Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Sou quem queria ser, mas às vezes penso que não deveria ser quem sou.

Não quero mais emagrecer e nem ter os meus surtos, não quero mais fingir que sou social sabendo que eu sou uma uma anti-social de categoria elevada. Não quero mais fingir que está tudo bem, porque não está tudo bem. É vazio, é solidão. Poucos amigos sobraram. Amigos... Não sei mais nem o que quer dizer isso. Amores então, piorou. Mal sei o que é realmente me entregar completamente sem pensar no passado pesado e feio.

Multidões movimentam-se em mim, não cabem em gaiolas...
De livre pássaro voador que sou.

Sou brasileiro e não desisto nunca, isso ocorre devido ao fato que nós brasileiros não temos escolha

Não lido bem com a desconfiança, não sou refém, nem construí um cativeiro, não fico confortável vivendo sobre uma mira que espera um deslize para que eu seja abatido. Sou livre preservo minha privacidade e nem por isso ignoro o respeito.

Sou como um livro, para que me leiam é necessário de muito entendimento, e paciência também. Não tenho sinopse, não tenho prólogo e muito menos um simples resumo. Defino-me extensa, e ao mesmo tempo, sou como um rascunho curto e inacabável cheio de erros ainda a serem corrigidos. Ninguém consegue me explicar, muito menos me entender. Vario intensamente como o tempo. Ora quente, ora frio. Sorrio com as piores bobagens do universo. Estupidamente sofro por alguém que não merece se quer um bom dia. Odeio meio-termos. Colecionadora de decepções. Prazer, Eu.

Não sou o máximo, porém não me considerem o mínimo

Não sou o tipo de pessoa que enlouquece de amor. Sou o tipo de pessoa que já acreditou que amava loucamente mas aprendeu que amor não enlouquece: sereniza.

Não sou sentimental. Sou sentimento.

Agora sou
a que sempre fui
mesmo não sendo
às vezes..."

sou chata, muito chata. dificil de compreender e fácil de gostar, portanto não procure me entender jamais, só goste. Me faça rir, mas não com piadas idiotas ou brincadeiras pesadas.Não me faça chorar, mas se fizer, por favor, primeiro torne-se digno de minhas lágrimas. Não brinque com meus sentimentos, posso ser vingativa. Não duvide de mim, posso ter o que quero, quando quero e como quero.Me olhe nos olhos,mesmo que eu desvie o olhar. Me abrace forte, sempre. Mexa no meu cabelo, e não ligue se eu disser que não gosto, porque eu minto às vezes. Não me engane e nem acredite em tudo que eu falo. Não me leve tão a sério e nem me leve sempre na brincadeira. Não jogue com a minha paciência, ela é curta, muito curta. Jamais fale mal da minha família ou dos meus amigos, ou será a ultima vez que me dirigiu a palavra. me surpreenda e finja surpresa mesmo que souber tudo de cor. Música é o segredo. Não me diga coisas bonitas se não forem verdades e não me diga coisas que possam me magoar, porque nunca, jamais esquecerei. Pense bem antes de falar, pois sempre levarei em conta sua opinião. Acredite em mim, afinal alguém precisa acreditar. Me irrite de leve e depois sorria da minha cara. Chocolate é calmante.Seja amigo dos meus amigos e nunca me proiba de nada.E acima de tudo, me ame com toda sua força e não precisarei mais de nada.

Não sou leviana, não engano ngm, as pessoas se enganam comigo, minha essência é clara e límpida como uma água tônica. Sou individualista mesmo com esta vida boêmia ou estando com a casa cheia, as vezes preciso muito da solidão, as pessoas que amo não entendem que eu posso amá-las sem estar sempre presente. Sou calada, reservada, as vezes passo por arrogante, quando bebo sou bastante sociável, quando não bebo sou uma ostra. Falo pouco, escrevo muito. Observo, observo obsessivamente, as vezes fico parada, inerte, obtusa, até tomar um tapa e ser chamada de autista. Leio bastante e entendo alguma coisa, passo por inteligente, mas minha carência erudita é colossal e minha exigência me faz muito mal. Falo com quem gosto e quem não gosto eu nem cumprimento, odeio convenções, não tenho educação nenhuma, não sei comer com mais de dois talheres, no entanto a classe me é intrínseca e meu português é correto. Eu ando como uma bailarina, eu olho nos olhos, intimido, as pessoas não imaginam o que eles dizem. Eu falo como sentisse dor, mas sinto indiferença na maior parte das vezes, embora, minha sensibilidade seja o que há de maior em mim, eu choro fácil por coisas que as pessoas ignoram, eu ignoro a maioria das coisas que chocam as pessoas. Eu me apaixono fácil e no dia seguinte estou enjoada, meu amor pertence aqueles que conseguem me suportar, eu sou uma mente em conflito ou uma mente certa em conflito com o mundo errado, alguém que não se achou nesse mundo mas dissimula perfeitamente, uma mulher muito precoce e madura que as vezes chama pela ruivinha que apanhava e pedia mais, depois chorava escondida..

Na tranquilidade!
Mas cheguei à uma conclusão...
Então serei direta, pois não sou de recados! ツ
Provavelmente você se sinta melhor consigo mesma criticando os outros, atacando-os e competindo com eles.
Quer uma dica?!?
PARE.
Isso só o levará à exaustão e o enchará de amargura.
Mas, sua essência é tão baixa que esse tipo de comportamento o alimenta... de maldade.
Porém, não atinge às pessoas do bem! Não mais!

''Sou constante, porém às vezes insegura. Acima de tudo, confiante em mim mesma! Não deixo meus sonhos por nada nesse mundo. Eles são a essência da minha existência, abastecem inclusive a minha esperança, a minha proeza.''

Sou pretensioso, não quero dominar, quero apenas conquistar o universo!

Como matar meu egocentrísmo e me tornar uma pessoas feliz?
Não sou capaz de criar um cílio se quer! Mas, me acho!

Barrow-on-Furness

I
Sou vil, sou reles, como toda a gente
Não tenho ideais, mas não os tem ninguém.
Quem diz que os tem é como eu, mas mente.
Quem diz que busca é porque não os tem.
É com a imaginação que eu amo o bem.
Meu baixo ser porém não mo consente.
Passo, fantasma do meu ser presente,
Ébrio, por intervalos, de um Além.

Como todos não creio no que creio.
Talvez possa morrer por esse ideal.
Mas, enquanto não morro, falo c leio.

Justificar-me? Sou quem todos são...
Modificar-me? Para meu igual?...
— Acaba lá com isso, ó coração!

II
Deuses, forças, almas de ciência ou fé,
Eh! Tanta explicação que nada explica!
Estou sentado no cais, numa barrica,
E não compreendo mais do que de pé.
Por que o havia de compreender?
Pois sim, mas também por que o não havia?
Águia do rio, correndo suja e fria,
Eu passo como tu, sem mais valer...

Ó universo, novelo emaranhado,
Que paciência de dedos de quem pensa
Em outras cousa te põe separado?

Deixa de ser novelo o que nos fica...
A que brincar? Ao amor?, à indif'rença?
Por mim, só me levanto da barrica.

III
Corre, raio de rio, e leva ao mar
A minha indiferença subjetiva!
Qual "leva ao mar"! Tua presença esquiva
Que tem comigo e com o meu pensar?
Lesma de sorte! Vivo a cavalgar
A sombra de um jumento. A vida viva
Vive a dar nomes ao que não se ativa,
Morre a pôr etiquetas ao grande ar...

Escancarado Furness, mais três dias
Te, aturarei, pobre engenheiro preso
A sucessibilíssimas vistorias...

Depois, ir-me-ei embora, eu e o desprezo
(E tu irás do mesmo modo que ias),
Qualquer, na gare, de cigarro aceso...

IV
Conclusão a sucata! ... Fiz o cálculo,
Saiu-me certo, fui elogiado...
Meu coração é um enorme estrado
Onde se expõe um pequeno animálculo
A microscópio de desilusões
Findei, prolixo nas minúcias fúteis...
Minhas conclusões Dráticas, inúteis...
Minhas conclusões teóricas, confusões...

Que teorias há para quem sente
o cérebro quebrar-se, como um dente
Dum pente de mendigo que emigrou?

Fecho o caderno dos apontamentos
E faço riscos moles e cinzentos
Nas costas do envelope do que sou ...

V
Há quanto tempo, Portugal, há quanto
Vivemos separados! Ah, mas a alma,
Esta alma incerta, nunca forte ou calma,
Não se distrai de ti, nem bem nem tanto.
Sonho, histérico oculto, um vão recanto...
O rio Furness, que é o que aqui banha,
Só ironicamente me acompanha,
Que estou parado e ele correndo tanto ...

Tanto? Sim, tanto relativamente...
Arre, acabemos com as distinções,
As subtilezas, o interstício, o entre,
A metafísica das sensações —

Acabemos com isto e tudo mais ...
Ah, que ânsia humana de ser rio ou cais!

Definitivamente não nasci para a caridade amorosa. Sou egoísta. Amo e exijo a mesma parte que dou!

"Sou essa coisa maluca que quer e no segundo seguinte não quer, só pra morrer de desejo depois."

Que Deus me dê sempre a humildade de não achar que sou boa demais para aprender mais um pouco.