Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
Eu morri no dia que enterraram meu AMOR...
Mas meu AMOR daria sua VIDA por mim...
Por isso estou aquii.... SOBREVIVENDO pelo
AMOR que já se foi!
"Às vezes é preciso chorar para sabermos o quanto é bom sorrir. É preciso sentir saudades para saber o quanto gostamos de alguém. Quando temos tudo, nada parece ter valor..."
Toda vez que clico aqui aparece esse nome NO QUE VOÇE TA PENSANDO?
Se eu fosse escrever oque eu penso, já pensei e pensarei.
Tenho certeza que o Facebook deixaria essa mania de lado.
Ouvindo os toques de seu Coraçao...
As batidas de suas Maos...
Aproveitando a inspiraçao que vem de longe...
No profundo de minh´alma sinto oque nao sei explicar...
Ouvindo o som de sua voz...
o timbre que me faz repousar tranquilo...
E ao lembrar-me caio em plena fantasia...
Sonhando acordado na imensidao de meu espirito...
Ouvindo... espero que tambem me ouças...
Ouça alem das palavras que profiro...
Ouça meu olhar... ouça meu corpo gritando pelo seu...
E quando voçe nao poder me ouvir... Lembre-se que nesse momento eu estarei te Ouvindo.
A vida está cercada de várias transformações explícitas, dado como o objetivo em questão os sentimentos sublimes que existe em cada um... Para quê tanto sofrimento e angústia se podemos obter coisas mais significantes da nossa vida?
Algum dia tudo terá sentindo, a dor de agora, o caos e as incertezas por deixar ir o que antes nos definia. O amanhã nos trará coisas muito melhores porque, lembre sempre, tudo acontece por alguma razão.
Nos diferenciar, diferencia a nós.
Engraçado que nos achamos a razão de tudo e para tudo, filósofos da vida e de outras existências e existenciais, devemos mesmo ser !. Ninguém sente o que sentimos, nem vive o que vivemos, pior ou melhor somos todos em um ritmo diferente, somos aquela música que quando parece plágio mudamos apenas uma nota no final e deixamos de ser iguais, Somos indecifráveis, todos eus e todos nós, mesmo quando queremos nos entender e nos entendermos não entendemos que a beleza toda de existir está em sempre ter algo para buscar compreensão.
“E tudo que permanecer sempre incompreensível é amor.”
É tempo de encantar a linguagem – um verso;
de cultivar a docilidade – um pássaro; de compartilhar a solidariedade
– um abraço!
Sozinha, noite, alegria
Sono, pensamentos
Estralo, nenhum movimento
Sorrisos, lembranças, gestos
Arrepios, não pense em alianças
Criança, adulto, improvável
Desejo, amizade, dor
Oque isso tem em comum?
Dois corações...
Mas só sofre um.
Chegamos à véspera de Natal! Hoje cumpre-se a tradição familiar unida à mesa com batatas e bacalhau e muitas iguarias. Será que todos têm família? E os que têm família, será que podem estar reunidos à farta mesa? Natal também é momento de reflexão, pensem nisto. A todos, feliz Natal!
Ana Neri Amorim Ribeiro:
Que eu poderei lhe oferecer neste dia especial que reúna afeto, consideração e mimo?
Como você já possui a flor – presente de Elane Botelho –, que tal as raízes, o tronco e os frutos?
As raízes, para fixar a amizade, o carinho e as nuvens prenhes de Água Preta.
O tronco, para amarrar promessas de amor e ventos bravios.
Os frutos, para embelezar a mesa e matar a fome de pão e delicadeza.
Que me diz? Não seja modesta! Você merece muito mais! Somos testemunhas disso.
Portanto, segue a PRIMAVERA, mágica e multiflor, todinha pra você! Parabéns!
Ou... tubro ou nada!
Outubro é o décimo mês do ano no calendário gregoriano. A palavra, no entanto, tem como raiz “octo”, que significa “oito” em latim.
No calendário romano, portanto, outubro (octobris) era o oitavo mês do ano.
Naquele calendário o ano – que tinha apenas dez meses – começava em março (martius) e terminava em dezembro (decembris).
Curioso é que tanto outubro quanto janeiro possuem 31 dias e, mais, começam sempre no mesmo dia da semana (em 2015 numa quinta-feira), exceto quando o ano é bissexto, a saber, quando ganha um dia extra, ficando com 366 dias.
As coincidências continuam: em 1º de outubro comemoramos o Dia Mundial da Música, enquanto em 1º de janeiro celebramos o Dia Internacional da Paz...
Música e Paz (e vice-versa) sempre em 1º de outubro e de janeiro!
E viva a Irreverência nossa de todos os dias, meses e anos, em todos os calendários possíveis e/ou imaginários!
Cesário Verde!
Autor de apenas 35 poemas, Cesário é tido e havido como um dos três mais importantes poetas portugueses do século XIX. Os outros dois são Antero de Quental e Camilo Pessanha.
Isso, que fique claro, segundo Fernando Pessoa, que dispensa comentários.
Meu contato com Cesário se deu, primeiro, no antigo 2º grau e, depois, no curso de letras. Mas o interesse, de fato, pela produção poética dele é mais recente e foi motivado por um livrinho, que me chegou de Portugal pelas mãos de Alessandra Lisboa. Tudo a ver.
A partir daí, não só li a obra dele – pequena, mas substancial – como também venho lhe dedicando alguma homenagem – pequena, mas sincera – na forma de crônica ou artigo, grato que sou à oportunidade de ter conhecido alguém tão caro à literatura portuguesa. À literatura brasileira, também, por que não?
Dele, estas "Manias" tão atuais que tenho o prazer de compartilhar com vocês:
O mundo é velha cena ensanguentada.
Coberta de remendos, picaresca;
A vida é chula farsa assobiada,
Ou selvagem tragédia romanesca.
Eu sei um bom rapaz, - hoje uma ossada -,
Que amava certa dama pedantesca,
Perversíssima, esquálida e chagada,
Mas cheia de jactância, quixotesca.
Aos domingos a deia, já rugosa,
Concedia-lhe o braço, com preguiça,
E o dengue, em atitude receosa,
Na sujeição canina mais submissa,
Levava na tremente mão nervosa,
O livro com que a amante ia ouvir missa!
