Nao sou seu Quase Amigo e
Escrevo por instinto e não por razão
Sou aquele animal ferido por uma lança
acuado, revolto, inflamado
Com sua língua lambe a ferida
Sorve seu próprio sangue
A palavra é meu sangue
Escrevê-la é minha língua
Sou um Sentimento
Tento ser difente todo dia
Mas os traumas estão sempre ativa
Não é culpa minha não sentir amor
Talvez eu consigar superar essa dor
Isso tá difícil, pensar demais só da prejuízo
Isso tá foda, quando será que vou ter essa sentimento de volta...
Meus olhos insistem em ser cachoeira
O vento ainda não a dispersou
Sou intensidade altaneira
Inescrupuloso embaraço
Sou o traço
Do riso discreto
Os dentes falhos
A janela aberta
Da imensidão.
Sou estranha às vestes alheias
Mas não sou sozinha
Eu sou multidão.
Os meus olhos ainda persistem
Como jarros d’água
Infinitas fontes
A cruzar as pontes da escuridão
Eu sou a senhora
Sou a meninice
Sou a pausa e o pique
Da imperfeição.
Meus olhos reclamam por vida
Os braços não deixam enxergar
A pele tão destemperada
O fogo aterra a água e o ar.
Eu sou incredulidade
Palavra de quem argumenta
Motivos, sentenças, viagens
Ao grão da pura inocência.
Meus olhos
Estão cansados
De tanto verter um rio
A cada segundo
No seu mais profundo
Mar em desvario.
Não me cale!
Não ouse me calar
- Não mais!
Eu sou assim
Eu sou o que posso
Eu sou o quero
Eu sou o que gozo
Eu sou o que gosto!
Eu viverei de mim
- E ai de ti!
… se vier de novo
querer calar a minha voz!
„Eu sou um professor! Eu não estou reclamando de ser um professor. Pelo contrário, eu me sinto bem, sendo um professor! Eu me sinto poderoso em sala de aula, verdadeiramente. Sou o detentor do saber, então me sinto sábio. Compartilho o saber, então me sinto generoso. Estou na contramão da mesquinharia do mundo moderno, então me sinto rico.“
Eu sou um ator que não faz novela por convicção. Quem escolhe o elenco está sempre convicto que eu não sirvo pra fazer novela
Não adianta fugir a natureza.
Eu sou os ventos, as tempestades,
Eu sou a calmaria, eu sou o voo suave da Borboleta,
Eu sou a fúria do búfalo,
Eu sou igual ao bambu que enverga, mas não quebra.
Eu sou filho de Oyá.
Eu sou o buraco que não se esconde
A teia de aranha que engole o mal
Eu sou a tempestade do vento suave
Sou a certeza do vendaval.
Arte Suave
Acreditar em mim não é fácil, o meu pior defeito sou eu,
Entender que não existe esse fardo e acreditar que você já venceu!
É duro estar no meio do furacão e não saber o que fazer,
Faço tudo, me cubro com o peso do mundo para poder sobreviver!
Eu sei que às vezes a vitória é incerta, vencer o mais forte é quase impossível,
A não ser que ao vacilar na sorte, o braço dele fique em perigo!
Então não há para onde correr, sua chance é agora!
Entre numa chave de braço e saia com a sua vitória!
Dormirá se não bater, mas aguente até o final,
Acredite no golpe que irá fazer, perseverança é fundamental!
Não adianta chorar ou se arrepender,
você já está na batalha, agora é vencer ou vencer!
Seu sobrenome é Sansão, abraça o inimigo e aplica o mata leão!
Os dedos doem, o pescoço assa, se ele der mole você mete o carro e passa!
Ele é forte, afinal, ele é seu inimigo, não adianta achar que ele vai jogar limpo!
Fica esperto para não ser “arm-locado”,
Fica esperto, é uma luta de Miguel contra o Diabo!
Se sentir dor, sinta ali bem quietinho,
o seu inimigo não precisa desse gostinho!
Cuidado com as raspagens e no seu quadril busque a fuga,
Você não quer sair do tatame sem vencer essa luta!
Olha só, ele está cansado, o estrangulamento deixou ele todo arriado,
Não para, não para não, não para de apertar, deixa ele dormir até o sono passar!
E bem que você não acreditou, com técnica e agilidade foi vencido o terror!
É bem assim que deve ser sempre, você é Jiu-jiteiro e a Vitoria deve estar na sua mente!
Me salve, apenas me salve.
Está escuro não estou lúcido
Não sou perfeito como dizem
Palavras ditas e recebidas como ácido
Não escolhi errar, estou perdido
Me salve, apenas me salve
Uma vez disse que não erraria
Mas a carga está pesada
Viver faz parte mas não era isso que eu escolheria
Incerto o meu futuro
Dor, magoa, vazio isso tudo eu sinto
Hoje o vazio toma conta
Não achei que seria fácil
Ninguém disse que isso acabaria comigo
Porquês tomam conta não sei o que fazer
Amanhã não serei o mesmo
O sorriso não é mais verdadeiro
As lágrimas não tem sentido
O corpo se sente estranho
A mente não funciona mais como antes
Me salve, apenas me salve
Vc chegou mas se foi sem ao menos me dá uma chance
Me afundou me iludiu
Me deixou a beira da morte
Mas eu já estava morto por dentro
Não retorne, não me de esperanças
As minhas crenças não deixam eu seguir
O que eu um dia acreditei me traiu
Minha alma súplica
Me salve,apenas me salve
Não me quebre de novo, sou delicado
Por favor, não quebre meu coração
Confie em mim, eu já me machuquei antes
Eu já não sou mais quem eu deveria ser, pois quem fui já não está mais aqui para garantir que um dia serei, aquilo que sonhei ser.
Sou tecnicamente um homem morto.
Não vibro com bobagens; sou seletivo, gosto do meu silêncio, da minha resiliência.
Nada me chama atenção!!!
Apesas esperando partir...
Filosofia Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Eu não encaro de frente
A saudade que carrego
Tampouco sou um descrente
No oceano em que navego
Mas é duro acreditar
Que algo vai transformar
Essa minha nostalgia
Pois não há diapasão
Pra afinar meu violão
À música de alforria.
O que você viu foi apenas uma metade, apenas uma parte do todo que eu sou. Mas você não teve tempo, você não teve a disponibilidade de me conhecer por inteiro. A pressa e a oportunidade não deixaram você querer criar laços...
Definitivamente não sou uma pessoa de sorte, sou apenas alguém que tem um grande Deus no controle da minha vida.
Ser inteligente se torna uma coisa muito ruim.
Me faz ser uma pessoa má, mesmo quando não sou.
Por que aprendi a observar as coisas, e reagir com frieza.
E assumir as reações, pelas escolhas certas.
Mesmo que ninguém entenda, você sabe exatamente o que tem que fazer.
E mesmo que isso custe, um alto preço.
Nada paga se conhecer, e saber o que não quer mais viver.
Mesmo que custe sua alma, não aceita mais se perder.
Clarice Gaio.
CHARADA
Não sei onde vou
não sei quem sou
sei que estou indo
e que estou sendo
neste estado abstrato
do corpo se fazer presente
e de nunca estar em contato
com o corpo que mais sente,
não sei como aconteceu
e como ainda acontece
mas sei que não morreu
do que luto para me libertar.
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