Nao sou seu Quase Amigo e
A coragem pode ser estúpida às vezes, mas o medo é quase sempre. Talvez seja uma combinação precisa dos dois que torne alguém realmente corajoso.
Quando você perde a linha, com ela se perde parte de sua história.
Sua imagem quase sempre estará atrelada ao desequilíbrio, e sua credibilidade em declínio, com certeza comprometerá seu direito de ser feliz e fazer pessoas felizes.
Mais prudente que se perder é se encontrar.
Pense nisso.
Goncalvesdarocha
Sabedoria amiúde
Solução
Um céu estrelado,
Um caminho traçado,
Em um universo revirado,
Quase tudo ao contrário.
Em uma galáxia enorme ,
Existe um brilho que não dorme.
Muitos se envolvem
Mas poucos se resolvem.
A programação da terça era quase o domingo dos namorados: eu lavava o cabelo, escolhia o melhor cheiro, melhor camisa de xadrez feita sob medida... Baixava as músicas que ela que curtia, e outras mais que eu gostava, sabia que ela ia adorar também...
A gente falava da vida, da nossa e dos outros. Parecíamos não ter segredos nunca. Parecia ser pra sempre. Parecia muita coisa que não foi.
Mas eu me lembro das melhores partes, das melhores fotos, as melhores gargalhadas, do tempo que a gente fica deitada no chão do quintal olhando o céu por entre alguns coqueiros como as nuvens se transformavam ou mudavam de cor.
Às vezes, quando não parecia muito interessante, a gente mudava a direção do olhar e se olhava. As bocas se aproximavam lentas, iguais as nuvens mudando suas formas. Porém, tudo era muito rápido, mas depois, quando eu ficava viajando em pensamentos até esse momento de novo, tudo parecia se repetir em câmera lenta, e eu podia perceber com calma a beleza de tudo que aconteceu ou acontecia em minutos...
Às vezes, ela ainda é a lembrança mais doce que eu tenho dessa vida amarga.
"Todos querem receber um banquete.
Mas quase sempre só oferecem apenas migalhas, e os que entregam o banquete, muitas vezes só lavam os pratos"
Ninguém vai embora da vida do outro subitamente, sempre se vai aos poucos, quase que imperceptível, e quando menos se espera, apenas um vulto aparece longe aos olhos.
É muito fácil se esquecer daquilo que nos fez sorrir, mas é quase impossível se esquecer daquilo que no entristeceu.
Do meu lado você descansa num sono quase profundo e enquanto ouço sua respiração calma, eu choro.
Choro por não poder te abraçar, choro por não ter ouvido teu boa noite cheio de amor, choro por não termos unido nossos corpos até a exaustão, choro porque você dorme ao meu lado como quem dorme com um travesseiro sobrando na cama. Choro em silêncio, e me perco na escuridão deste pequeno quarto que se faz maior para abraçar minha solidão.
No silêncio me perco, até que adormeço e espero te ver no meus sonhos.
Pois estás tão perto de mim e tão distante ao mesmo tempo, um toque de distância, várias descordancias. Um te amo engolido em seco, mais uma noite perdida em meus devaneios.
Já parou para pensar que quase nunca estamos felizes, a felicidade parece ser momentânea e instantânea, já a dor, sofrimento parecem ser eternas... Vivemos em constantes sofrimento.
No começo eram tudo flores, e no final quase foram flores também, mas essas flores seriam para o meu velório
Quando nos apercebemos que estamos quase a chegar ao fim da estrada, o melhor que temos a fazer é regressar ao inicio da mesma.
Sabemos quase nada
sobre as pessoas
que julgamos conhecer muito bem..
e sabemos tudo daqueles que sabendonada sobre nós
nos julgam..
NEGO RASTILHO
Ali na velha figueira,
Quase no fundo da pampa
Repousa a velha estampa
Do negro santo milagreiro
Donde a canha, o palheiro
São regalos das promessa
E o fim da história empesa
Por mando de um entrevero
Ainda mocito o negro
Se fez solito no mundo
Nascera o pai já defunto
Jogado pelos galpão
GUACHO de pe no chão
Jogado pelas estancia
Era o retrato da herança
Dos tempo de escravidão
Mas era a desigualdade
Que amadrinhava o destino
Assim ainda franzino
Tomou o rumo da estrada
Bebendo nas madrugadas
Sem poso certo ou morada
Qualquer rancho era parada
Pra alma de um teatino
O destino lhe dera a destreza
Essas Cosas da natureza,
Que nascem do nosso lado
Abria qualquer candado
Assim feito magia
Depois desaparecia
Se embretando nos campos
Parceriando os pirilampos
O Quero-Quero e as tropilha
Conhecedor da fronteira
Dos bolicho, dos quilombos
Refugava ao primeiro tombo.
A nada queria mal
Oficio era braçal,
Vivia de changa e lida
Pra molde o palheiro, bebida
E alguma carne de sal...
Mas foi em 45
Naquele inverno tirano
O negro, índio paysano
Se topou com a guarnição
Não se sabe o motivo
Daquela rude investida
Que fez ceifar uma vida
No fogo do mosquetão
Ainda agonizando
Depois do ronco do tiro
Como um último suspiro
Recordou a sua vivencia
Cada canto da querência
Os anos a sua idade
E GRITOU LIBERDADE
Sem nunca pedir clemência!
Assim naquela noite
Sem velório, vestimenta
Em meio a toda tormenta
Se deu o sepultamento
Sem despedida, lamento
Solito tal qual destino
Uma cova, nem um sino
Nem oração, nem adeus.
Hoje em nova morada
Debaixo de uma figueira
No limite da fronteira
Onde a geada chega primeiro
Fumo cachaça, dinheiro
Regalo do prometido
De quem foi atendido
Pelo Rastilho milagreiro.
-
Renato Jaguarão∴
Alquimia
Busco o que quase todos buscam
Quero o que quase todos desejam
Tenho uma ambição, o tesouro que não está escondido, mas escapa.
Vejo o fumegante brilho do sol.
É esse brilho que eu almejo
Quiçá pudesse transformar as coisas com as melhores substâncias...
Transformar as coisas em algo de mais valor:
Dar brilho de ouro para que tudo fosse visto diferente
Dar brilho de diamante, extinguir os olhares toscos às joias da vida.
Dar um tom de não tão distante da gente
Dar um mapa...
Transformar as coisas à cor da ambição...
Causar a melhor das confusões
Trocar metais de posição
Transformar moedas em flor de lis
Desfazer os maus olhares em paixão
Vestir as festas de natal dia a dia
Dizer a todos quão grande lucro é viver feliz!
Mas parece tão difícil achar a solução, o antídoto.
A outra pedra filosofal...
AMOR IDO ...
Pranto e choro depois duma dor dolorida
tenho saudades. Mas, quase sem rancor
no peito onde viveu aquele imenso amor
que foi o mais valedouiro de minha vida
Acatei então, quanta sensação querida
vivida, que se pode haver no dissabor:
a nostálgica lembrança, o cheiro, a flor
dada com carinho, e jamais esquecida
A recordação é o que me restou de ti
ausência do beijo, era aflição, esqueci
afogado na sofrência na beira do cais
Da solidão. Pra ti fui apenas mais um
e, nos votos, o compromisso, nenhum
de um amor que foi e que não é mais! ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/03/2021, 05'50" – Araguari, MG
Quase nunca teremos em mãos os mapas que achamos necessários para viagens tranquilas, o que nos trarás incômodos até aprendermos que não mais precisaremos deles se já conhecemos o dono de todas as rotas de nossa vida o mestre e Senhor Jesus..
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