Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
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O homem a quem a dor não educa será sempre uma criança.
A cultura não se herda, conquista-se.
Para mim, não há nada mais importante no futuro que o desenho. É a alma de tudo o que é criado pelo homem.
Não conseguimos livrar-nos de uma coisa evitando-a, mas apenas atravessando-a.
É ridículo para um homem criticar o trabalho de um outro se não se distinguiu pessoalmente na mesma realização.
Os espíritos ainda não encontraram uma palavra para definir a dor de um coração de mãe quando perde um filho.
O álcool tira as ilusões. Depois de alguns golos de conhaque já não penso em ti.
Antes de se amar profundamente, não se viveu ainda; e, depois, começa-se a morrer.
Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma.
Querer saber - o que parece tão difícil - se não é errado, entre tantos seres vivos que praticam a violência, ser o único ou um dos poucos não violentos, não é diferente de querer saber se seria possível ser sóbrio entre tantos embriagados, e se não seria melhor que todos começassem logo a beber.
A economia é uma virtude distributiva e consiste não em poupar mas em escolher.
Um dos méritos da poesia que muita gente não percebe é que ela diz mais que a prosa e em menos palavras que a prosa.
Não gastes o teu dinheiro antes de o teres na mão.
O talento sozinho não consegue fazer um escritor. Deve existir um homem por trás do livro.
Não é o amor que se deveria pintar de olhos vendados, mas sim o amor-próprio.
O amor ou não desculpa nada ou desculpa tudo.
Não se deve julgar o mérito de um homem pelas suas grandes qualidades, mas pelo uso que sabe fazer delas.
A medicina é o remédio para todas as dores humanas, apenas o amor é um mal que não tem cura.
O mundo não será feliz a não ser quando todos os homens tiverem alma de artista, isto é, quando todos tirarem prazer do seu trabalho.
Auguste Rodin
Nota: Trecho do texto conhecido com o "Testamento" (1911) de Rodin, reproduzido em "Histoire Générale de L'art Franc̜ais de la Révolution à nos Jours", de André Fontainas e Louis Vauxcelles, 1922 (volume 2, p. 259-261).
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