Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
A Dança Sem Sinfonia
Deitada na cama sonhando com seus dias de gloria.
Lembrando da alegria plena
Que ela sentia antes de você ir embora.
Ela continua girando e rodando em sua dança sem sinfonia.
Pois nada lhe resta alem da miséria.
Ela nem se quer consegue soletrar a palavra alegria.
Você a olha com pena no olhar.
O quão covarde pode ser um homem?
Por que não tenta a salvar?
Deitada sonhando que os tesouros do final do arco iris, eu vou encontrar
Porem eu acordo com o frio no lugar da esperança
Simplesmente porque você me fez chorar .
O que acha desse gosto de veneno?
Gosta desse vermelho que finge ser a cor do amor?
Esse é o gosto do sangue transportando da minha pele como consequencia a tanta dor.
Você não percebe não é? eu apenas digo o que você quer ouvir.
Porque não aguenta a verdade. Se eu dize-las, todas seus paredes que finge ser de aço, vão começar a ruir.
É tao fácil se fingir de forte quando sua alma esta corrompida.
Um sorriso cobre qualquer cicatriz
Também é fácil se fazer de vitima para ganhar a partida
Ela tem o pior papel. Que preenche sendo a melhor atriz
Apenas me deixe ir.
Tenho um peso na alma e um coração aquebrantado
As vezes eu ate consigo ganhar a partida. Mas a verdadeira guerra esta longe de ter acabado.
Mais um ano chegando ao fim, encerrando mais um ciclo em nossas vidas, um ano um tanto quanto difícil e complicado, mas apesar de tudo consegui aproveitar alguns dias ate o último minuto com pessoas especiais assim como você, que fez alguns dias, semanas ou minutos valer a pena neste ano que acaba de finalizar, dando espaço a um novo ciclo, um novo ano, e que assim como 2016 estivemos juntos em muitas coisas legais, outras nem tanto, espero que 2017 possamos ter mais dias juntos, mais felicidade, mais realizações cada dia mais...
Feliz ano novo, que 2017 possa chegar trazendo muita Paz em nossos corações, muitos sonhos realizados, e que Deus possa iluminar cada dia desse novo que se inicia a partir de agora...
Feliz ano novo!
Estou querendo estar numa parte d sua ocupação e noutra parte dos seus tempos livres,
Só preciso de sua autorização.
É engraçado quando vamos amadurecendo, principalmente em questão de relacionamento, aquele ciúme bobo você percebe que não vale a pena, aquele choro à noite não vai passar de um momento, e aquela ansiedade de uma ligação não vai passar de uma simples conversa, que é gostoso, não vou dizer que não é, mas sinto-me feliz em não almejar isso como antigamente, sinto-me feliz em ver pessoas que passaram na minha vida feliz com outras pessoas, e sinto-me feliz em perceber que sempre vai existir alguém que vai te fazer bem, basta só você dá uma chance pra vida, e daí quando a pessoa “certa” aparecer você vai saber o porquê das outras terem dado “errado” e é tão gostoso sentir isso, porque isso é se amar, perceber que não depende de uma pessoa para ser feliz, perceber que você se basta.
Segundo as Janes, o coração de uma criança aguenta 49 golpes antes de ficar estragado para sempre e o que está feito jamais pode ser desfeito.
O amor e como sementes....prescisas d alguem que plante,regue,e cultiva e que um dia esse amor pode-se dar flores e frutos
Perturbação mental: Fica a solidão, o vazio, a nostalgia e a obsessão. Marcas de poeira sobre a escrivaninha e sobre a máquina de escrever velha, que agora só me trás palavras vazias. Ficamos eu e você, aqui e aí. Uma pensando na outra, perdendo a vontade de dormir e pensando nos doces momentos que poderíamos ter passado juntas. Um vazio momentâneo, uma saudade permanente, uma dor que fica comigo e volta para ti em uma fração de segundos assustadora. Uma doença invade meu corpo, alternada com paixão e obcecada pela psicose, que nós duas sentimos. Ao redor vejo as pessoas comentando e rindo. Mas o que eu sinto por ela é como uma doença é como um transtorno, ela causa em mim uma perturbação mental.
“A morte me abraça com força: Aprendendo a viver.”: Já sentiu como se tudo estivesse voltado a um objetivo? E se este não fizesse parte da sua lista de metas a cumprir? Você desistiria de todos os seus itens da lista, apenas por alguém que aparece depois e que você sente ser seu dever cumpri-lo?
Quando aparece alguém que, por mais longe que este esteja sempre está contigo. Neste instante você percebe que essa pessoa é muito mais do que você possa precisar? Fecha seus olhos com força e quando os abre, volta a sua realidade comum, sua rotina monótona. Nota que essa pessoa toma conta de sua vida, e sempre que não espera se depara pensando nela.
Quando você consegue sentir a presença desta pessoa ao seu lado. Enquanto faz algo que ambos gostam de fazer, enquanto está sozinho, enquanto está vazio. Resolve fazer algo para se distrair, mas parece que tudo esta ligado a ela.
Esta pessoa não sente o mesmo: você descobre em um dia qualquer. Este dia se transforma no pior de sua vida, o céu fecha no mesmo momento, a tempestade bate com força no telhado. Você seria capaz de recusar esta chuva, totalmente de acordo com seu interior? Corre para o lado de fora de casa, olha para o céu: nuvens escuras e água caindo com força. Começa a gritar – lágrimas escorrem em sua face. Grita o nome dela tão alto, acreditando que ela ouça. Sua dor é uma demonstração de fraqueza, é inútil. Ela não sente o mesmo – tenta acreditar, nada.
Corre para a cama –molhada –, fecha os olhos com força enquanto repete baixinho: Acorde agora. – Não funciona, aumenta o tom de voz: – Vamos acorde. – Também é em vão. Quando você percebe, já está gritando e aos prantos morrendo: – Vamos sua desgraçada! Acorde desse pesadelo e vai pra sua vida! VAMOS! – Percebe o que faz consigo mesma e levanta. Corre até a máquina de escrever, liga seu rádio de pilha. Uma voz fraca e dolorosa conversa contigo em silêncio. Silêncio, pois é tudo o que ouve. Sua voz tímida começa a invadir sua mente, uma lágrima é derramada sobre a folha em branco. Fecha seus olhos com força e escreve:
“A morte me abraça com força: Aprendendo a viver.”
Trancada durante noites em meu quarto, já havia esquecido de como era a luz do sol. A luz da manhã, ou até mesmo uma luz qualquer. Trancada naquele cômodo, pude sentir que estava sozinha e estaria sozinha ali, quem sabe para sempre.
Havia olheiras fundas rodeando meus olhos todas as vezes que eu olhava no espelho. Naquela noite, resolvi espiar do lado de fora. Resolvi procurar uma pessoa, qualquer uma que fosse.
Ao abrir a porta, a luz entrou com força na direção dos meus olhos, obrigando-me a fechá-los. Quando minha visão enfim se acostumou com a claridade, olhei ao redor. Não havia ninguém, era de se esperar. Voltei ao quarto, ela estava parada na cama, seus cabelos cor de bronze cobriam parte de seu rosto, mas não totalmente. Eu ainda conseguia ver seus olhos verdes atrás de parte de sua franja. Meus olhos não ousavam desviar dela. Meu coração gritava, pulsava com raiva e medo. Minha consciência discutia comigo, por eu não correr em sua direção, prendê-la em meus braços e prová-la o tamanho do meu amor. Meu coração sabia o quanto eu havia esperado esse momento, agora que podia pegá-la aos meus braços, apenas desistia da minha chance e ficava parada ao olhar seu sorriso discreto e inocente ao me fitar.
Foi assim, eu fiquei parada ao fitá-la, com olhos meio cansados, meio loucos. Porque ela sabia, ela tinha razão, ela era a culpada por isso estar acontecendo comigo.
Talvez a última mente jovem liderada pelo doce açúcar, pela doce sutileza do drama junto ao café amargo derramado no assoalho antigo. Ela seguiu um caminho diferente – diferente do caminho traçado pelas jovens comuns – que a fez caminhar em uma direção sutil e magnífica, delicada o bastante para afastar o interesse dos jovens comuns. Uma compatibilidade de rimas, linhas, palavras rabiscadas que tornam-se vivas e vividas. Ler suas frases acaba se tornando um vício, vê-la cultivando pequeninos sonhos, pequenas memórias, pequenas esperanças e pequenos prazeres. Ao sentir o aroma desta rosa deslumbrante. Que fascínio! Um grande mistério, palavras incógnitas me prendem até o fim. Neste jogo de letras, que antes embaralhadas fiquei viciada, não consigo mais sair. Algo dentro de mim, me força a continuar, conhecê-la mais afundo, compreendê-la, talvez seja eu uma idiota, talvez eu esteja sendo incoerente, uma tola com xícaras na mão que se afunda cada vez mais em melancolia e nostalgia.
Tristeza, angústia, solidão e medo: Abaixo daquelas árvores enormes que cobriam minha visão nítida do céu azul. Estava frio, havia neve. O dia perfeito que só era possível apreciar após uma despedida calma do inverno. Uma brisa calma bateu em meu rosto, devia ser de manhã, eu devia ter passado a noite ali, naquele monte de folhas secas. Apalpei meus cabelos, estavam presos, arranquei a fita que os prendia e balancei-os. Fechei meus olhos com força e senti uma nostalgia viciante tomar posse de mim. Tristeza, angústia, solidão e medo. Foi o que senti.
Comecei a tremer, começava a ficar frio. Perdi a nítida imagem que tinha do local e logo tudo ficou escuro, meus olhos foram tapados por frias mãos.
- Adivinha quem é?
Sua voz inocente invadiu meus pensamentos. Eu sempre entrava em pânico quando ela fazia isso comigo, eu perdia os pensamentos e o medo tomava conta de mim. Virei-me devagar. Ela soltou meus olhos.
Seus cabelos castanhos caíam sobre os ombros, seus olhos verdes continuavam verdes. Ela tocou meu rosto com suas mãos frias e alisou, como se estivesse secando algo. Foi quando percebi que eu estava chorando.
- Não está feliz em me ver? Por que está chorando? Nã-não chore!
- Não estou chorando. – minha voz foi rouca e falhada, não conseguia pensar em nada. Não conseguia imaginá-la ali, na minha frente. Corri meus braços pelo seu pescoço e enterrei minha cabeça no seu ombro esquerdo. – Você está mesmo aqui? Ou isso é outro sonho meu? Vou acordar quando? Falta muito ainda?
- Xiiiiiu. – Ela colocou a mão nos meus lábios. – Espere, se acalme!
- Quando você disse que iria passar, que iria ficar tudo bem. Você mentiu! – Minha voz era um rosnado, estava fria e rude.
Ela não falou, continuou a me fitar, seus olhos estavam tão focados em mim, como nunca ficaram. Era como se ela não estivesse me vendo, seus olhos estavam muito profundos.
- Eu prometi que passaria… Eu… Me desculpe! – Sua voz era triste, como se eu estivesse fazendo ela se sentir culpada. Novamente.
- Ainda pode melhorar! Ainda pode! – Minha voz passou de fria para uma confiança gigante. Fitei o chão durante alguns instantes. – Não pode, eu sou uma tola, preciso não acreditar tanto em mim, em você…
Virei-me e caminhei alguns passos, durante alguns minutos eu pensei em voltar, eu recuar e ficar ali, junto dela. Mas meu corpo se negou, eu sabia o quanto sofreria se fizesse isso. Eu fiquei tonta e algo puxou meus braços, fechei meus olhos novamente, essa coisa me guiou, não conseguia abrir meus olhos. Fui atirada contra uma árvore, não com força mas com um movimento doce. – Não abre os olhos, não abre. – Pensei.
Algo tocou meus lábios e me beijou. Sua mão segurava meu pescoço e a outra apertava meu corpo contra a árvore. – Ótimo! Outro sonho com final feliz. – Pensei.
- Não, desta vez não é um sonho, meu amor! – Uma voz soou fraca ao meu ouvido. Teria lido minha mente? Ou eu teria dito isso alto?
Algo cobriu meu corpo com o seu e me refugiou em um abraço, durante toda a noite. E toda essa sensação era magnífica apenas por eu não ter abrido meus olhos e permanecer a dúvida em mim.
Imortal: Minha mente pode me oferecer um desejo imenso que meu corpo é incapaz de reconhecer. Consigo facilmente enxergar este vulto paralisado fitando-me enquanto escrevo em um papel sobre ela. Seu reflexo ao lado meu. A televisão não consegue abafar o som da tua presença, ela agora é incapaz de tirar minha inspiração. O calor provocado pela proximidade de seus lábios ao meu ouvido me faz esquecer o frio. Agora vejo que estou presa nessa ilusão, falsas verdades ecoam dentro de mim, gritos aterradores acompanhados de um insight poderoso.
Vazio, esperança: Mamãe.: Sentei no vão da porta e encarei a separação de madeira que a levava ao corredor, senti um frio passageiro, um vento propriamente, não achava aquele um momento muito apropriado para você chegar, senti aquele vazio tomar conta de meu estômago.
-Mamãe é você?
Lembro-me das suas palavras de antes de partir: “Filha, dirão a você que eu faleci, que não estou mais presente aí em seu mundo. Mas peço-lhe filha, que não acredite, eu passarei uns dias fora, e assim que der eu volto para casa e prometo cuidar de ti.” – Onde você esta mamãe? Você não está aqui agora por quê? Eu precisava de ti nesse momento. Fechei meus olhos, mantive a calma e a proximidade, senti sua mão acariciar meus cabelos. O vento se foi, a sensação também e tudo o que restou foi o vazio. Você não está mais aqui, é.
Noites frias e solitárias: -Apague a luz, vamos!
Noite após noite, insônias invadiam-me o organismo, o mesmo processo se repetia todas as noites, tornando-se uma rotina em si -ligar o celular, enterrar-me sob as cobertas e ler, apenas por ler (A menina que roubava livros -Markus Suzak). Era sempre o mesmo horário 02:00h quando o silêncio habitava ali, a concentração adestrava minha mente. Não ser descoberta era o objetivo principal -Toda noite, ao mesmo horário, mamãe levantava, talvez não notasse o clarão debaixo das cobertas, invejo-a bastante, com tantos problemas na mente, por não ser mais uma criança, consegue dormir levemente, enquanto eu, fraca e indefesa, perco meu único refúgio que já fora sincero.
Quando eu terminava a leitura, levantava-me devagar e me dirigia a geladeira, um copo de água era o suficiente. Algumas vezes, o peso do meu próprio corpo arrancava-me a opção de ficar acordada e me fazia dormir obrigada, quando isso acontecia, ao perceber que tentar seria em vão, simplesmente recuava e declarava derrota.
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