foi tão real como se houvesse de fato um homem debaixo de sua cama. Ele se curou de um pensamento falso em sua mente. A coisa que temia, na verdade, não existia. Da mesma forma, a maioria dos seus medos não têm base na realidade. Constitui apenas um conglomerado de sombras sinistras e as sombras não têm realidade.

Ralph Waldo Emerson, filósofo e poeta, disse: Faça aquilo que você receia e a morte do medo será certa.

Quando você afirma positivamente que vai dominar seus receios e chega a uma decisão definitiva em sua mente consciente, liberta o poder do subconsciente, que flui em resposta à natureza do seu pensamento.

Vou descrever agora um processo e uma técnica que ensino há muitos anos. Funciona como um encantamento. Tente-o!

Suponha que você tem medo da água, de montanhas, de uma entrevista, do público ou de lugares fechados.

Se você tem medo de nadar, comece agora a sentar-se tranquilamente durante uns cinco a dez minutos, três a quatro vezes por dia, e imagine que está nadando. É uma experiência subjetiva. Mentalmente você está se projetando como se estivesse dentro d’água. Você sente a friagem da água e o movimento de seus braços e pernas. É tudo tão real e vívido, constituindo uma alegre atividade da mente. Não é um devaneio inútil, pois você sabe que está experimentando em sua imaginação o que depois se desenvolverá em sua mente consciente. Você será compelido a expressar a imagem da representação do quadro que imprimiu em sua mente mais profunda. Essa é a lei do subconsciente.

Você pode aplicar a mesma técnica se tem medo de montanhas ou de lugares altos. Imagine que está escalando uma montanha, sinta a realidade desse ato, aprecie o cenário, sabendo que, fazendo-o mentalmente, o fará depois fisicamente com facilidade e segurança.

Você nasceu apenas com dois medos: o medo de cair e o medo do barulho. Todos os seus outros medos são adquiridos. Livre-se deles.

O medo normal é bom, o medo anormal é mau e destrutivo. Permitir constantemente os pensamentos de medo acarreta o medo anormal, obsessões e complexos. Temer alguma coisa persistentemente provoca um sentimento de pânico e terror. Você pode superar o medo anormal quando sabe que o poder do seu subconsciente pode mudar os condicionamentos e realizar os desejos acalentados por seu coração.

Dedique sua atenção e devote-se, imediatamente, ao seu desejo, que é o oposto do seu medo. Este é o amor que expulsa o medo. Enfrente seus temores, traga-os à luz da razão. Aprenda a sorrir dos seus temores. Esse é o melhor remédio.

Essa sou eu

Eu choro, eu sofro, eu tenho medo e me arrependo. Às vezes os outros se esquecem quem eu sou de carne e osso e que eu tenho sentimentos. Francamente, eu não sou de ferro. Tudo bem que eu não saio por aí demonstrando o que sinto, mas isso não torna meus sentimentos inexistentes. E sinceramente essa é a única coisa que me separa desse mundo paralelo cheio de dor. Isso me faz fraca, mas também me torna forte. Não demonstrar o que sinto é como estar coberta por uma capa protetora onde ninguém pode me alcançar. Ora isso é defeito, ora qualidade. Defeito por me tornar alguém sem sentimentos em visão de outros, qualidade por transparecer em mim aparência de forte, quando na verdade estou a ponto de desmoronar. Mas eu sou assim, tenho meus medos e minhas loucuras, minhas certezas e minhas dúvidas. Sou o tipo de pessoa que sempre confere duas vezes se a porta está fechada, aquele tipo de pessoa insegura, que começa a dançar com outras pessoas na rua até dar o passo pro lado certo. Pessoas que por insegurança, ou até mesmo por proteção, não confiam por inteiro. Pessoas que se importam, mas dificilmente demonstram. Essa sou eu. Humana, com defeitos, qualidades e uma dose extra de loucura.

Contigo...

Eu te conheci
E ao medo me entreguei
Não querendo um compromisso
De você eu me afastei

Agora estou entregue
Sinto algo aqui nascendo
Do meu medo eu fugi
Teu sorriso eu estou querendo

Tão bobo e natural
Tão carinhoso e sorridente
Tem um jeito que eu amei
Te quero sempre aqui presente

Então vem ser meu namorado
Meu amante e meu amigo
Quero tentar tudo que eu puder
Mas se puder ser só contigo

Eu não tenho medo de nada.... a vida me ensinou a ser ruim.. durona e possessiva... e a pegar meu homem de jeito e mostra pra ele quem verdadeiramente manda...

E que fraqueza há em admitir que se tem medo, que se sente desanimada às vezes, que está decepcionada? Para essas pessoas que são sinceras, sempre há a oportunidade de se revigorarem, pois admitem que precisam. Já para as outras que saem por aí a desfilar sorrisos forçados, alegrias falsas, fortalezas construídas de papel, ah... tenham cuidado... Que valor há na aparência?

Medo de amar - Lucky

Sabe quando você descobre que tá gostando de alguém e percebe que esse alguém pode não gostar de você, ou até mesmo pode gostar, mas você não sabe, pois tem medo. Medo de se entregar, de se soltar, de tentar sentir algo além de gostar, mas por que sentir então.

Amar pode ser tão bom, se não existir o medo de errar, de permitir, de viver, de curtir, de sentir, de se entregar e não esperar nada em troca, amor não pede nada em troca, isso que as pessoas não entendem, para amar, basta uma pessoa e não duas, amor é um sentimento egoísta, é gostar até de quem não merece, é um sentimento puro, que não mede qualidades nem defeitos.

Mas porque o medo de amar, de descobrir que gosta de alguém, o máximo que pode acontecer é não ser correspondido, já dizia o grande poeta Mario Quintana “como é bom morrer de amor e continuar vivendo”, sabendo que tudo pode melhorar, que o que você sente hoje pode ser diferente de amanhã, e ser cada vez melhor. Amar nunca é em vão, nunca causa dor e nunca nos faz mal.

Talvez não ser amado seja mil vezes pior, em todos os sentidos, saber que fizemos de tudo para alguém que não nos deu valor dói, saber que lutamos sozinhos, mas espera eu não acabei de dizer que amar é um sentimento único, egoísta, se fizemos e não recebemos, a culpa é nossa? Acho que não, com certeza é da pessoa que tinha medo de amar, e não nos amou, ou fingiu amar.

Por isso que eu aprendi a tempo, amar é bom, viver intensamente também, saber que alguém gosta da gente melhor ainda, mas podemos, antes de mais nada, amar a nós mesmos, amor-próprio faz tão bem, ensina a se valorizar, então aprendemos que podemos amar sempre, sem esperar que sejamos amados, o importante é saber que tentamos, que vivemos, que estávamos realmente amando, sem medos, pois o medo não nos leva a nada, e quem quase ama nunca amou.