Não Tenha Medo de Mim
O seu medo sempre fez questão de influenciar a sua vida, sendo um grande obstáculo, que a conduzia para as ruas sem saídas, a sentimentos angustiantes, mas com o tempo, depois uma certa maturidade, de alguns sofrimentos, aprendeu a usá-lo como seu aliado, usando sua influência para agir com mais cautela, diminuindo as suas decisões precipitadas, sobressaindo a sua resiliência.
O seu poder negativo ainda tem muita força e resistência, ela não pode se descuidar, entretanto, a mudança foi muito significativa, o seu medo não é o mesmo de antes, tão forte, agora ele é usado por uma fênix renascida, livre para voar, uma bênção para si e para as pessoas a sua volta, graças a Deus, conquistando muito mais do que poderia pedir, tendo uma atitude transformadora, assim, passou a viver e deixou de apenas existir.
Finalmente, pela permissão do Senhor, é norteada pela coragem, uma fé poderosa, a luz que brilha entre as sua adversidades, que continua imperfeita, às vezes, insegura, todavia, não é mais aquela amedrontada, demonstra uma postura mais sadia, o amor transborda da sua alma e se espalha à semelhança de uma bela melodia, que se movimenta e é percebida por onde passa, poesia resiliente que não oferece somente lindas palavras.
E se tu sentes que numa frase tens uma linha torta, é pois desesperadamente o coração do orador lhe pede ajuda para que seus sentimentos deixem de ser implícitos.
O choro de uma criança ao ver uma reflexão do que vai passar no mundo de saciamento, onde pessoas pusilânime vende seu coração para esbanjar a sua riqueza na miséria de pessoas injustiçadas, o ódio, uma ferida que levará para sempre em seu coração, ao ver um de sua espécie se derretendo de fome no chão, é como sonhar um pesadelo e nunca mais acordar, "maldita hora que fui chorar".
Hoje o Sol escondeu seu sorriso.
As Nuvens derramam lágrimas de tristeza.
A Noite em luto. Sem Lua, sem Estrelas.
E esse Frio clamando seu retorno...
...volta!
(Nepom Ridna)
Estranho Medo
Escrevo agora sobre angústia e solidão,
Antes descrevia amor, sonhos e devaneios,
Estranho certas coisas, pois estranha é a decepção,
Tristes são as páginas do diário, nem sei o que anseio.
Estranho medo, esse que de repente chegou pra ficar,
A estranheza mais profunda que um ser pode ter,
Estranho até a alegria que vem e vai sem avisar,
Me diga alegria, o motivo de ir, me explique o porquê.
Coração sangra, grita em meio as decepções,
Murmurar num adianta, nem devolve a certeza de outrora,
Certeza que iria acalmar esse turbilhão de emoções,
Estranho medo, que trouxe pesadelos para esse homem que chora.
As palavras me fogem quando mais delas preciso,
Me fugiu a alegria, causando-me imenso pavor,
Onde está ó esperança? Devolva-me o precioso sorriso,
Estranho medo que me faz estranhar até mesmo o amor.
MORTE!
Porque temos receio ou medo de falar sobre esse estado da vida em que passaremos por ele. Ter medo de morrer é tão comum quanto dormir e acordar. O medo do final me parece ser porque nos apegamos de mais dos parentes e amigos, isso porque apesar de sermos contrários ao ditado que passamos parte de nossa vida nos dedicando aos outros fica difícil o desapego. Quando se fala de morte muda-se logo de assunto ou porque nos entristecemos ou por pânico; isso mesmo temos pânico de se quer mencionar em nossas conversas a palavra morte. Por isso que insisto tanto em meus textos em sermos sempre amáveis e gentís uns com os outros. Sei que a convivência é muitas vezes motivada por discórdias e como todos tem uma opinião; e reafirmo, não é verdade e sim apenas ponto de vistas. Se tivéssemos a consciência de morte diária viveríamos mais de bem com ela...a morte. Sim por que viver bem é viver se despedindo dia-a-dia e com isso morrendo pra renascer no dia seguinte. Dizem algumas religiões que ao morrer aplica-se ai um renascer pra outras possibilidades ainda melhores. Porém acredito eu que se morrêssemos e ficássemos nos revendo a cada saudade ficaria, creio eu mais fácil a aceitação; mas como temos que nos despedir, e pra sempre prevalece ai o velho medo. A velha e famigerada morte,vem com a mesma certeza com que temos fome, e dai ficamos sempre receosos embora que nunca iremos nos acostumar. Costumo viver um dia de cada vez, confesso até que corro muito, mas é pra que eu viva intensamente sem que sobre brechas pra me arrepender no futuro. Dou-lhe ai um conselho, Viva, não conte seus minutos, apenas experincie seus momentos, escute conselhos porém entre ser oque dizem, e oque você vai sentir executando, desde que seja uma coisa construtiva. Vá sempre além; oque vai valer apena mesmo é quando chegar ao fim do dia, ou fim de sua vida você partir pra outra existência com o dever cumprido. A morte sempre trará saudade do ente querido, mas que antes nos despojemos de velhos conceitos e façamos oque tem que ser fito afinal a morte ela vai nos pegar seja em que ponto da vida onde você diga ``não é a hora´´. Portanto viva e deixe a morte de lado, deixe que ela pense em você, e enquanto faça o que veio fazer na terra, apenas VIVA. Morte ? Isso é coisa do passado, mas que vai pegar à todos no futuro porem, devemos fingir sempre que ela só existe pros outros. Que a paz seja sempre meta de sua vida.
Que nenhum medo me impeça de sonhar. Que eu nunca perca a esperança. E que eu aprenda a recomeçar todas as vezes que a vida virar as costas pra mim. Eu sempre me darei uma segunda chance.
O medo, isto nos separa, o medo de falar desta emoção que traduz em simples gestos o que sentimos. Não somos crianças, sabemos muito bem o que aquele olhar diz, quem vem a nossa mente quando beijamos outra pessoa, a quem corremos quando a noite se torna longa, com quem temos as melhores lembranças da nossa história, com quem nos sentimos seguros, quem nos faz feliz com o timbre, quem sempre se coloca ao lado quando precisamos, você sabe quem, quem eu amo, e eu sei quem você ama.
É, deixamos o medo vencer, o nosso maior medo, hoje é nossa pior realidade. Não me entreguei a este amor, por medo, medo de que ele morasse apenas dentro de mim, por mais que tudo gritasse que em ti ele também estava, por mais que eu tivesse a certeza, frente a frente com você as palavras não saiam, o medo que nossa linda amizade se acabasse me fez sofrer calado, calado é como meu amor está, calado, não morto.
Você é escravo daquilo que você teme, as pessoas não foram escravizadas pelo chicote, mas pelo medo dele.
Não tenho medo de falar a verdade e muito menos de enfrentar o inimigo.
Não tenho medo de ser perseguido e muito menos de ser caluniado.
Não tenho medo de morrer e muito menos de adoecer.
Ninguém joga pedra em arvore que num da frutos.
Faço a vontade de Deus doa em quem doer.
O ser humano é assim mesmo , sempre fica esperando um pelo outro. Ninguém toma a iniciativa com medo de errar. Mas os que acertam hoje são os que erraram ontem.
Já tive medo de arriscar,hoje entendo que o simples fato de não arriscar,me iguala as pessoas que nunca souberam viver a vida!
O estudante do futuro abre caminhos com a força dos seus passos. Não tem medo de errar, porque aprendeu que errar é mais do que humano, é humaníssimo, é condição para acertar com precisão, vencer com humildade, progredir com inteligência, opor-se à mediocridade, essa "amiga" que nos espera sempre de braços abertos.
A diferença entre homens e moleques é que moleques tem medo do que vão perder ao entrar em um relacionamento e homens sabem o que ganham.
Eu gosto de desafios, gosto de lutar pelo que acredito e quero, não tenho medo de lutas, guerras, nem mesmo de morrer…vou atras do sentido da minha vida e apesar dos meus entraves de alma, sou forte.
E lá, bem no fundo, eu sempre fui aquele medo infantil de errar, de perder as coisas por um descuido. E, talvez por ironia, eu sempre acabo perdendo mesmo, quem sabe por excesso de zelo. Olhando pra trás eu só consigo contemplar ruínas de sonhos gigantes, que nunca consegui tirar do meu sono e trazer pro mundo dos acordados.
O mais intrigante nisso tudo, é que aqueles destroços e cacos ainda brilham, como se pudessem voltar à vida em um simples estralar de dedos, e eu sorrio, um sorriso meio que triste, admito, mas sincero, e por instantes eu imagino como seria se tudo voltasse a se erguer, aí eu paro por um momento, e concluo que o que passou, passou.
Nada volta, por mais que ressuscite por alguns minutos, não pertence mais ao presente. Se passou tem que ficar no passado. Naquele cemitério lúdico de sonhos intermináveis, bonitos e felizes, mas que sempre serão sonhos, e nada mais.
Só é digno de vida, aquele que não teme em errar e acredita no seu potêncial, arriscando sem medo de ser feliz, se auto avaliando, em busca de melhoras, conquistando o que sempre quiz.
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