Nao Tenha Medo de Enfrentar seus Piores Pesadelos
Ainda quero conseguir perder o medo de me entregar. Tão fragmentada, tão marcada por tudo que senti e não acreditei.
Espero um dia me entregar, fechar os olhos e o choro não ser mais de dor, apenas de prazer.
Se um dia eu me entregar, saberei que estou segura, que alguém cuida de mim.
Já percebeste que seu futuro brilha mais que teu medo?, hora essa que minhas linhas de queimação estão mais uma vez chamando a atenção.
No silêncio vermelho do fim de tarde,
teu olhar se esconde entre coragem e medo,
e na rosa que treme nas minhas mãos
vai tudo aquilo que nunca coube em segredo.
Te vejo frágil, mas tão infinita,
como quem sente o amor antes de entender,
teu gesto tímido diz mais que mil palavras,
e meu mundo inteiro aprende a te querer.
Se o tempo ousar nos testar com distância,
que ele encontre em nós raiz e permanência,
porque o que nasce assim, tão verdadeiro,
não se desfaz — só cresce em resistência.
Então fica…
mesmo no que não é perfeito,
mesmo quando o coração duvidar de si, porque amar você não foi escolha nem acaso,
foi destino me encontrando em você — e eu, enfim, em mim.
Às vezes parece medo…um amor sem explicação, tão vasto quanto o universo, infinito no que faz sentir. São desejos profundos, silêncios que dizem mais que palavras, e olhares que param no tempo…
como a lua perdida na imensidão do seu olhar. E mesmo sem entender, sem conseguir dar nome ao que é, eu só sei que existe e isso já é tudo.
DeBrunoParaCarla
Eu Quiseras
Eu quiseras amar, sem medo, sem fim,
Mergulhar no abismo que leva a ti.
Eu quiseras voar, tocar o luar,
No brilho dos sonhos, contigo estar.
Eu quiseras me entregar ao teu calor,
Perder-me inteira no teu amor.
Eu quiseras delirar, me dissolver,
Ser tua sombra, teu ar, teu ser.
Eu quiseras morrer no infinito,
Ser brisa leve no teu suspiro.
Eu quiseras, eu quiseras sem temer,
Ser tua, ser nós, ser só prazer.
Amar
Amar é fazer o ninho,
Que a duas almas contém,
Ter medo de estar sozinho,
Dizer com lágrimas: vem,
Flor, querida, noiva, esposa...
Cabemos na mesma lousa...
Julieta, eu sou Romeu:
Correr, gritar: onde vamos?
Que luz! que cheiro! onde estamos?
E ouvir uma voz: no céu!
Vagar em campos floridos
Que a terra mesma não tem;
Chegamos loucos, perdidos
Onde não chega ninguém...
E, ao pé de correntes calmas,
Que espelham virentes palmas,
Dizer-te: senta-te aqui;
E além, na margem sombria,
Ver uma corça bravia,
Pasmada, olhando p'ra ti!
No Processo
No processo há dor,
há medo que cala,
choro que inunda,
e luta que rala.
Vontade de ir embora,
sumir, desistir,
deitar no escuro
e parar de insistir.
Mas entre os espinhos
há mãos invisíveis,
tocando teu peito
com forças incríveis.
Mesmo quando o chão
parece ruir,
há graça do alto
pra te conduzir.
O amparo divino
não falha jamais,
Ele chega em silêncio,
mas traz muita paz.
Na hora mais dura,
no vale mais frio,
Deus sopra esperança
e traz o alívio.
Então não desista,
o céu te sustenta.
Cada lágrima rola,
mas a fé te aumenta.
Você não está só
na trilha a seguir:
há um Deus que te abraça
e te faz resistir.
Você me diz que sou sua
Como posso te deixar ir?
Se você me chama de volta?
Se tens medo que eu vá?
Queres habitar-te em mim eternamente?
Te falo sobre os sussurros do vento, você me ouve e sorri
Como se pensasse:
Por que?
Você chama o meu nome, repetidas vezes
Eu apenas ouço:
Lua, Sol, Lua, Lua, Lua…
Mascarados
A máscara do ódio
A roupa da tristeza
A alma de medo
Por que te escondes?
Mostre ao mundo
Teus monstros eternos
Revele a todos
Suas dores ocultas
O que lhe segura
Não são fundamentos
O que te detém
Não são justiças puras
A luz que te guia
Também te cega
Olhe ao seu redor
Mas sem medo
Olhe ao seu redor
Mas sem o ódio
Que você aprendeu a carregar
O chão que você pisa
Consumido pelo medo
Se torna em fel
Amargo e feio
Se com pureza andasse
Verdade veria
Luzes por todos os dias
Beleza a cada passo
Sem um pingo de cansaço
Mas é impossível ser puro
Nesse mundo leviano
Cheio de enganos
Totalmente profano
Coloque sua máscara no lugar
Se agarre a sua Justiça
Justiça carente de Justiça
Se afaste da beleza
Desista da pureza
Nessa terra de fel
Não se sonha com mel
Desconhecido conhecido
Se te digo
"Tenho medo do desconhecido"
Minto.
Tenho medo de tentar...
Na verdade...
De errar
Medo do desconhecido não existe
Teríamos nós medo de tudo?
O próximo segundo
É desconhecido
O próximo minuto
O próximo ano
Desconhecidos
A origem! O fim! O sentido...
De tudo...
É desconhecido.
O conhecimento é desconhecido
Você se conhece?
Tipo...
De verdade?
FOMO
"Fear of Missing Out"
["O medo de perder algo" ou "O medo de ficar de fora", éo medo de não saber o que outras pessoas estão fazendo].
Tenho medo...De que o que eu pensei que era verdade, seja apenas uma alucinação passageira...
Oh céus! Me dê seu amor, mesmo que só por um instante...
Como posso estar tão ciente de que isso não ocorrerá?
De que nunca terei sua atenção?
Óh, céus! Me quebro em pedaços,
Sinto algo que não pode ser correspondido,
Uma carta enviada de volta...sem resposta...
Me desespero e procuro me acalmar de baixo dos alámos, que tentam me consolar...
Mas suas ações não colaboram...
Me vejo em um campo de Jacintos amarelos...
Com o céu estendendo seu véu nebulosoe se desperando junto de mim...
Posso estar exagerando,
Atordoada com a esperança de estar realmente alucinando.
Enquanto isso, vago pelo campo de rosas amarelas, procurando resposta em minhas próprias lembranças e reflexões, mas aparentemente essa neblina em meu caminho não vai sair tão cedo e irei me perder nele, me juntando ao vazio de não saber
Poesia: Medo de Crescer 01
Olhar de Criança
Quando pequeno pensava
Nas coisas que vó dizia.
Nos bichos que existia
E que no terreiro rodava
No vicente finim ela falava
Neu até medo botava
Com aquelas prosas boas.
Eu como o minino que era
Com tanto medo que o coro pela
Num duvidava de coisa atoa
Daí o tempo foi passando
E eu o acompanhava de perto,
Ligeiro, garoto esperto
Crescendo e já fui notando.
Dá conversa desconfiando,
O medo já me deixando,
E eu já difícil de crer.
Histórias que outras horas,
Como do saci ou da caipora,
Agora não tinha mais paricê.
Cresci e também percebi
Que o tempo foi o meu pecado.
O que me deixava assombrado
Não é nada do que vivi.
O mundo me calou aqui
E mesmo tentando insistir
Nada me assusta tanto
Que me faça esmurecer
Mais do que pude perder
Com o tempo que me tirou em prantos.
Hoje a bassora caída
No assusta mais ninguém
E até o grito de alguém
Passando nalguma avenida
Num soa mais forte que a vida
Quando bate despercebida
Vindo deixar algum recado.
Os bichos foram tudo embora,
Acabou-se os medos das histórias.
Ficaram os contos no passado.
Tsharllez Foucallt.
terreiro: quintal.
Vicente finim: busca no google.
Caipora: Mãe da mata.
Paricê: parecer.
Esmurecer: enfraquecer.
Bassora: vassoura.
Nalguma: Em alguma.
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