Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria,
saber que já não sou a mesma de ontem me fez perceber que valeu a pena.

Eu não sou quem eu queria ser.
Não vivi os amores que a vida me deu.
Me afundei em meu eu.
Sofri desabores ao me ver assim.
Incompleta,de mim.
Não me formei na profissão que meus pais escolheram para mim.
Nunca fui amada até o fim.
Nunca tive um filho.
Nunca casei,não andei de bicicleta e nem muito menos escrevi um livro.
Já me apaixonei por pessoas que nunca me notaram.
E já me amei quem nunca me amou.
Mas a vida me provou.
Que muitos me desejaram.
Mero desejo, que não me supri em nada.
Desejo me deixa degolada,ensanguentada eu preciso é de amor.
Chorei muitas vezes somente para sentir um carinho do rosto.
Eu não uso disfarçe.
Esta é minha vida,este é meu fardo.
Este é o fardo amarrado em minhas costas.
A única parte em mim que bilha,até cega.
Faço crianças sorrir;
Tenho mãos carinhosas,e abraços longos.
Mas alguém;
Alguém me ajuda a sair desta armargura.
Porfavor alguém tira minha armadura, que visto como roupa.
Para que ao menos eu me carregue sem peso.
Leve também meu escudo para que eu não tenha que me defender das pedras.
Para que as pedras cheguem até mim como ondas em rebentação.
Em fúria para que eu dispa meu ser exausto e cansado.

Porque as vezes eu sou tão idiota ? Porque ? Será que eu não enxergo que as pessoas são de fato falsas ? Tirando algumas poucas exceções. Porque eu insisto em acreditar que as pessoas nunca irão me decepcionar ? Eu grito pra mim mesma :Ei, acorda.

Você não gosta de mim, e eu não sou seu brinquedinho. Não espere que eu passe a minha vida inteira, remoendo essas cicatrizes !

SOU CAMALEÃO - NÃO SEI CHORAR


Eu cresci, amadureci, envelheci e não aprendi algumas coisas na vida. Entre elas, a lidar com os momentos de perdas, seja lá do que for. Mas a vida não poupa ninguem e assim fui perdendo coisas, porque perder não depende de mim. Perdi as minhas idades, algumas felicidades,algumas pessoas queridas, amores que eram para sempre, perdi até saúde por sofrer por bobagem. Já até me perdi de mim mesma.. Confesso, perder não é fácil para mim.
Não sei chorar e na perda a dor da minha alma borbulha em minhas veias até me sufocar. Por sorte, nunca perdi a memória, mas nos momentos das perdas,
como não gosto de reviver histórias para não entregar a dor o troféu da vitória, aprendi a virar camaleão. Eu sou um camaleão e mudo de cor.
Tenho esse jeito meio esquisito só pra esconder a minha dor.Se a tristeza tenta me fazer chorar, sufoco o meu grito, finjo um sorriso para que minhas palavras não se façam em movimentos bruscos e os meus sentimentos não me atropelem.Não gosto de me machucar, odeio machucar alguém. Sou camaleão. Levanto a cabeça e deixo o corpo preso nas paredes. Busco o sol às avessas. Se tenho medo, mudo de lugar , fico quieta até o medo passar. E nesse meu coração disparado, que vive atropelado pelos sonhos e a razão, a loucura tem o seu cativo lugar e me inventa mil razões para eu continuar a caminhar.

Não sou todo mundo e nem faço parte deste mundo.Sou apenas Eu e vivo no MEU mundo!!!

Eu não vivo de aparências, eu não tenho duas caras...eu sou apenas eu !

eu, somente eu, e mais nada.

De perto nada é como parece, ou como deveria ser.
Não sou tão bonita, nem por dentro, nem por fora. Minhas certezas são mínimas em comparação as minhas duvidas. Sofro por antecipação, faço charme, faço drama, faço tudo pelo o que eu quero. Tenho um grande ponto de interrogação na minha vida amorosa, e não sei tanto quanto eu digo que sei.
Não sou como uma adolescente comum, com planos comuns, sou ambiciosa, egoísta e teimosa. Coloco meus amigos num lugar especial, e não me importo muito com o restante, os preservo absolutamente, porque só agora eu percebi que o importante é que sejam poucos e bons.
Já sofri por amor, e sinceramente ainda sofro, não gosto de adimitir nada, nem se tratando de coisas simples. Alias não me dou bem com essa palavra, faço do simples complicado e do complicado complexo.
Sou fechada como uma ostra e de vez em quando para os que conseguem me abrir, ganham uma pérola. Não vivo um dia após o outro, por mais que eu tente muito fazer isso. Faço plano para fazer plano. Fico ansiosa, e quando chega a hora esperada, perde totalmente a graça. Sei ser amável e sei me doar, apesar de muita gente não acredita. Costumo tomar para mim as dores dos outros e as dores do mundo. Não gosto de ser o que querem que eu seja e sobre isso peço que me deixem ser assim porque apesar de tudo eu sou feliz, e levo a vida da melhor maneira possível, do jeito que dá, do jeito que deixam. mas isso é só temporário, questão de tempo.
Aguardem-me...

Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade (...). Não, eu não sou pessimista, não enquanto tiver meus filhos, minha mulher e minhas flores! Não sou infeliz – ao menos não mais infeliz que os outros.

Sigmund Freud
A última longa entrevista de Sigmund Freud. Revista Bula, 23 set. 2015.

Nota: Trecho de entrevista feita por George Sylvester Vierek, em 1930.

...Mais

Eu não sou nada. Eu nunca fui nada. Eu só sinto. Sinto tanto que não tenho tempo pra outra coisa. Se me perguntarem o que levarei daqui, do que levarei da vida, posso dizer que apenas os meus pensamentos. As minhas tristezas, pra ser mais honesto. As minhas inúmeras mágoas. E, principalmente, o desejo de saber se depois de anos e anos, eu ainda faria alguma falta.
Eu não consigo dormir, eu não consigo fazer sequer outra coisa senão chorar. E pesar o que tenho, quem eu sou, onde estou e concluir que o que fiz até aqui foi tão pouco. Foram só rastros. Foram só farelos jogados pelo caminho. Eu não tenho história, eu não tenho laços, eu não tenho identidade... Eu só tenho a mim mesmo tentando suportar cada dia que passa. A vida sorri, inquieta, me jogando um outro coração tão doente quanto o meu, mas nem isso eu sei valorizar. Eu nunca sei valorizar nada, porque isso também não nos ensinam. Ensinam só o que é obrigação. Nos ensinam só que um dia encontraremos o caminho da felicidade e que tudo passará a ser mais fácil, mas não é verdade. A cada dia que passa a vida pesa mais, ela te empurra pra baixo, as pessoas te empurram pra baixo, o sempre se torna mais uma palavra vazia e a solidão é tudo o que sobra. Eu fico imaginando o quão fácil seria se a solidão fosse física e não um sentimento, porque só assim o pra sempre teria sentido e as pessoas seriam completas.
Mas eu vou continuar tentando e juro por Deus, amanhã eu vou tentar com todas as minhas forças ser alguém melhor pra quem quer ser alguém melhor pra mim. Tem feridas que nunca cicatrizarão, tem vazios que nunca serão supridos, mas tem sentimentos que nos fazem esquecer o quão difícil a vida é. E é por essa pessoa, é por esse sentimento que eu continuo lutando.

Diz pra mim
Onde e como ir
O meu lugar aqui
E como estou

Eu não sei
Mais o que sou e quem
Eu vislubrava ser
Ou igualar

Eu não sou melhor que ninguém, apenas aprendi a ser o que não via em mais ninguém.

Não pense
que sou só tristeza e dor.
Sou alegria, sou sorriso
Eu sou amor.

"Pq eu não sou para entender, sou para incorporar. Entender é raso. Eu vivo nas profundezas. Ou você mergulha ou então esqueça"

Querido, eu não sou como o resto.

Eu sou o verso de um poema
Inefável, indizível, interpretável, mas não
impossível de se entender.
Alguns por fado compreenderam, outros
por disparate julgaram, infortúnio dos que julgam,
afinal, não sabem apreciar a beleza de uma epopeia.

Quem sou eu?
Nem eu mesmo sei.
Mas...
Quem é vc?
è...
Você também não sabe.

Eu não sou devoto de nenhuma grife. Eu não professo a minha fé no altar das aparências. Eu sei que me falta brilho e glamour, mas será que um traje criado por algum guru da alta costura teria o poder de suprir as minhas carências? Já ouvi dizer que alguns pedacinhos de pano recobrindo estrategicamente a pele, têm o poder de elevar a auto-estima de pessoas vazias de si mesmas. Só o jeitinho particular de cada um não basta, é preciso uma fantasia feita sob medida para que as pessoas possam disfarçar suas imperfeições, tapear olhares e se sentirem as mais especiais no meio da multidão.

Sou um estúpido que não sabe diferenciar um item de boutique de um adereço hippie confeccionado na beira da calçada. Quando ouço falar em Victor Hugo, penso logo naquele cara que dizia que “Não há nada como um sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã”. Pois é... Eu também não sei quem foi Louis Vuitton, Dior, Calvin Klein, Hugo Boss; Gucci, Versace, Armani, Chanel e muito menos o que eles pensavam a respeito da vida. Sou apenas um boêmio ignorante e um poeta démodé totalmente ofuscado pelas palavras costuradas pela minha caneta.

Sei que eu deveria aprender um pouco mais sobre as últimas tendências da moda, mas eu sou tão distraído pra essas coisas, e o modismo é uma febre tão passageira que, quando eu penso que um determinado figurino está no auge, na verdade, já virou cafonice há muito tempo. A moda faz de mim um eterno prisioneiro do passado e o meu armário é um museu cujo acervo é incapaz de despertar a inveja dos meus semelhantes.

Sou um tipo assaz desinteressante, a ponto de nem ter que me preocupar em tirar as minhas máscaras toda vez que eu volto pra casa. A minha cara é ter a mesma cara todos os dias. Temo que para ser notado seja necessário que eu me transforme numa vitrine viva, mas a passarela da minha vida é bucólica demais, e apenas se resume na rotineira alternância dos dias se vestindo de noite e das noites se despindo sob a luz do dia. Talvez eu devesse conhecer mais a fundo a alma dessas grifes e marcas por detrás das quais as pessoas se escondem para se sentirem mais seguras de si, mas o que pode valorizar mais a existência de um homem: a marca da sua roupa ou o legado das suas idéias? Não sei... Eu nunca tive etiquetas informando do que é feito o meu coração.

Não existe um logotipo capaz de definir melhor a pessoa que sou do que as minhas próprias atitudes. Eu sou assim, como me vêem. Sou um símbolo de mim mesmo e defendo sem hipocrisia as cores que eu escolhi, e não as que querem me vender. Eu não gosto de expor a minha figura ridícula antes do último gole, mas adoro mostrar ao mundo tudo aquilo que eu gostaria de ter sonhado durante as minhas solitárias noites de insônia. Adoro medir as consequências dos meus atos, planejar os meus passos, me colocar no lugar dos outros e não me acomodar com aquilo que me incomoda. Para mim, calar-me diante de qualquer injustiça é como andar nu – me dá vergonha.

Reconheço que me falta panca na hora de fazer pose para o mundo. Mas o que eu posso fazer se eu nem sei no que os deuses da moda querem que eu me transforme para que eu possa atrair mais atenções? Será que nos livros que eu leio eu vou conseguir encontrar respostas que me façam compreender o que as pessoas pensam a meu respeito? Creio que não. De certo eu serei estigmatizado para sempre como um reles artigo de promoção.

Mas esse é o meu jeito: simples assim, raso jamais. Muitos dirão que eu não tenho estilo e nem charme, mas quero deixar bem claro que tudo que existe de mais fashion em mim, só quem faz parte da minha vida é capaz de enxergar. Este é o meu jeito de me mostrar ao mundo, e nada em mim é feito de retalhos. E se eu tenho alguma beleza que valha a pena ser exaltada, ela estará escondida muito além das roupas que eu visto e poderá ser encontrada aqui: desfilando faceira bem no fundo de mim.

Eu sou eu. Você é você.
Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas.
E você não está neste mundo para atender às minhas expectativas.
Eu faço a minha coisa.
Você faz a sua.
E quando nos encontramos.
É muito bom.

Quer saber de uma coisa?
cansei de mentiras, as pessoas pensam que eu não percebo? Não sou tão idiota quanto pareço ... Amores que na verdade nem são tão verdadeiros. Que me fazem sofrer mais do que sorri. E por fim , eu desisto de tudo isso e agora.. Vai ser do meu jeito! E se disserem que eu mudei,vou dizer: E não me arrependo disso. Afinal de contas, já passou o tempo de me preocupar com o que as outras pessoas pensam ao meu respeito, não importa mais, Não mais.