Não te Conheço Direito

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"de longe conheço o amor,
de perto conheço o perdão,
hoje conheço você,
que mora no meu coração"

Eu não chamo nada de impossível, porque o que eu conheço do universo é tão pequeno que o 'impossível' é apenas uma palavra que as pessoas usam para esconder o que elas não compreendem.

Pelo pouco tempo que eu te conheço, você é interessante.

Os melhores líderes que conheço sabem que não sabem.
Ou seja, reúnem equipes com qualidade teórica e experiência prática para que façam o que tem que ser feito sob sua coordenação.
São líderes de pessoas e obtém resultados valorizando equipes e apontando a direção e o objetivo a alcançar.

⁠Todos os reis e rainhas da história enviaram seu povo para morrer por eles. Eu só conheço um Rei que decidiu morrer por seu povo.

Enquanto mais conheço pessoas, mais percebo que a elegância está vestida de simplicidade e não de rótulos e invólucros sociais. Encontrei mais elegância calçada de chinelos que vestida de etiquetas....
E que sejamos elegantes em nossas almas!

⁠Quando conheço alguém muito inteligente e com muita experiencia de vida, não tenho inveja não, procuro aprender o máximo com essa pessoa.

A inveja é a própria decadência, o indivíduo invejoso nunca vai sair da mediocridade.

Quando conheço uma pessoa, não me importa o seu dinheiro, sua posição social, seu diploma, sua casa, seu carro!!!


O que me importa de verdade é unicamente seu CARÁTER!

"Se você está buscando a sorte, eu vou lhe dizer que ela tem
5 letras... conheço por Jesus!"

O único medo que eu conheço é o medo daquilo que desconheço.

Eu estava adolescente de novo, voltando da escola, o caminho que conheço tão bem, o chão de terra batida, as casas ainda sendo construídas, o terreno baldio que eu cortava para chegar em casa. Tudo exatamente como era, mas agora eu via com os olhos do sonho, que parecem ser mais vivos do que qualquer memória. Eu tinha medo, um medo que me apertava o peito, aquele tipo de medo que faz o corpo encolher antes de chegar perto de alguém que você ama e teme ao mesmo tempo. E lá estava ele, meu pai, sentado, cabisbaixo, triste, a tristeza transbordando do corpo dele e entrando pelo chão, pelas paredes, pelos poros do meu próprio corpo. Eu sabia o que poderia ter acontecido, não precisava que ele falasse nada. Ela havia fugido de novo, minha mãe, meus irmãos talvez nem estivessem mais lá, e o mundo parecia menor e mais pesado por isso.
Passei por ele com cuidado, cada passo pensado, cada olhar desviado, torcendo para que ele não falasse comigo, para que meu silêncio fosse suficiente para me proteger. Atrás da casa, pelo quintal, eu saí de mansinho, como quem tenta escapar de uma sombra que poderia me engolir. A sensação de perigo era familiar, algo que eu sentia há anos, mas que naquela idade parecia ainda maior, mais cruel, mais absoluto. Eu não podia ficar ali, não podia enfrentar aquilo sozinha, então aprendi a fugir, aprendi a cuidar de mim mesma mesmo quando não havia ninguém para me proteger.
O sonho me mostrou que essas cenas não eram apenas memórias, eram marcas, mas também eram força. A menina de 16 anos correndo pelos fundos da casa, cheia de medo, era a mesma que saiu de casa para se proteger, que aprendeu a se virar sozinha, que sobreviveu a tudo isso. Hoje, olhando de fora, vejo aquela garota como alguém incrivelmente corajosa, alguém que carrega não apenas medo, mas também uma resiliência que a faz sorrir diante do absurdo do mundo. Eu podia sentir o peso do passado, mas também sentia a leveza de quem se libertou dele, de quem aprendeu a caminhar em silêncio pelo quintal do medo e sair inteira do outro lado.
É engraçado como a memória volta com tanto detalhe, como se cada casa, cada pedra do terreno baldio, cada olhar do meu pai, estivesse esperando para ser revisitados. E ao mesmo tempo, é uma oportunidade de abraçar a menina que fui, de reconhecer a coragem que existia nela, de rir um pouco da própria vida que nos coloca em situações que parecem impossíveis. Eu saí de casa aos 16 anos, mas cada passo que dei depois, cada escolha, cada risco, cada fuga silenciosa, me trouxe até aqui. A menina de ontem e a mulher de hoje se encontram nesse sonho e percebem que o medo não é mais absoluto, que a dor foi sobrevivida e que a força acumulada nesses caminhos de terra é imensa, invisível, mas real.
E talvez seja isso que sonhos assim fazem, nos lembram do que fomos, do que sentimos, do que superamos, e nos mostram que mesmo na mais profunda escuridão, mesmo quando parece que não há saída, há sempre um caminho, mesmo que seja pelos fundos, silencioso, mas cheio de vida, cheio de coragem, cheio de sobrevivência.






Um sonho do dia 25/03/2026

Eu nunca deixo de ler um livro — apenas já conheço os capítulos. (Isso não é sobre livros.)

⁠Pasárgada eterna
Vou embora pra Pasárgada.
Não conheço o rei. Mas, sei que lá não tem avião e ninguém precisa de tanta fé.
Tem rede com preguiça inclusa, todo dia é sexta-feira, e toda sexta-feira, pensando em sobra de feira, ela me sua.
Pasárgada tem reza. Tem cantos de oferenda. Tem axé. Tem afoxé!
É quando Deus descansa dos evangélicos.
Nietzsche proibiu pastores, em votações de assembleias.
Em Pasárgada tem rituais de Missa em Latim, e cestos de carinhos outorgados. Todos os rituais exigem tambores.
Muitos tambores.
A preguiça foi institucionalizada. A dança é democrática, e obedece a um engajamento entre pernas e quadris.
Saravá, Bahia! Saravá, Umbanda. Saravá, meus amores.
Em Pasárgada, o céu tem mais estrelas, os jarros têm mais flores. Eu preciso do endereço do Bandeira... Soube que o poeta mora no beco: o beco que ele cantou pleno de elipses mentais.
Os sertões azuis se assomam nas varandas. Paga-se bem aos professores e redes são estendidas perto da eternidade. As luas são enormes e generosas, e já trazem (inclusos) redes e conhaques.
Pasárgada tem campos de girassóis e broquéis contra insanos. Assistimos a luta de São Jorge contra o dragão, em tv 4k.
Em Pasárgada
Os poetas só precisam de alguns toques de imaginação.

Minhas emoções são lobos de pelagem densa e olhar antigo; conheço-lhes a sede e, com o peso da minha presença, transformo o caos da matilha em instinto e ordem permeia a sinfonia.

Há uma matilha de em mim correndo sob minha pele. Conheço a face de cada uma no centro dessa vastidão, meu centro permanece imóvel, regendo a força que outros chamariam de medo.

Conheço o peso de cada garra e a beleza de cada uivo na minha vastidão cega.

Eu não viajei sozinha…
mas só eu conheço esse lugar.
E na certeza do quanto ele é meu,
eu decido fazer dele casa.
Casa de se morar.
De se cuidar.
De se escolher.
Eu me liberto da pressa de um estalar de dedos.
E me liberto da ideia de perfeição.
Eu escolho caminhar o caminho…
com verdade,
e intenção.
Eu escolho dar um passo novo,
com meus sapatos empoeirados…
protegendo meus lindos pés calejados.
Porque eu já entendi uma coisa:
não é sobre chegar perfeita.
É sobre seguir inteira.
E hoje…
eu escolho me presentear com uma nova viagem.
Mesmo sabendo que já conheci o melhor lugar do mundo:
eu tenho um lar dentro de mim.
E ele… é lindo.

A cada dia que nos encontramos, eu conheço um pouco mais de você
Eu te percebo nos detalhes das suas ações, quando estamos juntos
E em cada detalhe, eu me apaixono mais por você
O jeito que me olha, que faz carinho sem que perceba que faz
Que nos apegamos mais e mais
Amo o jeito que você é atencioso, quando estamos juntos
Amo quando estamos dormindo juntos, que você não me larga a noite toda
Você foi o único, que eu consigo dormir agarrada a noite toda
Amo quando levanto para ir ao banheiro e você me pergunta aonde estou indo
Como se eu fosse ir embora de madrugada
Muito lindo, como sempre se preocupa
Se estou com fome, se quero alguma coisa
Amo o fato de nos vermos com mais freqüência
Amo o fato de você ignorar a profundidade do nosso relacionamento
Amo o fato de tentar me esquecer, e não conseguir
Amo o fato de que não importa o tempo que passamos separados, você sempre volta pra mim
Eu amo você, eu te amo nos detalhes das nossas noites juntos


09 de abril de 2026

Não conheço outra religião além da sinceridade.

Eu conheço Deus, ele me conhece: é nisto que consiste a esperança.