Nao sou seu Quase Amigo e

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Eu sempre fui eclética, mais o rap mexe comigo de maneira diferente dos demais gêneros, não sei explicar.

"Pequenas flores brancas não te acordarão!
Não onde o coche negro da dor te levou."

Não posso escrever enquanto estou ansiosa ou espero soluções porque em tais períodos faço tudo para que as horas passem; e escrever é prolongar o tempo, é dividi-lo em partículas de segundos, dando a cada uma delas uma vida insubstituível.

Clarice Lispector
Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Nota: Crônica Escrever, prolongar o tempo.

...Mais

Não tenha medo dos obstáculos que estão no caminho, pois a chegada recompensa a luta.

"(...) E se não fosse uma raiz de mucunã arrancada aqui e além, ou alguma batata-branca que a seca ensina a comer, teriam ficado todos pelo caminho, nessas estradas de barro ruivo, semeado de pedras, por onde eles trotavam trôpegos se arrastando e gemendo”.

( in "O Quinze".)

Não vou criar uma versão equilibrada para as pessoas inexpressivas: essa gente medíocre que sorri sem vontade, chora baixinho e ama aos poucos - isso me dá náuseas!

“Não honres com o teu ódio quem não poderias honrar com o teu amor.”

Vivemos num mundo dos ``Achismos´´.
Não temos certezas de nada, ou porque a covardia nos assola, ou o velho e temível medo nos enclausura. Ai preferimos ficar no que chamo de ``´´(aspas).
Mas se somos tão vis em acusar porque a regra não é unanime e apenas pontual.
Paradoxal ilusão de vida essa nossa.

Tenha sempre um sorriso no rosto e um 38 no bolso, se um não funcionar. . .

Já não sei qual o itinerário!
Qual o local e o horário
Se e o tempo é mesmo tão temporário
Se o texto é ou não é literário.

Se preciso ver para crer
Se é preciso ficar ou correr
Sonhar ou saber
Plantar ou colher
Inventar, enfrentar ou escolher...

Às vezes é preciso mudar para viver
Voltar para rever
Chutar para fazer
Pedir, para poder permanecer
... Vivo antes de morrer!

Abracadabra

Quando te encontrei,
Não sei bem o que pensei.
Emaranhado de emoção.
Manchada ingratidão.

Atitude falsa,
Sonho de valsa,
Enganando este traste
Serviçal neste contraste.

Mágica sensação apática
Quisera pôr em prática;
No meu frágil coração.
Situação dramática,
falsa paixão.

Trocastes meus ideais
Por quem te prometeu mais,
A lei natural é incisiva.
Até a mais nociva
Situação é concisa
Vibração decisiva
No aprendizado do amor.
Seja lá como for, minha flor
Perdôo-te até na recidiva

Porém, sinto muito, lamento.
Há um velho contratempo
O meu coração tornou-se
Um verdadeiro convento.
Depois que se apaixonou
Por esse amor de vento.
Não sou frade
Não há nada que me enfade.
Porém, você me fez
Celibatário-otário
A falar neste plenário.

O perdão te está dado,
Porém, vou bem além,
não te quero ao meu lado.
Sinto muito meu bem...

Não se preocupe em levar nome, abrace a sua oportunidade.

Você nunca vai ser o suficiente para quem não sabe dar valor a sua pessoa.

Não vou deixar morrer


Não quero deixar morrer
Um dia quem sabe volto a te encontrar
A porta está aberta
Mas hoje não dá
Um dia quem sabe
Vamos viver o presente
Amanhã começamos outra vez
Apenas lembre-se de mim
Acredite, eu vou estar aí com você
Não sei como, mas sei que vamos nos encontrar
Seja em sonhos
Seja no futuro distante
Eu não sei o momento
Tenho medo
Mas sou sua
Passe o tempo
Não vou desistir
Em algum lugar vamos nos encontrar
Acredite ou não
Eu penso em você
Eu penso em mim
Penso em nós dois
E quero assim como você



Poesia de
Islene Souza
Enviado por Islene Souza em 06/05/2016
Código do texto: T5627647
Classificação de conteúdo: seguro

Apenas quero chorar minhas lágrimas agora, não me enche o saco .



Frase de

“A arte não suporta o efêmero. Ela é uma luta contra a morte. O encantamento não está no que se vê. Está no que se imagina”.

(Em ‘Mulher com uma vela’ – Pensamentos que penso quando não estou pensando – Editora Papirus – Página 85 – São Paulo, 2012.)

Deixa-me ficar do teu lado e não falar nada apenas ouvir a tua respiração sentir teu cheiro. Prometo não interromper nossa quietude, nosso momento, com nenhum gesto. Quero ficar quieto de uma forma que nem a cama perceberá que estaremos ali! E assim não sairemos um do lado do outro. Eu quero e sei que você quer, façamos isso e o mundo lá fora não existirá nesse momento.

Beijo
Não quero o primeiro beijo:
basta-me
o instante antes do beijo.

( em “Tradutor de chuvas”. Lisboa: Editorial Caminho, 2011.)

O maior mal que podemos fazer aos nossos semelhantes, não é odiá-los, mas sim lhes ser indiferente. Esta é a mais absoluta desumanidade.

Não é o perfume em si, é a memória que ele traz.