Não te Conheço Direito

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... um paradoxo
assaz curioso: quanto
mais me conheço e me aceito
como sou, tanto mais revisto-me
de força e razões para
mudar!

⁠Eu confio no próximo capítulo, porque eu conheço o autor da minha história, que com detalhes sabe digitar, escrever cada letra e o final dela!

Quanto mais me conheço,
mais vejo as rachaduras da minha alma,
as manchas que o tempo deixou,
os erros que não posso apagar.

Quanto mais conheço Deus, menos preciso provar quem sou.

Quanto mais conheço a Deus, mais percebo que minha resposta não é orgulho pelo que sei, mas reverência diante de quem Ele é.

Quem conhece a mente de Deus? Quanto mais O conheço, menos espaço encontro para exaltar a mim mesma.

Quanto mais conheço a mim mesma, menos consigo condenar o outro e mais admiro a misericórdia de Deus.

Se alguém quiser falar sobre dor, sou toda ouvidos. Conheço quase todas as dores do mundo; até as que não passei, sinto como se fossem minhas. Do psicológico ao espiritual, fui acometida de tudo.

napoli.


Eu ainda não conheço Napoli.


E talvez seja justamente por isso que Napoli tenha conseguido existir tanto dentro de mim.


Antes de conhecer uma cidade, a gente inventa uma versão dela. Junta fotos, histórias, músicas, filmes, partidas de futebol, prédios antigos, ruas que nunca atravessou e um mar que só conhece pela tela. Vai montando, aos poucos, um lugar que talvez nem exista exatamente daquele jeito.


Mas existe Napoli.


Pelo menos a Napoli que eu imagino.


Napoli, para mim, começa antes do avião pousar.


Começa naquele instante em que eu imagino sair de algum lugar e simplesmente caminhar sem saber direito para onde estou indo. Napoli sendo o nome das placas, o idioma nas conversas, as roupas penduradas entre os prédios, o barulho das pessoas atravessando uma rua estreita enquanto alguma janela permanece aberta.


Eu imagino Napoli assim.


Imperfeita.


Viva.


Um pouco suja, um pouco caótica, um pouco triste.


Bonita justamente porque não parece estar preocupada em ser.


Napoli não é uma foto que eu quero visitar.


É uma sensação que eu quero descobrir se existe.


Eu penso em Napoli e penso no Vesúvio.


Não pelo vulcão em si, mas pela ideia de uma cidade inteira vivendo diante de alguma coisa que poderia destruí-la e, ainda assim, acordando todos os dias para continuar.


Isso me fascina.


Talvez porque eu goste de lugares que carregam uma ameaça sem precisar falar sobre ela.


Napoli parece ter alguma coisa disso.


Uma cidade que sabe que o chão pode tremer, que o passado pode voltar em forma de cinzas, que o mar pode guardar histórias demais, mas que ainda assim existe café pela manhã, futebol à tarde e gente voltando para casa à noite.


É assim que eu imagino Napoli.


Não como um paraíso.


Como um lugar humano.


Eu imagino o futebol em Napoli quase como uma religião antiga. Imagino o nome de Maradona ainda atravessando paredes, camisas, conversas, crianças que talvez nem tenham nascido quando ele jogava, mas cresceram ouvindo que houve um homem que fez uma cidade acreditar em alguma coisa.


E talvez seja isso que eu procuro quando penso em Napoli.


Não uma cidade perfeita.


Uma cidade que acredita.


Napoli acredita no futebol.


Napoli acredita no mar.


Napoli acredita na própria história.


Napoli acredita até nas próprias contradições.


E talvez eu queira acreditar também.


Às vezes penso em como seria estar em Napoli sem ter nada para fazer.


Sem roteiro.


Sem obrigação.


Sem aquela pressa de transformar cada lugar em foto.


Só estar.


Sentar em algum lugar e observar uma cidade que eu passei tanto tempo imaginando finalmente existir na minha frente.


Talvez eu olhasse para o Vesúvio.


Talvez para o mar.


Talvez para uma rua qualquer.


E provavelmente pensaria:


"Então era isso que eu estava tentando imaginar."


Mas existe uma coisa ainda mais bonita em não conhecer Napoli.


Eu ainda posso sonhar.


Ainda posso colocar em Napoli tudo aquilo que procuro no mundo.


A possibilidade de recomeçar.


A sensação de estar longe o suficiente para ouvir meus próprios pensamentos.


A liberdade de ser desconhecido.


A melancolia de perceber que uma vida pode caber em outro lugar.


Eu não sei se Napoli é assim.


Talvez não seja.


Talvez eu chegue lá e descubra que algumas das coisas que inventei nunca existiram.


Talvez o café seja apenas café.


Talvez as ruas sejam mais barulhentas do que bonitas.


Talvez o Vesúvio não pareça tão imenso.


Talvez Napoli não tenha nada da Napoli que eu criei.


E tudo bem.


Porque existe uma beleza estranha em desejar um lugar antes de conhecê-lo.


Você começa a construir uma casa dentro de uma cidade onde ainda não colocou os pés.


Napoli é essa casa, por enquanto.


Uma casa imaginada.


Um nome repetido.


Napoli.


Napoli.


Napoli.


Como se repetir fosse uma maneira de aproximar.


E talvez um dia eu chegue…


Talvez eu desça do avião, respire aquele ar pela primeira vez e perceba que a cidade real é completamente diferente da cidade que construí na cabeça.


Mas talvez, no meio de alguma rua qualquer, com o Vesúvio aparecendo ao longe e o mar existindo onde eu só conhecia por fotos imaginárias, eu entenda uma coisa


Alguns lugares a gente visita pela primeira vez duas vezes.


A primeira é quando chega.


A segunda é quando percebe que passou anos sonhando com aquele momento.


E quando esse dia chegar, eu não vou querer que Napoli seja exatamente como imaginei.


Vou querer apenas olhar para ela e pensar:


Napoli.


Então era você.


A cidade que eu conheci antes de chegar.

⁠Muito pior do que a morte da vida é a morte em vida, conheço muitos vivos mortos...

Não te conheço, mas só de olhar pra você já sei: sua postura não é orgulho, é a dignidade de quem construiu o próprio chão, e começar a te conhecer é aprender a respeitar o império que você ergueu sozinha.

Eu estava adolescente de novo, voltando da escola, o caminho que conheço tão bem, o chão de terra batida, as casas ainda sendo construídas, o terreno baldio que eu cortava para chegar em casa. Tudo exatamente como era, mas agora eu via com os olhos do sonho, que parecem ser mais vivos do que qualquer memória. Eu tinha medo, um medo que me apertava o peito, aquele tipo de medo que faz o corpo encolher antes de chegar perto de alguém que você ama e teme ao mesmo tempo. E lá estava ele, meu pai, sentado, cabisbaixo, triste, a tristeza transbordando do corpo dele e entrando pelo chão, pelas paredes, pelos poros do meu próprio corpo. Eu sabia o que poderia ter acontecido, não precisava que ele falasse nada. Ela havia fugido de novo, minha mãe, meus irmãos talvez nem estivessem mais lá, e o mundo parecia menor e mais pesado por isso.
Passei por ele com cuidado, cada passo pensado, cada olhar desviado, torcendo para que ele não falasse comigo, para que meu silêncio fosse suficiente para me proteger. Atrás da casa, pelo quintal, eu saí de mansinho, como quem tenta escapar de uma sombra que poderia me engolir. A sensação de perigo era familiar, algo que eu sentia há anos, mas que naquela idade parecia ainda maior, mais cruel, mais absoluto. Eu não podia ficar ali, não podia enfrentar aquilo sozinha, então aprendi a fugir, aprendi a cuidar de mim mesma mesmo quando não havia ninguém para me proteger.
O sonho me mostrou que essas cenas não eram apenas memórias, eram marcas, mas também eram força. A menina de 16 anos correndo pelos fundos da casa, cheia de medo, era a mesma que saiu de casa para se proteger, que aprendeu a se virar sozinha, que sobreviveu a tudo isso. Hoje, olhando de fora, vejo aquela garota como alguém incrivelmente corajosa, alguém que carrega não apenas medo, mas também uma resiliência que a faz sorrir diante do absurdo do mundo. Eu podia sentir o peso do passado, mas também sentia a leveza de quem se libertou dele, de quem aprendeu a caminhar em silêncio pelo quintal do medo e sair inteira do outro lado.
É engraçado como a memória volta com tanto detalhe, como se cada casa, cada pedra do terreno baldio, cada olhar do meu pai, estivesse esperando para ser revisitados. E ao mesmo tempo, é uma oportunidade de abraçar a menina que fui, de reconhecer a coragem que existia nela, de rir um pouco da própria vida que nos coloca em situações que parecem impossíveis. Eu saí de casa aos 16 anos, mas cada passo que dei depois, cada escolha, cada risco, cada fuga silenciosa, me trouxe até aqui. A menina de ontem e a mulher de hoje se encontram nesse sonho e percebem que o medo não é mais absoluto, que a dor foi sobrevivida e que a força acumulada nesses caminhos de terra é imensa, invisível, mas real.
E talvez seja isso que sonhos assim fazem, nos lembram do que fomos, do que sentimos, do que superamos, e nos mostram que mesmo na mais profunda escuridão, mesmo quando parece que não há saída, há sempre um caminho, mesmo que seja pelos fundos, silencioso, mas cheio de vida, cheio de coragem, cheio de sobrevivência.






Um sonho do dia 25/03/2026

Desde que me conheço, os olhos me chamam antes de tudo. Eu os desenho, os observo — e por vezes juro que os escuto, porque falam mais que a boca e carregam histórias que um cérebro inteiro talvez não caiba.
Fascinam-me como galáxias: cada olhar é um mundo distinto, às vezes repleto, às vezes vazio.
Acho que a maior dádiva é poder observar. Observar me dá vontade de viver: detectar minúcias, e desvendar outros olhares, torcendo para que alguém queira desvendar os meus também.

⁠Conheço empresários negacionistas que se dedicam mais aos negócios do que aos filhos e tendem a culpar o Estado pela envolvência dos filhos com drogas.

⁠"Conheço funâmbulos que se arriscaram diante do precipício das dívidas e nunca mais voltaram."

Conheço meu potencial e tudo o que posso entregar, mas eu me pergunto: você é digna?

Tem que ter disposição. Prometa-me a sua alma e eu a faço arder como chamas meteóricas. O meu afeto não cabe em medidas humanas. Quis compará-lo a um astro, pensei em Netuno. Netuno, não. Netuno ainda é um lugar, ainda conhece fronteiras. O que eu ofereço não orbita, invade. Alimentaria você para além do espaço e do tempo, até que confundisse a minha presença com a gravidade que mantém os corpos de pé.

E então, no dia em que eu diminuísse a intensidade por um único instante, você chamaria isso de ausência. Não porque eu tivesse ido embora, mas porque acostumar-se ao excesso transforma qualquer sobra em abandono. É assim que nascem os dependentes: primeiro recebem o infinito, depois aprendem que o infinito também cansa.

Eu sei o que causo. Em mim, antes de qualquer outro. Toda luz exagerada cobra seu preço de quem a acende. Não existe estrela que queime sem consumir a própria matéria.

Mereço passar por isso? Claro que sim. O karma que carrego eu mesmo financiei. Assinei cada parcela sorrindo, como quem acredita que algumas dívidas nunca vencem. Hoje pago tudo com juros compostos de memória.

E eu já sabia. Sabia quando prometi mais do que um coração consegue sustentar. Sabia quando fiz do afeto um espetáculo, como se amar fosse incendiar tudo ao redor para provar que havia calor. No fundo, sempre soube que quem transforma o próprio peito em sol acaba condenado a viver cercado de planetas frios.

Talvez o meu maior castigo nunca tenha sido perder alguém. Foi ensinar as pessoas a sentirem falta de uma versão minha que nem eu consigo habitar para sempre.

Dos que eu já mais conheço, eu faço umas perguntas que eu não tenho.
Só que eu não sei se for e é possível acreditar que isso é bom.
"Até amanhã" e "Tchau" mais conheço.

Feliz Dia dos Pais...


Releitura da homenagem de 2018




A todos os pais que conheço, principalmente ao meu querido pai, Nicanor Marques da Silva; à minha mãe, Leonor — porque, afinal, "ao lado de um grande homem sempre há uma grande mulher"... —; ao meu "sogrodrasto", Geraldo; aos meus irmãos e, enfim, ao meu esposo, Ricardo Flores.




De repente, fiquei pensando no tempo que gasto fazendo brinquedos artesanais para os meus filhos.


Às vezes, nem sei por quê.


Afinal, era só ir a uma loja e comprar...


Mas talvez não seja só isso.


Talvez, quando fazemos algo com as próprias mãos, estejamos, sem perceber, repetindo gestos que um dia alguém fez por nós.




Hoje me lembrei dos meus pais.


Lembrei do meu pai fazendo bercinhos, balanços de brinquedo e de verdade, banquinhos, casinhas em cima das árvores...


Até uma árvore plantada naquele mesmo dia, com apenas 30 centímetros, com escada e tudo; todinha para mim, quando eu já não era tão criança assim — com 1,65 m —, somente no ano seguinte, debaixo dela, entendi o porquê daquela escada... 😂


E lembrei da minha mãe costurando roupas para as minhas bonecas.


Acho que ela não costurou por muito tempo porque eu não gostava muito de bonecas...


Talvez até gostasse.


Mas, com três irmãos, eu tinha uma missão: enlouquecer a vida deles! 😁😁


Minha mãe também fazia as minhas "poucas" comidas preferidas.


Dei muito trabalho no quesito alimentação, porque simplesmente não comia. 🤦🤦


E hoje, com a Lana, sinto na pele um pouquinho do que minha mãe passou comigo... 🙄


A vida tem dessas coisas.


Um dia somos filhos.


No outro, percebemos que estamos repetindo os nossos pais.


Não tive tudo o que queria.


Mas tive tudo o que precisava.


E eles me ensinaram — e ainda me ensinam — muito.


Hoje, quando vejo tanto ódio na alma das pessoas da minha "idade", só consigo agradecer a Deus pela sabedoria que meus pais tiveram para criar a mim e aos meus irmãos.


E peço, imploro a Deus, que me conceda pelo menos metade dessa sabedoria para criar os meus filhos.


Porque criar alguém talvez seja isso: tentar entregar ao outro um pouco daquilo que um dia plantaram em nós.


Não sei se meus filhos crescerão procurando um príncipe ou uma princesa para viver um "Conto de Fadas".


Não sei.


O que sei é que fui criada como uma princesa por um rei e uma rainha.


E, por isso, nunca esperei encontrar menos que um príncipe. Alguém que me tratasse com respeito, dignidade e amor.


É isso que tento ensinar aos meus filhos. Principalmente, a não aceitarem migalhas.


Porque, se metade do mundo é feita de monstros e tristeza, existe uma outra metade que é feita de magia e alegria.


Tudo depende do ponto de vista.


E, às vezes, da vista de um ponto...


"Só podemos oferecer o que temos, porque sempre colhemos o que plantamos."


Hoje sei que não acordamos simplesmente um dia e decidimos imitar alguém.


Não.


Vamos fazendo isso todos os dias.


Mesmo sem querer.


Mesmo sem perceber.


Vamos nos espelhando no outro, em cada atitude, em cada palavra, em cada escolha.


E, talvez, seja por isso que os nossos pais nunca vão embora completamente.


Eles continuam em nós.


No jeito como amamos.


No jeito como cuidamos.


No jeito como educamos.


Até mesmo nas coisas que fazemos sem perceber.


Naquela semana em que meu pai foi para o outro lado — um outro lado que, na verdade, é bem ali —, aconteceu algo que hoje considero um presente.


Sem saber que o tempo estava acabando, em uma ligação, eu me declarei para ele.


Falei.


Disse tudo aquilo que talvez já soubéssemos, mas que precisava virar palavra. Precisava ser ouvido.


Falei da distância.


Da saudade.


E disse que, um dia, nada mais iria nos separar.


E, no final daquela semana, foi exatamente o que aconteceu.


Não existia mais distância entre nós.


Logo, não haveria mais ausência.


Ele não era perfeito.


Ninguém é.


Mas, quando se ama, ama-se por inteiro.


Não se ama apenas a parte bonita.


Não se colocam os defeitos para debaixo do tapete.


Ama-se a história inteira.


Com acertos. Com erros. Com imperfeições. Com tudo aquilo que faz alguém ser quem é.


E não havia remorso.


Talvez faltasse uma ou outra coisa que eu ainda não tivesse feito.


Não por orgulho. Por "agendamento".


Eu havia deixado algumas datas na minha agenda da vida.


Mas a vida não funciona assim.


Não podemos brincar com o destino. Porque o destino é improvável.


Não podemos esperar que o outro amadureça, que enriqueça, que chegue ao topo de algum lugar qualquer, para então vivermos aquilo que queremos viver. Porque, no final, nada disso importa.


Às vezes, você quer entregar um castelo de neve.


E o outro só precisa de um boneco de areia.


E, enquanto você espera o momento perfeito, pode estar simplesmente adiando a felicidade.


Agendando o amor.


Deixando para depois um abraço. Uma palavra. Um "eu te amo". Um encontro. Uma presença.


E a vida não assina compromissos com a nossa agenda.


Tudo tem um ciclo natural para seguir.


E ele segue.


Mesmo vazio. Mesmo ferido. Mesmo quando não estamos preparados.


A vida segue seu curso.


É matemática. É física. É como uma roda-gigante: ela pode diminuir a velocidade, mas não pode permanecer parada.


Talvez seja por isso que hoje eu faça tantos brinquedos para os meus filhos.


Talvez eu esteja tentando, sem perceber, devolver ao mundo um pouco do que recebi.


Talvez seja por isso que ainda escrevo. Para transformar lembranças em palavras. Para transformar saudade em história. Para transformar aquilo que vivi em alguma coisa que possa tocar alguém.


Porque, no fim, somos um pouco de tudo aquilo que recebemos. E também de tudo aquilo que escolhemos oferecer.


Meu pai me deixou muitas coisas.


Algumas cabem nas mãos. Outras, não.


Deixou lembranças. Deixou ensinamentos. Deixou exemplos.


E deixou, principalmente, uma parte dele dentro de mim.


Talvez seja essa a verdadeira herança dos pais: aquilo que permanece quando eles já não podem mais estar fisicamente ao nosso lado.


A todos os pais. Principalmente aos que refletem bondade.


Aos que ensinam pelo exemplo.


Aos que constroem castelos, mesmo que sejam de madeira, de areia ou de sonhos.


Aos que plantam árvores sem saber quem um dia descansará à sua sombra.


Aos que amam. Aos que cuidam. Aos que deixam raízes.




😍 Feliz Dia dos Pais, mães, avós, tios... 😍

Que tudo na vida é aprendizado, é fato. Mas, quanto mais eu conheço a simplicidade da vida, mais grata e feliz eu me torno.

Deus de Israel, abençoe esta pessoa que está lendo está mensagem, mesmo os que não conheço, mas o Senhor conhece cada um de nós, sabe de tudo que precisamos, conhece as nossas fraquezas, dificuldades, sabe de tudo ao nosso respeito. Pai envia teus anjos e os ajude. Eu te agradeço em nome de Jesus Cristo.