Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Me sacrifico pelo amor, já fiz e faço renuncias em nome dele. Não, não me julgue.Sou indefinida, alguns espaços não defino. São incontantes e travessos.
Existem varios caminhos, sempre me fiz livre em escolhas.
Como disse Nietzsche: "Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura."

Não me peças perdão, pois perdoar é divino!
Divino só "DEUS"
Não sou "DEUS" e não posso te perdoar...
Por isso vou lhe desculpar, porém o mal que me fez nunca vou esquecer, não sou hipócrita para dizer que esquecerei um dia.

amo e não sou amada
quero e não sou querida
tenho algo bom amor
e não sou correspondida
pq meu amor me deu um fora
pensando que iria chorar,
ordinario igual a ele
eu encontro em qualquer lugar.

Não tenho nenhuma pretensão de ser admirada, sou como um personagem que esquece a fala.

Aquela vida, gostosa de ser vivida, já não a conhece mais, já não sou mais capaz, já não sei o que é viver...
Se devo passar por isso? Não sei... Mas o que importa é que quem realmente tem valor será mais feliz sem mim...
Não consigo ver uma luz, um caminho a seguir, meus olhos foram vendados, pela decepção e abandono.
Suportar essa dor, como fazê-lo? Se as forças que eu achei ter, já não me servem de nada.
Fui vencido pelo obscuro, fui dilacerado pela ilusão, fui movido pelo desconhecido, e acabei sem meu coração...
Este está pisoteado, maltratado e arruinado, já não vejo esperanças, ele já não me influencia.
Mais uma alma iludida pelas falsas alegrias do amor...

Não sei ao certo se sou vítima das fatalidades cotidianas ou apenas uma vil meliante...
Só sei que não saber sentir, um dia quase me matou.
Hoje sou assim, uma retirante...
Eu sou só isso...
Vento que passa, brisa que envolve, flor que desabrocha, e borboletas fazendo acrobacias em forma de poesia...
Sigo sorrindo e chorando quase ao mesmo tempo, aprendendo um dia de cada vez como celebrar o milagre da vida.

Não se precipite! Observe mais, converse mais, pense mais e sinta mais. Não sou de demonstrar sentimentos, mas sou cheio deles. Silêncio, olhar e sorrisos. Decifre-os! Eles podem ser pra você, para alguém ou somente meus!

Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega.

Penso sobre identidade, tempo, sombra,
e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito.

Vejo-me como uma figura quixotesca,
uma espécie de poeta da triste figura,
não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores,
a lucidez da honra
e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes…
e ilusões.

Não procuro glória.
Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.

Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.

Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
para não gastar palavras em vão.

Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.

Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.

Não procuro a luz para brilhar…
prefiro arder por dentro
a que me apontassem o fogo.

E quando me tentam convencer falsamente
que o mundo é preto ou branco,
guardo as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para aqueles que as querem mesmo ver.

Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.

Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.

Sou das levezas...
As ondas não perturbam minha calma!
Rita Simões

“Não me subestime. Sou o inferno que aprendeu a caminhar disfarçado de paz.”

Não é porque sou da igreja que sou um anjo de tão santa. Marcos 2:17 "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores", eu sou pecadora, eu sou doente e procuro por cura que os homens não podem curar. Ass: Ester Hadassa 🌻🌻

Não sou feito de luz. Sou o reflexo da sombra que aprendi a dominar.⁠

Sou o resultado daquilo que enfrentei. Não do que me foi dado.

Sem pai e sem mãe.
Sou um guerreiro solo que não força simpatia.

⁠Sou feita de cuidado.
Das palavras que não querem apenas dizer, mas tocar.
Dos gestos que não aceitam o mais ou menos — porque aprendi que o que é feito com verdade precisa ser inteiro.

Sou educadora por vocação, escritora por essência.
Não me contento com o raso.
Busco profundidade.
Quero beleza com propósito, imagem com sentimento, texto com alma.

Tenho um olhar apurado para os detalhes e gosto de transformar o simples em algo memorável.
Sim, sou exigente — mas não por vaidade.
É por respeito ao que acredito, ao que entrego, ao que represento.

Sou ponte: entre o sensível e o profissional, entre o lúdico e o necessário, entre o afeto e a ação.
Sou raiz e voo. Palavra e silêncio.
Não passo pela vida apenas — eu deixo marca.

Não crio só conteúdos — eu cultivo sentimentos.
E isso… não se aprende em qualquer lugar.
É dom. É missão.
É ser quem eu sou: com presença, entrega e amor.

⁠Não sou muito de expressar sentimentos, mas há sete anos cometi o maior erro da minha vida. Você tinha sido preso, e eu fui atrás, conversei com o policial, implorei para que o soltasse. Fizemos um acordo verbal: eu cuidaria de você.
Você foi solto, e eu praticamente obriguei que fosse direto dormir. Mas o vício falou mais alto.
Desceu para comprar um cigarro. Quando o trouxeram de volta, já estava todo espancado. Tinham sido seus próprios amigos — os mesmos que compartilhavam da sua miséria.
Levamos você ao hospital, mas por estar tatuado, sujo, fora dos padrões sociais, foi totalmente negligenciado. Nem exame fizeram.
Você estava com traumatismo craniano. Mas, por causa da droga no seu corpo, parecia lúcido. Voltou para casa, deitou para descansar… e entrou em coma. E ninguém percebeu.
O dia amanheceu, e você seguia “dormindo”. Mas estava convulsionando. Chamamos a ambulância. Quando chegaram e viram seu estado, pediram logo a UTI móvel. Mas quando ela chegou, era tarde demais.
Naquele dia, um remorso profundo se instalou dentro de mim. Me perguntei, e ainda me pergunto, se ao tirar você da prisão, não assinei — sem saber — sua sentença final.
Lembro das vezes que você aprontou com a minha mãe. Te busquei até na boca de fumo. Te agredi dentro da Cracolândia. A dona da boca me conhecia há anos, e me ligou:
— Vem buscar ele, ou eu mesma vou dar uma surra.
Mas meu ódio falou mais alto. Fui pessoalmente te agredir. Muitas vezes mandei o pessoal te dar um corretivo, na esperança de que você tomasse juízo. Mas Deus não quis assim. E muito menos você.
Hoje, tudo isso virou lembrança. E remorso.
E o remorso é o pior sentimento que um homem pode carregar.
Em 2018, deixei de ser ateu. Depois de vinte e três anos sem acreditar em nada, fui parar numa igreja. Padre Cairo me viu e disse:
— Vejo que você está atribulado… e com ódio no coração.
Pediu para rezar por mim. Colocou a mão sobre minha cabeça, e orou. Pediu a Deus e a Santa Luzia que arrancassem aquele ódio, aquela vingança silenciosa que me corroía.
Naquele dia, nasceu uma chama minúscula de fé dentro de mim — quase invisível, mas real. E até hoje ela luta para não ser apagada.
Peço muito a Deus, à Nossa Senhora e à Santa Luzia que eu nunca perca essa fé. Que meus caminhos não se cruzem mais com o homem mau.
E que Deus, sempre, possa estar ao meu lado.

⁠Quem não te dá certeza, já te deu uma resposta. Dúvida também é forma de dizer “não sou pra você”.

Quem disse que não sou escritor? Sou poeta e quem disse que o poeta também não é um escritor? Temos de refletir isso!

Não sei de nada
e nem faço questão de saber.
Não sou dona da razão
e nem faço questão de ser.
Vivo tentando acertar
com meus próprios erros.
E no fundo
o que mais quero
é VIVER!